Riot Game, um jogo que simula protestos e conflitos!

Na onda dos protestos que ocorrem no Brasil, conheça Riot Game. Um simulador de protestos e conflitos que “te ajuda” a descobrir se você está do lado “certo” e a entender o que se passa do “outro lado da força”…

A tradução literal de RIOT é MOTIM e a produção do game é italiana. A motivação para a produção do game é o fato do diretor Leonard Menchiari ter participado de manifestações na Itália e ter percebido coisas que vemos nos conflitos atuais no Brasil. Pessoas com motivações diferentes na manifestação. Policiais com sentimentos de culpa entre os manifestantes. O significado real das manifestações que muitos questionam. Ele percebeu que durante as manifestações, muitas dúvidas e discussões eram geradas e daí sentiu a necessidade de expressar essas idéias e sentimentos em um jogo (ou ao menos tentar). A idéia é experimentar os dois lados da moeda sem que haja um vitorioso de fato. No fim das contas, todos ganham (ou deveriam ganhar).

A coincidência com os conflitos no Brasil não poderia ser maior. O jogo surgiu a partir da vivencia pessoal dos produtores em conflitos reais na Itália, Grécia e Egito, mas como vocês podem ver nas imagens abaixo e no vídeo principalmente, a essência dos conflitos é exatamente A MESMA em qualquer lugar do mundo. Os grupos de manifestantes estão claros e divididos. Há os que protestam pacificamente, alguns inclusive junto com policiais, e os que tocam o foda-se literalmente. Chutando vitrines de lojas e afins (o vídeo não exibe saques, mas não duvido que eles existam lá fora – apesar de que no nosso caso, está claro que a “bandidagem” está infiltrada).

O jogo foi exibido no IndieGoGo a fim de obter recursos para o seu financiamento e felizmente alcançou seu objetivo que era de US$15.000 (ele arrecadou US$36.139)… e o motivo pela solicitação de recursos é, no mínimo, justa (qualquer semelhança com o Brasil, não é mera coincidência):

“Vivendo em um país que se afoga em dívidas e corrupção faz com que seja praticamente impossível o time da Riot conseguir um financiamento para o jogo, daí pedirmos a sua colaboração. Precisamos da sua ajuda para espalhar nossa voz por meio dos videogames.”

Ele chegou a estar no Steam Greenlight (uma prévia para o Steam… se a comunidade achar interessante o jogo vai para o canal mais “famosão”) e também felizmente foi aprovado pela comunidade e em breve estará disponível no Steam para deleite de todos! ;)

Confira o trailer-teaser do jogo e algumas fotos:

 

Riot Game

Riot Game

Riot Game

Riot Game

Riot Game

Riot Game

Riot Game

Riot Game

 

Quem poderá jogar?

O jogo estará disponível para PC, Mac, iOS, Android e OUYA. Não consegui achar detalhes sobre a mecânica, mas pelas imagens aparentemente é um “point and click“. Para quem não sabe, são aqueles tipos de jogos em que você seleciona uma ação ou objeto e clica/toca para que ocorra a movimentação.

 

Mais informações

A trilha sonora do trailer do Riot Game foi composta pelo compositor Simon Michel, especialista em trilhas sonoras que ficam em background durante uma ação ou determinada cena em filmes e séries. A descrição de sua atividade em seu site é mais pomposa: “Film Score Composer”. E se quiser conhecer mais o seu trabalho (vale a pena) veja algumas amostras de seu trabalho aqui.

Vale a pena também, curtir a página do Riot Game no Facebook.

O game não foi lançado ainda, mas já está em pré-venda disponível no site oficial via Humble Store com pagamento via Paypal, Amazon ou Google Wallet.

 

Um bom exemplo da importância da trilha sonora em filmes…

Todos vocês sabem que uma trilha sonora muitas vezes define o sucesso ou não de um filme. A música é responsável por manter o suspense em determinadas cenas ou trazer emoção em um momento de tensão. Como não lembrar dos temas consagrados de Missão Impossível ou Caça-Fantasmas? Star Wars é hors concours… Também não dá pra falar em temas sem pensar em O Poderoso Chefão. Há também aqueles, cuja música remete a cenas memoráveis, como os passos de tango de Al Pacino em Perfume de Mulher

Tenho certeza que você lembrou de todos acima, mas não vou falar exatamente da importância da trilha sonora nos filmes, isso fica pra um possível futuro artigo. O que me motivou a escrever por aqui foi o fato de ter assistido Homem de Ferro 3 ontem a noite, cuja música de introdução não me saiu da cabeça…

Atenção: Para os sensíveis que consideram isso um spoiler, sintam-se a vontade para parar a leitura por aqui e retornar após assistirem ao filme. :)

Quem é que tem mais 30 anos e não lembra da música Blue (Da Ba Dee), do grupo Eiffel 65?

Como assim você não lembra??? Assista ao vídeo abaixo e refresque sua memória…

 

- Ahhhh… Nuuooosssaaa!!! 

Pois é… foi o que exclamei quando a música começou no filme… voltei pros anos 90 assim como boa parte das pessoas que estavam assistindo. Deu pra ouvir alguns comentários nostálgicos no cinema…

E o filme fez uma perfeita referência, já que a cena comemora o reveillon de 99/2000 e a música foi lançada em abril de 99.

- Legal… mas e daí?

Daí que após sair do cinema lembrei da cena em que a música tocava e fiquei curioso em saber o quanto as pessoas se importavam com esse tipo de reação/emoção dentro de um filme. E é aí que entra a coisa bacana…

Dando uma rápida olhada no Google Trends, percebemos o quanto as pessoas se interessam por um determinado assunto em um determinado período e vejam que interessante o gráfico abaixo:

Iron Man 3 - Trends

 

O gráfico exibe uma comparação entre 3 termos pesquisados: “eiffel 65 blue“, “Blue (Da Ba Dee)” e “blue ironman“. Percebam que eu demarquei 2 picos diferentes no mesmo gráfico. O pico A representa exatamente o período de 10 anos de lançamento da música (ela foi lançada em abril de 1999). Não consegui achar muitas informações, mas é possível a gravadora ter feito um relançamento da música o que justificaria o pico (se alguém souber, comente por favor). Já o pico representa exatamente o período em que o filme Homem de Ferro 3 foi lançado nos cinemas (Abril ou Maio de 2013 dependendo do país). A linha tracejada é uma estimativa do Google para o futuro das pesquisas com estes termos.

Percebam a tendência enorme de pesquisa pelos termos citados no período de lançamento do filme… ou seja, a música impactou muitas pessoas ao redor do mundo. E a coisa só melhora quando você pesquisa pelos comentários das pessoas em locais que exibam a letra, a música ou o clipe… veja:

letras.mus.br

iron-man3-letras

Soundcloud

iron-man3-soundcloud

Youtube

iron-man3-youtube

 

Acho que já deu pra sacar o quanto essa música causou de histeria nas interwebs por aí. Creio que o diretor de som do Homem de Ferro 3, ao optar por incluir essa música, não imaginava tamanha repercussão. Repercussão essa, diga-se, para o bem e para o mal, já que também há comentários de insatisfeitos (em número inferior, é claro).

Aos fãs da série, é impossível não lembrar da música tema escolhida para o primeiro filme da franquia Homem de Ferro. Afinal, quem daqui não se lembra de “Iron Man” do Black Sabbath, uma música dos anos 70… :)

Independentemente do gosto musical dos leitores, o fato é que aparentemente a equipe de som dos filmes do Homem de Ferro adora “ressuscitar” clássicos… ;)

iTunes, AppleTV e a organização de seus arquivos…

Para usuários de Mac de longa data o iTunes é um aplicativo que faz parte da história (2001 manda lembranças). Muito antes dele ser o software oficial e obrigatório para a sincronização de arquivos entre iPod’s, iPad’s e iPhone’s. Para estes usuários, o rumo tomado pelo iTunes foi natural ao longo do tempo e ele pode ser considerado o ponto-chave da estratégia da Apple em tornar o computador pessoal em um “hub digital”, mas esse assunto fica para outro post, o foco agora é organização de arquivos no iTunes e a importância disso para uma correta visualização em seus devices, como por exemplo, a AppleTV.

Boa parte dos usuários Windows reclamam do fato de que para se ter um “iDevice” é necessário também a instalação do aplicativo iTunes na máquina, afinal ele será o centralizador de tudo a partir de sua aquisição. E essa mesma maioria reclama do software justamente por já estar acostumado a usar algum outro player, e ao migrar de software encontra algumas dificuldades comuns a todos os usuários que efetuam uma troca do gênero.

Antes de qualquer explicação, vamos entender o conceito do iTunes. A maioria absoluta dos players no mercado (desde os tempos do winamp) organiza seus arquivos de acordo com o nome dado ao arquivo (Banda ABC – Música XYZ.mp3, por exemplo), mas o iTunes não leva em consideração o nome de seus arquivos. Para ele, o mais importante é o tagueamento ID3. Isso exige um maior grau de organização do usuário. Caso você esteja importando um CD, talvez você não tenha problemas com o ID3 das músicas, pois o iTunes atualiza automaticamente as informações baseadas no CDDB, mas se está organizando sua biblioteca antiga recentemente importada ao iTunes, pode sim, ter alguns problemas devido a ausência ou preenchimento incorreto dos ID3 das músicas.

Uma vírgula incorreta pode significar a separação de músicas do mesmo álbum em pastas diferentes. Por exemplo, imagine que você tenha diversos álbuns da banda AC/DC em sua biblioteca, mas alguns arquivos possuem o nome AC-DC (com hífen) e outro AC/DC (com barra). O iTunes organizará o conteúdo em pastas diferentes. Ou então quando você baixa arquivos de diferentes fontes. Supondo que baixou alguns álbuns da cantora Alanis Morissette e em algumas dessas fontes o nome dela veio como Alanis Morissete (Morissette com apenas 1T). Nesse caso você também terá pastas diferentes para a mesma cantora. Ao corrigir o ID3 das músicas, o iTunes automaticamente realocará os arquivos em suas pastas corretas.

Em tempo: O preenchimento correto do ID3 é fundamental não apenas para o iTunes. Uma vez efetuado o preenchimento, as informações se tornam um metadado universal de seu arquivo MP3. Em qualquer local ou dispositivo ele será reconhecido e lido da forma como originalmente foi escrito e você sempre terá uma biblioteca limpa e atualizada.

Felizmente essa edição pode ser feita no próprio software, selecionando a música, clicando com o botão direito e indo em Obter Informações (aba Informações). Os principais ítens a serem preenchidos são: Nome da Música, Artista e Álbum, os demais ítens são importantes quando a música faz parte de uma coletânea, por exemplo. Você pode organizar múltiplos arquivos de uma vez, para isso basta selecioná-los e efetuar o mesmo processo citado acima. A inclusão de uma capa também é bem simples (para um ou vários arquivos), bastando que você arraste o arquivo de imagem para o campo CAPA, caso tenha selecionado apenas uma música, haverá uma aba CAPA para ser escolhida. Eu particularmente prefiro editar diretamente no iTunes usando o método mencionado, mas há quem prefira outras alternativas. Como não utilizo nenhum software no Mac, então não tenho nenhum para recomendar, mas alguns amigos que utilizam Windows, recomendam um chamado ID3 TagIT.

Há também uma decisão importante ao organizar a sua biblioteca. Como você deseja organizar suas pastas de arquivos? (aquelas onde ficarão seus arquivos .MP3). Entrando no menu Preferências > Avançado você deve ver algumas opções como na imagem abaixo.

iTunes - Preferências de Organização de Arquivos

Há duas opções importantes a serem selecionadas. A primeira é se deseja “Manter a pasta iTunes Media organizada” e a segunda é se deseja “Copiar arquivos para a pasta iTunes Media ao adicioná-los à biblioteca“. RECOMENDO manter ambos selecionados. Dessa forma, sempre que você arrastar qualquer música (de qualquer origem) para a janela do iTunes, ele automaticamente fará uma cópia do arquivo para a pasta iTunes Media e organizará o mesmo de acordo com as indicações ID3 presentes no arquivo.

Com relação a organização da pasta iTunes Media pelo iTunes, essa é a estrutura de arquivos gerada por ele:

Estrutura de arquivos da pasta iTunes Media

Desde a versão 9 do iTunes as pastas dentro de iTunes Media são organizadas como na imagem acima. Veja no site da Apple mais algumas informações relevantes sobre a organização de arquivos da pasta iTunes Media.

Eu sou particularmente chato com relação aos meus ID3′s. Ainda não tenho todos os meus arquivos tagueados corretamente, mas a maioria deles estão como a representação abaixo. Tirei um print do mesmo arquivo selecionado tanto no iTunes, quanto na estrutura de pastas (que o próprio iTunes organizou). Clique nas imagens abaixo para ampliar.

Print - iTunes Library   Print - iTunes Library - Organização de Arquivos

Se você não tiver seus ID3 preenchidos em seus arquivos, trabalhar com o iTunes pode se tornar um verdadeiro caos. Originalmente o iTunes prioriza quem faz a compra de seus arquivos musicais através da iTunes Store (algo absolutamente normal quando 70% de todas as músicas compradas online no mundo, provém a partir de sua própria loja) ou então ripa seus próprios CD’s de música. Isso não significa que você não pode baixar seus MP3 “pirateados” de algum outro site, é que apenas através destas duas formas, seus ID3 estarão corretamente preenchidos. Ao baixar qualquer música da internet, você está a mercê de como o cara que criou estes arquivos preencheu os ID3 e dessa forma, você poderá ter N variações e preenchimentos incorretos, fazendo com que você tenha ao menos o trabalho de preencher o ID3 corretamente, caso queira visualizar sua biblioteca de forma organizada.

O iTunes é um software bem completo no que diz respeito a suas funcionalidades de player e organizador de arquivos. Observando a página de A a Z da Apple sobre o iTunes é difícil encontrar alguma funcionalidade que o aplicativo já não faça nativamente. De qualquer forma sempre vai existir algo que um determinado usuário precisa (e que pode não ser tão importante para outro usuário), mas que não está presente no aplicativo. Como a maioria absoluta dos aplicativos para Mac permitem o acréscimo de funções via AppleScripts, o iTunes não fica de fora dessa lista. Sendo assim, recomendo uma pesquisa no Doug’s AppleScripts for iTunes, onde é possível baixar uma série de extensões (até o momento, quase 500 funcionalidades extras) para o iTunes for Mac (se você for um usuário Windows, também há uma sessão específica com algumas funcionalidades extras, mas infelizmente não conheço quem já tenha usado alguma, se você já utilizou, deixe seu feedback nos comentários abaixo).

E se você continua com problemas para organizar seus arquivos, saiba que não é o único no mundo. Antes de “descer o malho” no software “por que ele não faz aquilo que EU gostaria da forma como EU gostaria“, tente entender o que pode estar sendo feito de errado ou então peça ajuda como foi feito aqui ou aqui, sempre haverá alguém disposto a ajudar (sinta-se a vontade com os comentários abaixo). :)

Veja o vídeo abaixo que demonstra na prática como eu organizo meus arquivos e como o iTunes me ajuda neste processo:

 

 

Visualizando seus arquivos no AppleTV…

Falamos de organização de arquivos, mas e a visualização de tudo isso no AppleTV, como fica? O vídeo apresentado abaixo é a continuação do exibido acima. Há uma explicação sucinta sobre o que é exatamente o AppleTV para quem não o conhece ainda, mas o destaque fica por conta da exibição da biblioteca de arquivos, cuja organização está diretamente ligada ao que falamos logo acima.

 

 

Enfim, a organização de seus arquivos é de importância vital para a correta visualização dos mesmos em seus diversos “iDevices”. Sem a correta organização dos ID3, não é apenas o que aparece no iTunes que ficará desorganizado, tudo o que for visualizado no iPod, no iPad, no iPhone e na AppleTV e que dependa de sua biblioteca do iTunes ficará também desorganizado. Usuários Windows podem até reclamar que o iTunes é lento em suas máquinas (no Windows, de fato ele é lento), mas em termos de organização de conteúdo, justamente devido ao conceito de ID3, ele é imbatível. Basta ser organizado.

Então mãos a obra. Está esperando o quê para começar a organizar decentemente seus ID3? ;)

Games que se destacam pelo conteúdo gerado por você!

Você é daqueles que compram o game, joga, termina e vende? Não se preocupe, pois você não é único no mundo. Mas saiba que se a tendência atual dos games continuar a crescer, em breve você poderá ser o único (ou um dos únicos) a continuar com essa prática. Pra começo de conversa, você é o típico usuário que as produtoras querem manter longe de seus produtos. A maioria já aprendeu que conteúdo extra rende tanto quanto a venda do jogo em si, logo, se você é um usuário que não comprará o conteúdo extra do jogo, repassado-o assim que terminá-lo, não trará lucros extras e ainda por cima fará com que a produtora deixe de ganhar um troco com a venda de um jogo novo para o usuário que você vendeu o seu usado… Por outro lado, o usuário que comprou seu game usado, pode se interessar em adquirir novos conteúdos. Dessa forma, a produtora continua lucrando com conteúdo extra… é… talvez não seja má idéia mantê-lo como consumidor. ;)

Ok, todos lucram com o conteúdo extra nos games, mas a idéia deste artigo não é falar sobre conteúdo pago, mas sim o conteúdo gratuito e gerado por você, usuário que se interessa por expandir seu jogo com novas funcionalidades, recursos e/ou fases extras, seja para ganhar novos troféus ou simplesmente ter o sonho de construir um game (tirando as devidas proporções) realizado. Estou falando do UGC, ou User Generated Content, ou em uma tradução livre, Conteúdo Gerado pelo Usuário.

OBS: Vale lembrar que o termo não é exclusivo aos games, mas sim para qualquer tipo de conteúdo gerado pelo usuário.

É impressionante a quantidade de pessoas que participam na criação de conteúdo próprio para seus games favoritos, no último dia 25/07/2011 em um artigo no Playstation blog, Collin Moore, gerente de comunidades da Sucker Punch (produtora de Infamous e Infamous 2), informou que foi disponibilizado o primeiro pack UGC para Infamous 2 na PSN e o que é melhor, totalmente gratuito. No artigo ele informa também que não deve demorar para ser disponibilizado novos packs com diversos conteúdos extras para exercitar a criatividade dos usuários. No vídeo abaixo, criado pela Sony, podemos ver que até o momento (menos de 2 meses após o lançamento de Infamous 2 que foi em 07/06), já foi gerado mais de 50.000 missões extras criadas exclusivamente pelos usuários, sendo que essas missões já foram jogadas mais de 4.500.000 (4 milhões e quinhentos mil) vezes em um total de 300.000 horas de jogatina…

Além disso, em uma entrevista para o IGN, Collin afirma que a cada segundo duas missões UGC são jogadas pelos usuários e que a cada minuto uma nova missão é adicionada por algum usuário pelo globo… números impressionantes.

E quando citamos jogos com participação ativa da comunidade no que diz respeito a criação de conteúdo próprio, não dá pra esquecer de Little Big Planet. De longe o que melhor soube aproveitar o formato e que possui as melhores (mais intuitivas) ferramentas de edição de conteúdo.

A Media Molecule não apenas soube criar um jogo com participação ativa do usuário em seu desenvolvimento, como também expandiu muito bem a discussão entre eles através de fóruns e comunidades como o Little Big Workshop. Não à toa, no momento do print abaixo, eram exatos 4.985.770 (4 milhões, novecentos e oitenta e cinco mil!!) mundos criados pelos usuários para outros usuários jogarem no LBP.


Curioso para saber quantos já foram criados após o print acima? Acesse a comunidade do LBP.

Mas o que será que motiva tantos usuários a criarem seus próprios mundos? Alguns são motivados pela fama e possibilidade de ser reconhecido como “o cara” em sua comunidade de jogos, outros por pura diversão e passatempo, alguns gostariam de desenvolver games e fazem uso do recurso para estimular idéias. As produtoras sabendo disso, disponibilizam diversas ferramentas para o usuário, mas independente dos recursos liberados, nada vai superar, de fato, a criatividade do próprio usuário, afinal qual desenvolvedor da Media Molecule poderia imaginar que utilizando as ferramentas fornecidas um usuário criaria um mundo semelhante ao Super Mario da Nintendo dentro de um jogo exclusivo da plataforma Sony? :)

 

E aí, se animou a criar o seu próprio conteúdo? Comece por estes tutoriais em vídeo para Infamous 2 ou encontre o conteúdo de seu interesse nesse mundão online…

Em tempo, a criação de conteúdo pelo próprio usuário não é novidade no mundo dos games, mas é cada vez mais comum e difundido principalmente por possibilitar a criação de mundos em 3 dimenões completos a partir de ferramentas simples e eficientes. No que diz respeito a games, o céu não chega nem perto do limite… ;)

 

Rovio e sua máquina de fazer dinheiro, apresenta… Angry Birds Rio!

E não é que a a Rovio atacou novamente? Dessa vez com Angry Birds Rio. Devo confessar minha admiração por essa desenvolvedora, ela conseguiu um feito que todas as outras buscam, tornar seus jogos ícones mundialmente famosos e licenciar produtos para todas as idades a partir de seus personagens… o resultado disso pode ser traduzido pelo som da caixa registradora da empresa que não deve parar um instante. ;)

Em janeiro de 2011 a Rovio anunciou que lançaria Angry Birds Rio em março deste mesmo ano. Em uma parceria perfeita (e até certo ponto inédita) com a 20th Century Fox, ambas empresas conseguiram associar a marca de seus lançamentos de forma que parecesse um casamento perfeito. Enquanto em um trecho do filme há uma menção a Angry Birds divulgando ainda mais a marca dos “passáros raivosos”, o novo jogo dos passarinhos trás uma excelente forma de divulgação do novo filme, com os elementos originais do jogo modificados para se enquadrarem perfeitamente a sua história. Veja os dois vídeos abaixo:

 

 

Tenho certeza absoluta que esse tipo de ação será mais frequente daqui pra frente, mas o grande diferencial nesse caso é a natural adaptação entre as mídias que partiu do conceito original de suas histórias (jogo e filme) e com pequenas modificações no jogo original e uma ampla visão de mercado dos produtores, a possibilidade bateu a porta.

Falando um pouco sobre Angry Birds Rio, o jogo…

A mecânica do jogo é exatamente a mesma apresentada no Angry Birds original, porém como dito acima, alguns elementos foram adaptados e vão de encontro a temática do filme. A tela inicial já nos dá a nítida impressão da fusão entre as mídias…

Angry Birds Rio - iPhone - Tela inicial

O jogo foi dividido em uma série de níveis contendo cada um 60 fases diferentes que desafiam o jogador, a princípio apenas as duas primeiras fases estão disponíveis aos jogadores e como sugere a tela abaixo, as demais fases serão liberadas apenas no decorrer do ano, conforme a imagem abaixo.

Angry Birds Rio - iPhone - Futuras atualizações...

Com esse tipo de jogada a Rovio mantém os seus jogadores interessados em seu jogo durante um bom tempo. Essa é a fórmula dos games atuais, eles não precisam ser distribuídos 100% finalizados ao consumidor (mesmo que o jogo já esteja pronto), guarde surpresas e faça atualizações periódicas e com isso a cada nova atualização obtenha milhões de downloads e mídia espontânea gerada por todos os usuários a cada nova atualização. Taí o segredo da Rovio… manter o seu jogo na mídia o máximo de tempo possível.

A primeira fase trás de cara surpresas bem agradáveis aos fãs da série. Esqueçam os porcos e vejam pássaros engaiolados tão carismáticos quanto os personagens anteriores. Em tempos em que tudo é, de certa forma, tratado como politicamente correto, nada melhor do que ajudar os passarinhos a fugirem de suas gaiolas.

Angry Birds Rio - iPhone - Gráficos melhorados

Touché! Anote mais 3 estrelas para a Rovio por isso… :)

Angry Birds Rio - iPhone - Level completed!

A segunda fase que já está liberada é menos politicamente correta, ou melhor, nada politicamente correta com relação a anterior (me devolva aqui as 3 estrelas… rs). A idéia aqui é fazer os micos cairem de seus pedestais. Derrube-os e alcance a glória, simples assim… ;)

Angry Birds Rio - iPhone - Derrubando macacos...

E aqui a Rovio mostra que sabe o que é preciso para um jogo fazer sucesso. Os gráficos não são simplórios… o game precisa ser simples o suficiente para agradar o público de todas as idades, mas os gráficos e animações não precisam seguir essa linha. Pelo contrário, as caras e bocas que os micos fazem enquanto caem são simplesmente hilárias e com isso sentimos “prazer” em derrubar os lindos macaquinhos do topo das colunas. Claro que o som faz seu show a parte. E é esse um dos principais segredos desse jogo, personagens carismáticos, excelentes gráficos e som devidamente tratado como rei. Mais 3 estrelas aqui, por favor…

Angry Birds Rio - iPhone - Queda dos macacos...

Claro que o jogo não atingiria tantas pessoas se o mesmo não fosse disponibilizado para N plataformas e por enquanto o Angry Birds Rio pode ser encontrado nos seguintes locais e para as seguintes plataformas… iPhone/iPod touch (US$0,99), iPad (HD – US$3,99), Android (Free) e na Mac App Store (US$4,99).

Enquanto o filme não estréia oficialmente por aqui (a estréia brasileira está prevista para 08/04/2011 e a mundial para 15/04/2011), assistam ao trailer no vídeo abaixo e assim como eu, aguardem ansiosamente a estréia… ;)

 

Mais sobre RIO, o filme: http://www.rio-ofilme.com.br

Seria o IE6, um câncer na internet?

Go home, IE6! - Créditos: momentile.com / robotjohnny.com

14/03 (hoje) deveria ser o dia em que todos os desenvolvedores e designers de sites pulariam de alegria, afinal será disponibilizado a todos os usuários a versão final, e tão aguardada, do IE9. Como sempre a Microsoft mostra uma série de firulas que realmente pouco importam, mas os desenvolvedores e designers não veem a hora de finalmente contar com um suporte decente a javascript e principalmente a html 5 no browser mais popular entre os usuários de internet pelo mundo.

Mas no começo do parágrafo acima eu disse “deveria”, pois para um sem número de devs e designers o pesadelo não acaba nesse dia. Isso por que ainda teremos de conviver com a sombra impiedosa e calculista do (com licença da palavra) IE6. O famigerado browser nascido em 2001 e que foi o responsável por jogar a última pá de cal no então “velhinho” Netscape chegou a ser usado por mais de 80% dos internautas do mundo (não vou entrar no mérito do truste promovido pela Microsoft e o fato dela embutir essa “praga” em seu sistema operacional).

O fato é que com 80% de domínio no mercado (início/meados da década passada) fica fácil e cômodo para empresas de diversos setores pensarem exclusivamente nesse browser ao produzirem sistemas e sites para a internet. Até hoje existem sistemas internos de empresas (grandes empresas) que simplesmente não funcionam em um ambiente diferente do IE6. Alguns, por incrível que pareça, não funcionam nem mesmo em IE7. Daí é fácil entender por que essa porcaria não morre! Pensando friamente, dá pra imaginar os custos que a empresa teria entre troca de máquinas, reformulação de sistemas e por que não, treinamento de funcionários, uma vez que os sistemas seriam renovados. Por experiência própria, sei como isso funciona e sofro na pele a cada hack (sim, não quebro a cabeça e uso hacks pra esse “browser”) que preciso implantar para adaptar sites ao IE6.

Em 01 de Março de 2010 o Aten Design Group promoveu o funeral oficial do IE6 com direito a uma coroa de flores enviada pela própria Microsoft. Não foi suficiente…

Há um bom tempo, uma campanha foi criada via Twibbon, onde mais de 18 mil pessoas aderiram e incluíram o selo “IE6 Must Die” em seus avatares no twitter. Ainda não foi suficiente…

Em meados de 2009 o Google começou uma campanha oficial e passou a exibir um aviso a todos os usuários que ainda acessavam o Youtube com o IE6. O aviso informava que o Google deixaria de dar suporte ao IE6 e solicitava aos usuários que fizessem o download de um browser “mais moderno” (incluindo links para Firefox, IE7 e Chrome). Até mesmo um site “for dummies” explicando o que é browser foi criado. Posteriormente o mesmo aviso surgiu no Orkut, Docs e demais serviços oferecidos pelo Google. Vale deixar claro que os usuários do IE6 não seriam proibidos de acessar os sites em questão, mas alguns (vários) recursos deixariam de funcionar para esse browser. Era o sonho de todos os devs e designers, afinal era o que se comentava por aí. Assim que os sites/serviços mais populares na web começassem a não mais funcionar no IE6, uma explosão de “downloads de IE7″ tomaria conta da internet. Não foi bem assim, afinal a grande massa de IE6 do mercado ainda estava/está dentro das empresas e é sabido que em sua grande maioria, sites de relacionamento e vídeos são bloqueados para a maior parte dos funcionários, ou seja, máquinas pessoais atualizadas, mas empresariais não.

Não dá pra botar “toda a culpa” no Google, mas o fato é que sua campanha (incluindo aí, o lançamento do Chrome) contribuiu e muito para a diminuição de uso do IE6 no mercado mundial. A última alta do IE6 foi em Agosto de 2008. De lá pra cá, sua utilização caiu de 29% para meros 4,6%, a causa está quase ganha, mas é incrível como 5% pode incomodar

O artigo “Kill IE6 to let CSS3 live” no CSS3.info foi escrito em Abril de 2007, mas impressiona o fato dele ainda estar atual. Cabe basicamente a todos nós a tarefa de educar os usuários para a importância em se utilizar um browser moderno. Se o usuário não entende questões semânticas, facilidade em desenvolver funcionalidades ou mesmo gráficos e efeitos “bonitinhos”, vale apelar para a segurança de seus dados transmitidos na web.

Mas e para o meu cliente que de jeito nenhum quer atualizar o seu browser e faz questão que o seu site funcione perfeitamente no IE6?

A melhor (e em alguns casos, única) solução para isso é falar a língua que o cliente mais entende… CUSTO e PRAZO! Se ele faz questão que o seu site/projeto funcione perfeitamente bem em todos os ambientes (incluindo aí aquele “background giratório” e o “logo saltitante” ;) ), mostre o quanto vai demorar a mais para adaptar o site a um browser ultrapassado e que não suporta sites como esses ou esses.

O Diego Eis da Visie escreveu um artigo com alguns pontos que você pode usar como argumentos para reforçar sua opinião perante o cliente com relação aos custos e prazos.

Se o cliente não acreditar em você ou no Diego, talvez acredite na própria Microsoft que recentemente lançou o ie6countdown.com, cujo objetivo é incentivar a diminuição do uso do IE6 a níveis menores que 1%, o que já foi atingido em alguns países.

Por fim, se nada disso adiantar, mostre esse gráfico criado pelo Alan Foreman para o poisonedminds.com, talvez funcione…

Time breakdown of modern Web Design - Créditos: poisonedminds.com

 

Quem sabe assim, acabamos de vez com esse câncer da internet… ;)

Como comprar games no exterior?

Antes de dar a dica, deixa eu esclarecer alguns pontos…

  • Apesar dos passos abaixo se concentrarem apenas na loja britânica shopto.net, os mesmos podem ser utilizados em qualquer outra loja no exterior que envia produtos para o Brasil (todas as lojas possuem um link informando sobre países atendidos). A escolha pela ShopTo é meramente pessoal, pois é a loja em que mais faço pedidos;
  • Apesar de me concentrar apenas na compra de games, saiba que as dicas podem ser úteis para qualquer tipo de produto, mas se estiver pensando em importar dvd’s e blu-ray’s, não deixe de ler o guia de compras do Blog do Jotacê;
  • Não estou incentivando em hipotése alguma a sonegação de impostos. Apesar de achar os impostos nacionais absurdamente altos e defender o JogoJusto no Brasil, essa não é a intenção do artigo. Ao efetuar uma compra internacional saiba que você também estará sujeito a cobrança de todos os impostos de importação. A diferença é que você pode ou não ser taxado em suas compras (isso depende de uma série de fatores, como a localização da agência dos correios mais próxima da sua casa, o período do ano em que a compra foi efetuada, a situação econômica do país, o estado brasileiro em que sua encomenda desembarcou e até mesmo o humor do funcionário da receita que despachou o seu pedido… não há uma regra, simplesmente pode ou não acontecer), mas saiba que mesmo sendo taxado é bem provável que o custo final ainda assim deve ser bem menor do que se tivesse comprado por aqui, infelizmente;
  • Por fim, esse artigo supre a necessidade de explicar aos amigos interessados em comprar games no exterior, os atalhos e formas de conseguir fazer o mesmo. Muitos que me perguntam sobre como comprar no exterior, possuem as mesmas dúvidas (É seguro? Preciso de cartão internacional? Chega mesmo? E os impostos? etc…), achei melhor reunir essas informações em um único lugar facilitando assim a vida de todos.

Agora sim, vamos ao passo-a-passo.

Em primeiro lugar, respondendo a pergunta mais óbvia de todas, sim, será preciso um cartão de crédito internacional para efetuar suas compras internacionais. Parece estranho ter de responder isso, mas acreditem, há quem pergunte.

Em segundo lugar, caso não tenha ainda, recomendo efetuar um cadastro no PayPal e cadastrar todos os seus cartões que possivelmente você usaria em suas compras. Boa parte das lojas gringas (ShopTo é uma delas) aceitam como forma de pagamento o PayPal, dessa forma você evita cadastrar seu cartão em N lojas pelo mundo e ainda por cima, aumenta um nível de segurança para suas compras. Em tempo, ao cadastrar seus cartões no PayPal não esqueça de “confirmar/verificar” os mesmos no site. Isso é uma exigência de segurança para algumas lojas, aceitando apenas contas do PayPal cujos cartões foram verificados, além de ser também um sistema de segurança do próprio PayPal para garantir que o cartão cadastrado pertence realmente a pessoa que o cadastrou.

Eu particularmente só compro em lojas que aceitam PayPal. Não que eu não confie nas lojas gringas, muito pelo contrário, mas não custa nada nos precavermos de qualquer problema que possa ocorrer, ainda mais quando falamos de dinheiro e uma coisa tão pessoal como o cartão de crédito.

Ok, de posse de uma conta no PayPal vamos as compras…

Ao acessar o link da shopto.net, você deverá ver uma tela como a exibida abaixo:

ShopTo.net - Paraíso dos games no exterior

Logo de cara, recomendo alterar o valor de Euros para Libras Esterlinas (bandeirinhas abaixo do campo de login) por dois motivos. Primeiro porque a conversão em Reais é mais barata e você vai me agradecer por isso e segundo porque o PayPal não se dá muito bem com Euros, ao menos na minha conta, sempre dá algum tipo de erro.

Feito isso, a compra é feita exatamente da mesma forma que qualquer compra realizada em sites nacionais… Se tem cadastro, faça login, se não tem, crie um (utilize o mesmo endereço que cadastrou no PayPal). Escolha seus jogos e/ou acessórios, vá para o carrinho e finalize a compra. A imagem abaixo mostra o passo-a-passo desse parágrafo.

ShopTo.net - Passo-a-passo para comprar

Atenção para o frete! Atualmente o ShopTo oferece 2 tipos. £2,50 que não possui código de rastreamento e £7,08 que possui. Mesmo sendo bem mais caro, opte pelo envio com código de rastreamento, pois assim em caso de extravio ficará mais fácil reclamar e ter o seu pedido atendido. O ShopTo é uma empresa confiável, mas a partir do momento que o produto é enviado ele passa na mão de diversas empresas até chegar na sua casa e no meio do caminho ele pode simplesmente “sumir”. Comigo nunca aconteceu, mas conheço alguns amigos que tiveram esse tipo de problema. Todos foram solucionados pela ShopTo, mas não custa evitar a fadiga, quer dizer, nesse caso custa pouco… ;)

Após selecionar a forma de pagamento, caso tenha optado pelo PayPal, aparecerá a tela de checkout. A partir daí os passos deverão ser como os exibidos na imagem abaixo…

ShopTo.net - Passo-a-passo para concluir pagamento via PayPal

Pronto… agora é só aguardar e torcer para que o jogo não seja taxado fazendo com que você pague 3 ou 4x menos que o valor cobrado por aqui. ;)

Mas e seu eu for taxado, o que acontece? Nesse caso, ao invés de receber o jogo, você receberá um recibo dos correios informando que o seu jogo está localizado na agência mais próxima do endereço de entrega. Basta levar esse recibo, pagar o valor discriminado no mesmo (normalmente é 60% do valor do pedido, mas no caso da ShopTo, como vem sem nota, a receita federal costuma cobrar um valor default e abaixo do de mercado) e retirar o game na mesma hora.

No passo-a-passo acima faltou falar uma dica importante e que poucos conhecem. Para calcular o valor do câmbio do dia, você pode recorrer diretamente ao Google. Basta digitar a conversão que deseja, como no exemplo da imagem abaixo: “26 libras esterlinas em reais” e o oráculo faz o trabalho pra você… (lembrando que o valor pode sofrer variações, pois o fechamento da fatura do cartão não é o mesmo do fechamento do pedido).

ShopTo - Calcular taxa de câmbio no google

Agora não há mais desculpas para comprar aquele jogo bacana que há tempos você estava esperando por uma redução de preço.

Para finalizar o post, deixo aqui algumas dicas extras:

  • Os jogos comprados na ShopTo são europeus, há vantagens e desvantagens nesse caso. Em alguns casos, você poderá contar com legendas em PT-PT, por exemplo que não existem em jogos lançados no Brasil (que são americanos), porém fique atento a jogos que possuem DLC`s. Caso você queira atualizar o seu jogo futuramente terá de obter a atualização em uma conta européia na PSN. Se não quiser se preocupar com isso, recomendo uma ótima loja americana que é a eStarland (só demora um pouco mais pra chegar, mas a loja é super confiável e também aceita PayPal).
  • Para acompanhar seus pedidos na ShopTo, basta entrar nos detalhes de sua conta e clicar na opção para exibir as compras efetuadas. Lá você verá o código dos correios para fazer o tracking. Recomendo cadastrá-lo no Muambator.com.br para não ter de ficar entrando toda hora nos sites dos correios. Sempre que houver alteração de status, você recebe um e-mail informando. Para donos de iPhone, há também o app Pacotes, que se associa a sua conta do Muambator e torna o acompanhamento bem mais simples;
  • E por fim, uma dica bacana para quem quer comprar créditos para a conta da PSN a um custo baixo. Utilizem o site CardsCodes.com que oferece uma infinidade de cartões pré-pagos para diversos serviços pelo mundo. Comprando via PayPal a liberação dos códigos é em menos de 1 hora e você recebe os mesmos em seu e-mail.

Espero ter ajudado… Boas Compras!


Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.