Posts de janeiro, 2011

Quer reclamar? Seja inteligente e esqueça o SAC…

Quem acompanha os Trending Topics do Twitter viu que esse final de semana entrou para a história com o caso Brastemp. Mais um capítulo da saga Consumidor X Marca que não precisava chegar ao ponto em que chegou, mas que por N razões fez com que a Brastemp caísse na boca popular de uma maneira que com certeza não gostaria que tivesse acontecido. Assista ao vídeo abaixo publicado pelo sr. Oswaldo Borelli em 20-01-2011 no Youtube e entenda o caso.

 

E tudo começou com um “simples vazamento de gás”… Percebam que por um simples vazamento de gás, toda a reputação que uma marca possui perante o consumidor pode ser “jogada fora”. Na onda do protesto, muitos outros consumidores que tiveram ou tem problemas semelhantes aproveitam o fato para relatar seus aborrecimentos também com a marca (basta ler comentários no twitter ou no próprio Youtube).

Segundo o sr. Borelli, em entrevista gravada para o FutureCast, o caso chegou a ponto de ter um dos diretores da Brastemp entrando em contato com ele se desculpando pelo ocorrido e se comprometendo a melhorar os processos de atendimento ao consumidor. No fim da tarde de sábado, a Brastemp também emitiu um comunicado oficial sobre o assunto.

Casos em que a diretoria deixa de ser mera espectadora e parte para a resolução do caso não é exclusividade da Brastemp. Um pouco mais abaixo, eu cito um dos meus casos de reclamação onde tive que recorrer ao presidente da Vivo para resolver um problema aparentemente simples e para quem está a um bom tempo na internet, é impossível não lembrar do caso do jornalista Maritonio Barreto e o seu site em protesto contra a Fiat.

Maritonio > Fiat > Palhaço

O caso do Maritonio X Fiat talvez seja um dos pioneiros na internet brasileira (ao menos não lembro de outro caso com tanta repercussão em uma época sem twitter, youtube e afins…). Nessa época tudo era diferente, menos os problemas. O caso do sr. Maritonio repercurtiu tanto que a montadora Fiat chegou ao ponto de conseguir liminares na justiça obrigando o consumidor a retirar o site do ar. Ele conseguiu colocar novamente através de um domínio .com e para a sua surpresa a Fiat conseguiu nova liminar para a retirada também desse site no ar. Diretores da montadora entraram em contato com ele e chegaram a elaborar um acordo, mas obrigavam o sr. Maritonio a não dar qualquer declaração a imprensa sobre o caso.

Não preciso dizer que todos esses acontecimentos apenas fizeram com que o site do sr. Maritonio fosse cada vez mais conhecido. Eu tento imaginar como seria a repercussão desse caso se na época existissem todas as redes sociais que temos hoje em dia. Entenda todo o processo e leia detalhadamente a cronologia dos fatos que envolveram o caso do sr. Maritonio com a Fiat.

Vivo: O caso em que (quase) fui atendido pelo presidente

Na verdade quem me atendeu (aliás, quem me ligou) foi uma assistente do presidente da Vivo, Roberto Lima (@robertoodelima), mas considero que o próprio resolveu o meu caso… ;)

Sexta-feira, 26-09-2008, era o dia marcado para o lançamento oficial do iPhone 3G em terras nacionais, a expectativa gerada era absurdamente alta e eu era um dos consumidores que aguardavam pacientemente o lançamento oficial no Brasil (poderia ter importado antes, mas fazia questão de ter o produto legalizado, com garantia nacional e afins…). Consegui comprar o meu apenas no domingo seguinte ao lançamento, mais exatamente no dia 29/08/2008 na loja Vivo do então recém-inaugurado shopping Bourbon Pompéia.

Tudo estava perfeito até as 6 da manhã do dia 01-10-2008 quando fui acordado com um torpedo da operadora (jamais vou esquecer desse torpedo, ainda mais com o sonho que estava tendo na ocasião). O SMS informava que a minha utilização já estava cerca de 60% acima do limite de uso, ou seja em apenas 3 dias de uso estourei a cota de dados e ainda ultrapassei 60% do limite. Claro que liguei para a operadora tentando entender o caso, mas como entender se nem os atendentes estavam preparados para entender esse caso e muito menos entendiam como se dava o uso de dados, uma vez que tudo era novidade, os planos para iPhone foram criados exclusivamente para o aparelho, não houve tempo de “decorar o script” de atendimento… Enfim, fiquei sem a resposta e sem o aparelho que deixou de funcionar no dia seguinte por ter atingido 100% de uso além de meu limite de dados.

Segui todos os procedimentos padrões, na seguinte ordem, reclamações na Vivo (com diversos protocolos de atendimento anotados), reclamação na Anatel (que realmente funciona, diga-se de passagem), reclamação no www.reclameaqui.com.br (que por incrível que pareça ainda está sem resposta, mesmo com o caso resolvido…), relato para o Advogado de Defesa do Estadão/JT (que entrou em contato comigo, mas o caso já havia se resolvido) e por fim, preparei um release para divulgação em blogs amigos e que eram referências em assuntos relacionado a Apple (MacMagazine foi um deles, mas o caso também foi solucionado antes da publicação).

Mas como o presidente da Vivo, Roberto Lima, ficou sabendo da história? Pra isso, contei com o apoio de meu ex-chefe que como jornalista, possuia uma série de contatos e um breve histórico de problemas com a Vivo também, eis que ele me fornece o e-mail do presidente e disse que o máximo que poderia acontecer era eu ser ignorado, mas que não custava tentar.

Bom… eu tentei e enviei um e-mail relatando todo o caso (educado como deveria ser, primeiro por estar falando com o presidente da empresa e segundo por que nem ele e nem os atendentes tem culpa do ocorrido. Haviam culpados, mas não eram as pessoas que me atendiam para a solução do caso.). O e-mail foi enviado na sexta-feira, 03-10-2008 aproximadamente as 12h, mas fiquei surpreso mesmo com a agilidade do atendimento. Aproximadamente as 18h da mesma sexta-feira recebi uma ligação (infelizmente não me recordo o nome) de uma assistente do presidente, informando que meu aparelho já havia sido desbloqueado para o uso, me pedindo desculpas pelo ocorrido e pedindo para eu testar o funcionamento do aparelho e que em 5 minutos ela retornaria a ligação para confirmar se o mesmo estava funcionando novamente.

Ela desligou, eu testei e realmente o aparelho estava funcionando. Fiquei feliz e surpreso. Passaram-se 5 minutos (contados) e ela liga novamente perguntando se estava tudo ok com o aparelho, pedindo novas desculpas e me informando que devido aos problemas ocorridos eu deveria receber uma fatura com uma valor acima de R$400 (de fato, recebi essa fatura, pois sua geração era automatizada pelo sistema), mas que era pra desconsiderar a mesma e que em seguida eu receberia uma nova fatura já com o valor correto do período. Tudo aconteceu conforme ela informou e no mês seguinte ela retornou a ligação, agradecendo a compreensão e informando que daquele momento em diante minhas cobranças estariam corretas e não teria mais problemas com a operadora. Coincidência ou não, o fato é que continuo na Vivo até hoje e ao comprar o meu iPhone 4 em 2010, na mesma loja do shopping Bourbon Pompéia, também no lançamento do aparelho, fui atendido exatamente pelo mesmo rapaz que havia me vendido o iPhone 3G em 2008, mas dessa vez, a fatura veio de forma correta… ;)

OBS: Devo confessar que tenho algumas teorias para que o meu caso fosse resolvido (direcionado) pelo próprio presidente. Entre elas o fato do iPhone 3G estar presente em quase todas as mídias da época e por consequência trazer uma enorme visibilidade para o caso e também a forma como conduzi o assunto, sem atropelar processos e com a calma necessária que o assunto exigia.

O Submarino não me queria mais como cliente

Esse aqui foi um pouco mais recente, ocorreu em Julho de 2009 e o caso não era tão grave como o da Vivo, mas demonstra o quanto as empresas estão despreparadas para lidar com seu CRM e oferecer sempre o melhor aos seus clientes analisando o seu perfil e entendendo melhor suas necessidades.

Sou cliente assíduo do Submarino desde 2002 e possuo um ticket médio de compras por mês no valor de R$140 desde essa época. Apesar de conhecer muitas pessoas que compram bem mais do que eu, me considero um bom cliente e fiel a marca. Mas em 2009 percebi que nada disso importava para o Submarino (e boa parte das empresas também).

Para resumir a história, recebi uma newsletter do Submarino com uma promoção bem vantajosa. Eles haviam acabado de fechar uma parceria com a Mastercard e o cartão deles passaria a ter essa bandeira e não mais o Aura que era usado até então. Como medida promocional, eles enviaram uma newsletter com a opção de aquisição do cartão com anuidade grátis para sempre, caso o mesmo fosse solicitado até o dia 17-07-2009. Não pensei duas vezes, afinal quem compra no Submarino sabe que eles sempre fazem promoções bem bacanas aos donos de seus cartões. O fato é que 4 dias após a solicitação, eles retornaram um e-mail informando que não poderiam fornecer o mesmo devido as políticas de crédito adotadas por eles.

Eu não ligaria caso o motivo fosse justo, pois eu poderia ter o nome sujo ou mesmo estar com problemas com alguma outra admininstradora de cartões, mas nada disso estava acontecendo e pior, eles me enviaram um e-mail contendo um texto padrão de desculpas por não poderem emitir o cartão, incluindo a seguinte frase: “(…)embora não exista qualquer fato desabonador.”. E foi justamente essa frase que me deixou com a pulga atrás da orelha, fazendo com que eu entrasse em contato com o SAC para entender melhor o motivo. Foi pior, pois no SAC informaram que realmente o cartão foi recusado, mas eles não poderiam informar o motivo, pois o mesmo era sigiloso para a empresa. Muitos consumidores parariam por aí e simplesmente deixariam de comprar na loja, mas eu fui além…

O Submarino não me queria como cliente... mas mudou de idéia.

Comprei o domínio www.osubmarinonaomequercomocliente.com (hoje, já desativado), montei um site-denúncia explicando todo o caso ocorrido e com informações detalhadas (o site está desativado, mas pode ser visto com todos os seus detalhes, aqui.), fiz uma nova reclamação no www.reclameaqui.com.br (dessa vez, houve resposta após a solução do caso) e comecei a divulgar para meus contatos.

O site foi ao ar em 21/07/2009 as 23h, até as 10h da manhã do dia seguinte ele teve cerca de 200 visitas e cerca de 30 retuítes. Parece pouco, mas com esse pouco, um representante do Submarino me ligou no dia seguinte (menos de 12h após o lançamento do site), pedindo desculpas pelo fato, informando que iriam rever os processos de atendimento (perceberam alguma semelhança com o caso do sr. Borelli? ;) ) e que se eu ainda quisesse o cartão o mesmo poderia ser emitido sem maiores problemas e com o limite que eu escolhesse (essa foi a parte mais engraçada… eu escolhi o meu limite, não foram eles que me impuseram o mesmo…).

Enfim… problema resolvido, site fora do ar, cliente contente e empresa “satisfeita” (ao menos eu acho que eles ficaram satisfeitos).

Esse caso e o da Vivo são apenas dois exemplos ilustrativos de como podemos ir atrás de nossos direitos. Eu os conheço e vou atrás, alguns me acham chato, mas são esses mesmos que me pedem ajuda sempre que estão com algum problema em alguma empresa… Para reclamar, não tem essa de ser pobre ou rico, de valer ou não a pena, isso nada tem a ver com classe social, apenas com seus direitos e deveres da empresa. Não fique reclamando que a empresa não resolve o seu problema, você já se perguntou se está fazendo o suficiente para que seu problema seja resolvido?

Encerrando o assunto…

As empresas precisam entender que não bastam terem a melhor empresa terceirizada em atendimento para resolver os problemas de seus clientes, elas não podem usar isso como desculpa e transferir toda a culpa para essas terceiras. Elas tem sim que ficar atentas a casos como o do sr. Borelli que não foi resolvido em 3 meses, mas foi solucionado a “fórceps” em menos de 1 semana com o vídeo publicado. Situações como a desse caso ou a do Submarino que mencionei acima, apenas demonstram que as empresas realmente ainda estão despreparadas para ouvir o que o consumidor pensa a respeito delas.

Elas andam se preocupando muito com o próprio umbigo a fim de evitar todo e qualquer risco de imagem que possam ter, mas esquecem de ouvir e compreender seus consumidores. Não bastam campanhas de incentivo ao consumo ou reforço ao branding, para a maioria das vezes soluções de problemas como um “simples vazamento de gás” também costumam funcionar…

Pedro Cortier escreveu um excelente artigo onde introduz uma questão relacionada aos “prosumidores”, que nada mais são do que nossos consumidores atuais, pró-ativos e geradores de conteúdo (seja para o bem ou para o mal) e enquanto agências e empresas não perceberem definitivamente que a situação atual mudou, teremos casos como os do vídeo abaixo…

Jogo Justo, apoie (corretamente) essa idéia!

Jogo Justo

Hoje, 29-01-2011, está sendo foi realizado o Dia do Jogo Justo. Mas o que seria esse dia? Trata-se de um dia simbólico de combate aos impostos altíssimos que os gamers brasileiros enfrentam ao comprar jogos por aqui. Simbólico porque alguns grandes varejistas que aderiram a campanha não entenderam as regras do jogo e usaram esse dia simplesmente para sua auto-promoção.

A idéia por trás do Jogo Justo é realmente válida e não interessa apenas aos gamers que consomem mensalmente produtos nesse mercado, mas sim a todos os brasileiros que sonham com produtos no Brasil a preços realmente justos. Uma iniciativa assim, caso traga resultados na forma como foi pensada, trará também benefícios a outros setores da economia brasileira.

Já participei de muitas discussões sobre o Jogo Justo em outros blogs e fóruns por aí. Há os que apoiam o projeto em sua totalidade, tem aqueles que são céticos e apesar de apoiarem “sabem” que o governo nunca concordaria com uma redução de impostos para “brinquedos e supérfluos” e há também os que pegam carona e apenas querem saber quando haverá uma nova promoção pra ver se conseguem comprar o jogo desejado.

Reduzir impostos não é uma coisa trivial e que vemos acontecer todos os dias, mas o governo sabe que com a redução o mercado se aquece, seja pra eletrodomésticos, seja pra carros e agora que seja pra games também! Para o caso dos games, talvez tenhamos um cenário um pouco mais simples (ou complicado, depende do ponto de vista), uma vez que hoje em dia os games recebem da Receita Federal a mesma classificação destinada aos “jogos de azar” e com isso temos aproximadamente 72% de impostos o que acaba fazendo com que eles sempre figurem em listas contendo os produtos que mais sofrem com impostos no Brasil.

Mas essa taxa que varia entre 60 e 80% não necessariamente é a taxa que representa uma venda oficial de games no Brasil. Entenda por oficial, todos os trâmites legais e necessários para se vender um produto importado em uma loja brasileira. E nesse caso, os impostos totais passam dos 160%! Assistam a reportagem do Gustavo Petró pela Globo News no vídeo abaixo ou leiam a matéria completa no G1 para mais detalhes sobre essa questão.

Com base nas informações acima e por me enquadrar no grupo dos maiores interessados no que diz respeito a redução de impostos para games, eu apoio, divulgo e incentivo cada vez mais o Jogo Justo, mas para que o projeto seja levado a sério precisamos principalmente que as empresas envolvidas o incentivem de forma séria e não utilizem a campanha #JogoJusto apenas para sua auto-promoção, como umas e outras andam fazendo por aí…

Jogo Injusto Walmart

Apoiar o Jogo Justo sim, mas vamos apoiar de forma enérgica, eficaz, inteligente e de preferência, sem segundas intenções… Manifestações negativas como as demonstradas acima no Twitter ou posts como o do Select Game, não são exatamente notícias que deveriam estar associadas ao projeto.

Saibam mais sobre o Jogo Justo no site do projeto. Aproveitem para seguir o perfil @jogojusto no Twitter e acompanhar a hashtag #JogoJusto.

Update em 30-01-2011:

A repercussão relacionada ao Jogo Justo chegou ao Jornal Nacional. Isso é uma grande vitória para a campanha, pois dessa forma a discussão é aberta a nível nacional e não fica restrita a um determinado nicho. Assista ao vídeo com a reportagem abaixo ou leia a matéria no site do JN.

Por que considero o Google Maps do iPhone/Android muito melhor que um GPS automotivo…

Que fique claro neste primeiro parágrafo que não sou contra o uso de GPS’s automotivos, muito pelo contrário, eles são bem úteis e práticos em muitos casos. O conteúdo abaixo relata a minha experiência de uso e o porquê de eu preferir usar o app Google Maps (nativo do iPhone/Android e que a partir de agora chamarei apenas de Maps) do que qualquer GPS automotivo (que daqui em diante será chamado apenas por GPS) em viagens por terras que desconheço.

Como alguns sabem, não possuo carro e nem pretendo possuir tão cedo (no meu caso por custos fixos completamente desnecessários, entre outros motivos que não convém citar agora). Sempre que vou a algum lugar um pouco mais distante e que normalmente envolve entretenimento, alugo um carro. Para quem nunca alugou um carro antes, saiba que entre os opcionais está sempre disponível um GPS por alguns reais a mais na diária do veículo, mas nunca fiz questão do aparelho por considerá-lo desnecessário no meu caso.

Vale ressaltar aqui que sempre tive facilidade em usar o Maps e nunca tive problemas com localização e/ou uso excessivo de dados (mesmo usando-o por muito tempo), logo nunca achei necessário pagar a mais por um recurso que eu já tinha em mãos.

Sempre vejo gente defendendo o uso do GPS por isso ou aquilo, assim como vejo gente defendendo o uso do Maps no iPhone, mas nunca vejo alguém demonstrando na prática o seu uso e o porquê de sua defesa. Então resolvi escrever esse post, com algumas informações, fotos e dados coletados em algumas viagens, explicando o meu ponto de vista e demonstrando na prática os motivos de minha escolha. Caso não concordem com algo ou achem que esqueci de algo, fiquem a vontade para usar o campo de comentários abaixo do post… ;)

OBS: Nas situações abaixo, sempre estarei falando em “nós”, pois estava em companhia da Ale (minha noiva-esposa).

Decidindo o destino ainda no hotel…

Aqui eu vejo a primeira vantagem em se utilizar o Maps. Ainda no hotel, na mesa do café, conseguimos decidir para onde ir, colhendo informações como a distância, tempo médio, cidades que passaremos no caminho e o que mais for relevante pra viagem “guiada”. Pra quem já usa o Maps cotidianamente no browser, fica fácil entender a facilidade e recursos disponíveis para encontrar e localizar determinados locais, pra quem ainda não tem familiaridade com o mesmo, visite esse overview da Apple e entenda melhor.

Google Maps - Localizando Pontos Tutísticos

Nesse caso, apesar da distância, decidimos por Canoa Quebrada, pois era um destino já definido ainda em São Paulo. Como vocês puderam notar na imagem acima, o Maps cumpriu bem o seu papel nos indicando a melhor rota disponível  para o destino que pesquisamos em ambos os casos (infelizmente, o Museu da Cachaça fica pra próxima viagem a Fortaleza :) ).

Fortaleza > Canoa Quebrada - Restando 46km

Dando um salto na viagem, na imagem acima exibo o print no Maps (sem zoom), com nossa localização (ponto azul) e o destino (ponto vermelho) com a indicação restante em 46,6km. A foto ilustra exatamente o local em que estávamos no mapa. E abaixo finalmente nossa chegada ao destino final. 2 horas e 40 minutos… 12 minutos depois do que previa o Maps quando ainda estávamos no hotel. No caminho, encontramos marcações exatas no mapa de alguns pontos como postos de gasolina (alguns desativados) e até mesmo feirinhas de artesanato locais.

Fortaleza - Canoa Quebrada

E na cidade? Como o Maps se comportou?

Na cidade o funcionamento do Maps foi tão bom quanto em locais afastados, além de um excelente guia ponto-a-ponto conforme já conhecemos e como é demonstrado na foto abaixo, cujo trajeto era o nosso hotel até a praia de Iracema (onde na orla há bons e reconhecidos restaurantes).

Maps - Centro de Fortaleza

Em um outro dia, enquanto estávamos a pé, resolvi fazer um teste com a busca de locais genéricos pela região, como “Pizzarias” e o resultado é mostrado na imagem abaixo, com destaque para a Coco Bambu que conhecemos e recomendamos.

Maps - Pizzarias no centro de Fortaleza

Mas e se você sair da rota? O Maps não vai te avisar e nem calcular o novo caminho, não é?

Eis um ponto que o GPS de fato trabalha melhor que o Maps, mas sinceramente? Não chega a ser um transtorno a falta desse recurso nativamente no Maps e no exemplo abaixo, acredite, até fomos ajudados pela falta do mesmo… ;) Foi um caso curioso onde no caminho para a Prainha havia uma placa adulterada que nos levava a Praia do Japão, ainda em desenvolvimento turístico e com uma série de caminhos sinuosos para chegar até lá. Na ocasião, tínhamos a rota da Prainha definida no Maps, mas ao encontrar a placa na estrada e como estávamos em movimento, não percebemos a adulteração (a foto abaixo foi tirada quando passamos novamente pelo local e parei no acostamento) e viramos seguindo a indicação na placa. Percebemos na hora, via Maps, que havíamos saído da rota. Se estivéssemos usando o GPS, ele faria o cálculo novamente e provavelmente não perceberíamos o erro. Mesmo assim resolvemos ir até a tal Praia do Japão no melhor espírito aventureiro. Chegando ao local e percebendo que apesar de uma estrutura inicial estar sendo construída, aquilo estava longe do que havíamos visto nos guias e sites de turismo falando sobre o local. Voltamos para o ponto de origem, tirei a foto e seguimos para a Prainha novamente… ;)

Placa adulterada sentido Prainha (Fortaleza)

Um outro recurso existente apenas no Maps e que não conseguimos na maioria dos GPS’s automotivos é a visualização aérea do local e a fácil manipulação do mapa com essa mesma visualização.

Maps - Fortaleza > Prainha - Vista Aérea

Não preciso dizer que esse recurso nos ajudou a identificar a “falsa” Prainha no exemplo acima, né? ;) O fato é que apesar do erro no caminho, 40 minutos após a saída do hotel estávamos em nosso destino… apenas 11 minutos depois do que o Maps nos informou no início da viagem e levando-se em consideração a mudança de rota no caminho…

Maps - Prainha - Vista Aérea e Local

Mas funciona em todos os lugares sem atualização ou inclusão de pacotes adicionais?

Sim. Exatamente isso, o que para alguns é uma desvantagem (ter o GPS atrelado ao Google Maps) para mim não só é uma vantagem como uma das principais vantagens com relação a um GPS.

Seguindo a idéia de usar casos de uso do Maps para exemplificar os motivos de achar melhor a sua utilização em detrimento ao GPS, abaixo incluo mais um exemplo, mas dessa vez em Santa Catarina, onde não tirei tantos prints como os acima, mas o Maps nos ajudou tanto quanto em Fortaleza e assim aconteceu também em outras cidades, como Natal e Floripa. Ou seja, em meu caso, até o momento não tive problemas com a não identificação dos locais via Google Maps que é normalmente usado como argumento a quem defente o GPS…

Ao visitar pela primeira vez Santa Catarina (cujo objetivo principal era ir ao Beto Carrero World e conhecer a Firewhip), ficamos em Itajaí que era próximo ao Aeroporto, porém passávamos quase todo o tempo em Balneário Camboriú. A situação aqui, se repetiu…

Google Maps - Itajaí > Balneário Camboriú

Em um determinado dia resolvemos ir a Blumenau e para isso também faríamos uso do Maps uma vez que não conhecíamos os caminhos. Além de nos ajudar a chegar em nosso destino, com o Maps, eu rapidamente conseguia consultar as cidades próximas e que estariam no caminho… com isso, fizemos um tour por cidades tão bacanas quando Blumenau, como Brusque, Gaspar e Ilhota.

Blumenau - Museu da Cerveja

Enfim…

Além dos exemplos acima, teria diversos outros pontos a favor do Maps:

- Bússola integrada ao Google Maps. Utilizando o acelerômetro do aparelho, basta girá-lo e identificarmos onde está o norte e qual é o sentido na rua que estamos seguindo;

- Nada de atualização de pacotes. Como cite acima, não dependemos de atualização de pacotes de cidades, pois as informações que ali estão são as mesmas presentes no Maps para desktop do Google.

- Utilização em qualquer local e não apenas no veículo. Dificilmente você levaria seu GPS para um passeio no ônibus, trem, metrô ou a pé… já o celular está sempre disponível para o seu uso, mesmo após estacionar o veículo.

E por aí vai… a lista vai longe para citar os pontos positivos que vejo para utilizar o Maps em detrimento do GPS.

Friso novamente que tudo o que citei acima é referente as minhas experiências de uso e como utilizo o recurso Maps do meu iPhone. Acredito que consegui demonstrar na prática o quanto me sinto familiarizado com o Maps e como um GPS não me faz falta alguma nas horas em que precisaria de um…

É bom lembrar também que cito o iPhone simplesmente por ser o aparelho que possuo, mas que muitos usuários de Android (e até alguns outros sistemas) também se sentem confortáveis com seus Google Maps nativamente instalados em seus aparelhos.

Espero que da próxima vez que resolver criticar o uso do Maps ao invés de um sistema de GPS automotivo, ao menos tenha passado pela experiência de uso do mesmo e caso o tenha feito, que tente entender que não existe apenas o seu umbigo no mundo e que as suas escolhas não necessariamente são as mesmas escolhas do outro, pois como demonstrei acima, SIM há pessoas que gostam e fazem uso constante do Maps sem qualquer problema ou “dor de cabeça”… :)

PS: Todas as fotos que ilustram nossas viagens foram tiradas com o próprio iPhone… duvido que seu GPS faria isso, ainda mais em HD… ;)

Qwiki ou o quê esperar das buscas no futuro…

Quem assistiu Wall-E deve se lembrar da cena em que o capitão da nave quer saber mais informações sobre um planeta chamado “Terra” e ao perguntar para o computador de bordo, obtém a resposta através de um vídeo auto-explicativo com fotos referenciando cada comentário. É exatamente esse o exemplo demonstrado por Doug Imbruce, um dos criadores do Qwiki, em sua apresentação no último Techcrunch Disrupt, que a grosso modo, poderia ser definido como uma espécie de Oscar de Startups.

 

Tudo o que aparece no Qwiki não está armazenado em seus servidores, mas sim em fontes já presentes na web, como google, youtube, wikipedia, fotopedia e mais o que imaginar. Basicamente eles transformam as informações estáticas em conteúdo interativo e isso é feito automaticamente pelo sistema. Esse é o “gol” do Qwiki! Ter um algoritmo capaz de pesquisar o assunto procurado em diversas fontes, reunir esses dados, separar o que é mais relevante e montar um vídeo explicativo na hora (que é claro, pode ter referências diferentes ao assistir pela 2ª vez) e disponibilizar a informação ao usuário.

Mas o Qwiki só “fala” inglês? Daí complica…

Como estamos falando de uma ferramenta nova e ainda em estágio Alpha, é claro que ainda faltam uma série de recursos, mas respondendo a essa pergunta… não, ela não “fala” inglês. Na verdade ela usa e abusa de recursos para reconhecimento do texto e dessa forma, faz com que o sistema sintetize uma voz e leia a informação ao usuário ao mesmo tempo que sincroniza as palavras faladas com as imagens mostradas. Complicado? Sim. Mas nada impede que o recurso, seja adaptado a outras línguas.

Como exemplo, vale citar o excelente Voiceover patenteado pela Apple e existente em qualquer Mac, cuja sintetização de voz inclui até mesmo a simulação da respiração humana para facilitar o entendimento de textos longos e pausas (com vírgulas, etc). Ele é um recurso essencialmente criado para facilitar o acesso a deficientes visuais ao Mac OS. Esse sistema já está adaptado a diversas línguas com seus fonemas característicos e possibilita inclusive a escolha do tipo de voz (masculina, feminina, grossa, fina, etc).

Como é a interface?

Bem simples, como todos os buscadores deveriam ser. O exemplo abaixo representa o ambiente com o login efetuado, já que para ver sem estar logado, basta acessar o site do Qwiki. Há um campo para buscas, uma área para buscas em destaques ao centro e um campo para inclusão de e-mail para receber novidades e susgestões de busca (clique na imagem para ampliar).

Qwiki - Interface

Ao se iniciar uma busca no sistema, temos algo parecido com o Google Suggest, porém já com uma prévia do que pode aparecer no conteúdo:

Qwiki - Interface - Suggest

Já a tela de resultados, exibe em sua área principal, o vídeo informativo contendo todas as imagens que referenciam pontos citados no texto. Enquanto o vídeo começa o seu carregamento, algumas imagens ainda não foram carregados, ou seja, a busca pelas referências continua a acontecer enquanto o vídeo está em andamento. Ao se clicar nas imagens, a leitura do texto é pausada e obtemos mais informações sobre a imagem selecionada, incluindo a sua fonte. Fechando a imagem, a leitura do texto continua do ponto em que havia parado. Abaixo deste conteúdo principal, temos outros artigos relacionados com a busca principal. Ainda surgem artigos que pouco tem a ver coma busca principal, mas acredito ser um problema facilmente corrigido quando passarmos da fase Alpha do Qwiki.

Qwiki - Interface - Resultados da Busca

Além disso, há alguns botões acima da área principal com algumas funções bacanas. Para incluir conteúdo relacionado ao tema (um link para foto ou vídeo, por exemplo), clique no botão “Improve this Qwiki”. Já ao se clicar no botão “Contents”, temos uma série de detalhamentos sobre a busca efetuada, inclusive links relacionados para diversas informações não necessariamente apresentadas no vídeo, como na imagem abaixo.

Qwiki - Interface - Itens Relacionados

Enfim, a interface deve agradar a todos, mas ainda acho que deverá evoluir, conforme o Qwiki for recebendo os feedbacks dos usuários.

OBS: Citei acima que na tela inicial há um espaço em que podemos cadastrar nosso e-mail para recebermos sugestões de buscas ou informações. Vejam a susgestão BACANA EVER que o Qwiki me mandou ontem… ;)

Qwiki - Sugestão de busca por e-mail

Também há a expectativa por um App para o iPhone (ainda em desenvolvimento). Ter um despertador como o do vídeo abaixo, já não é um sonho futuro…

Será que vai vingar? E o google? Não vai comprar?

Não tenho dúvidas que o Google já está de olho no Qwiki, mas ainda não se manifestou (ao menos publicamente) sobre uma possível aquisição. Além disso, li essa semana no ReadWriteWeb que o Qwiki recebeu uma série de investimentos milionários e entre os principais investidores, está o brasileiro Eduardo Saverin. Ou seja, há interessados no negócio e tudo indica que a ferramenta não vem para apenas “fazer cócegas” nos grandes, mas sim para se tornar uma ótima forma de pesquisa para seus usuários e claro, arrecadar mais alguns milhões de outros investidores…

Ainda não troquei o google pelo Qwiki… na verdade acho que ninguém fará isso. Ele servirá mais para buscas específicas em determinados tópicos. E claro, uma excelente fonte de pesquisas acadêmicas. Impossível não dizer isso e relembrar meus tempos de Barsa e Enciclopédia Abril…

Mas quem sabe como será o futuro das buscas daqui pra frente? Eu, sinceramente, não arrisco palpite algum… ;)

PS: Assista uma compilação contendo todos os vídeos apresentados no último Techcrunch Disrupt e conheça todos os finalistas e vencedores em diversas categorias. Alguns dos serviços apresentados nós já conhecemos e se não conhecemos ainda, vamos ouvir falar bastante… ;)

Tenha mais informações no blog do Qwiki.

Que tal “humanizar” seu site com o humans.txt?

Qualquer um que esteja envolvido com SEO, SEM e Web Standards, já deve ter ouvido falar do robots.txt. Entre todas as técnicas utilizadas para um melhor posicionamento de seu site nos buscadores, ele é mais um dos recursos a serem utilizados.

Sempre que escrevemos um código semântico estamos visando máquinas (não estou levando em consideração a questão do legado) e a interpretação que as mesmas fazem do código. Da mesma forma, quando criamos um arquivo sitemap.xml ou robots.txt, estamos passando determinadas instruções para as máquinas.

Ok… mas e nós? Humanos? Metadados são tão importantes para nós quanto para as máquinas… foi pensando nisso que algumas pessoas resolveram criar o http://humanstxt.org. E com o slogan We Are People, Not Machines, eles demonstram claramente o propósito do projeto.

humans.txt - We are people. Not machines.

Que fique claro, o humans.txt não é mais uma técnica de SEO e não trará mais visitantes a sua página. Também não é uma brincadeira (apesar de muitos acharem isso). Trata-se apenas de uma tentativa de padronizar a forma como é apresentada os autores de um determinado site. E eu achei muito bacana isso, tanto que já fiz o humans.txt do designando;)

Não há regras para criação do arquivo. Você é livre para incluir toda e qualquer informação que achar útil ser apresentada, mas o Abel Cabans, um dos criadores do projeto, pensou em uma forma bem bacana de apresentar seus dados e todos os outros membros da equipe decidiram seguir o formato. Por sinal, é o formato que resolvi adotar também aqui para o blog.

Quer fazer o mesmo em seu site? Crie o arquivo (simplesmente um txt), salve-o na raiz e cite a tag author em seu código, como exemplificado abaixo:

<link rel=”author” type=”text/plain”  href=”http://seu_dominio/humans.txt” />

Para mais detalhes sobre o projeto humans.txt ou para conhecer a equipe envolvida, acesse http://humanstxt.org.

Vídeo: Um Planeta Faminto e a Agricultura Brasileira

Como tornar um assunto que seria relativamente chato e maçante a boa parte da população, divertido e interessante?

BasfAgro - Vídeo: Um Planeta Faminto e a Agricultura Brasileira

Com o vídeo “Um Planeta Faminto e a Agricultura Brasileira” a divisão Agro brasileira da indústria química Basf tenta fazer com que os brasileiros se preocupem mais com a origem de seus produtos e consequentemente enalteçam a produção agrícola nacional. Além de fazerem uma bela homenagem ao agricultor brasileiro.

Usando a abusando de técnicas de data visualization a produtora ZAP Filmes em conjunto com agência e21 criaram um vídeo excepcional que demonstram a importância do agricultor em nossas vidas. Confesso que nunca me interessei tanto pelo assunto, mas com esse excelente vídeo é impossível não começar a se preocupar. Comigo, a idéia funcionou… ;)

 

Assista também a versão americana, produzida pela BASF nos EUA e que originou a versão brazuca, acima.

Números interessantes nas 2 primeiras semanas de blog…

…2 semanas! 2 semanas! Parece que foi ontem que voltei a blogar… como o tempo “avoa”… 7 anos postergando a volta e quando volto tudo parece mais complicado. Sabia que seria assim, afinal não disponho do mesmo tempo que a alguns anos atrás, mas a volta não foi apenas por “querer” voltar a blogar, mas sim por necessidade de ter um espaço para experimentos (SEO principalmente), discussões e “desestressamento”, sim, escrever me acalma… ;)

E essas duas semanas me mostraram que eu não estava tão enferrujado assim, tive poucas visitas (considerando o que tinha a 7 anos atrás), mas muito mais do que eu esperava. Aos poucos vou reestabelecendo minha rede de contatos e nessas duas semanas que se passaram deu pra tirar alguns números interessantes referentes aos visitantes do blog.

Já sei que depois do Google e do tráfego direto, a maior parte de minhas visitas anda vindo do Facebook, seguido pelo Twitter, após isso o tráfego parte de outras redes de relacionamento e por fim em links de páginas que existem desde quando eu blogava a 7 anos atrás… ;)

Mas o mais bacana é analisar as preferências dos usuários…

Se pensarmos apenas em browsers… eu sei que 40% do meu tráfego vem do Firefox, 23% do Chrome e 19,33% do IE.

Blog Estatísticas - Browsers

Se pensarmos apenas em sistemas operacionais… eu vejo que, como era de se esperar, o Windows domina com 54%, seguido pelo Mac OS com 30%, mas daí vem uma baita surpresa… o 3º colocado é nada mais, nada menos que o iPhone com 10% de visitas. Confesso que realmente fiquei surpreso com esses dados…

Blog Estatísticas - Sistemas Operacionais

Daí ao misturarmos Browsers e Sistemas Operacionais… obtemos um empate técnico! Engraçado saber que os 40% de Firefox que visitam o blog, se dividem por igual entre Windows e Mac. Bom saber que ao menos em minha audiência o IE perde sua força consideravelmente… ;)

Blog Estatísticas - Sistemas Operacionais vs. Browsers

Por fim, a melhor das estatísticas em minha opinião, a Resolução de Tela… e com ela descobrimos que o 800×600 simplesmente morreu! Isso vai virar assunto de um post futuro, mas posso dizer com todas as letras que no meu quintal o 800×600 morreu! :)

Blog Estatísticas - Resolução de Tela

Estes são apenas números colhidos nas duas primeiras semanas de blog (entre 08/01/2011 e 21/01/2011), todas as informações acima podem (e vão) sofrer alterações, mas é bacana acompanhar o comportamento dos usuários e como anda indo (no seu quintal) a “guerra” entre browsers e sistemas… ;)

Os dados acima foram tirados via Google Analytics em conjunto com o plugin para WordPress WP Google Analytics.

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