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iTunes, AppleTV e a organização de seus arquivos…

Para usuários de Mac de longa data o iTunes é um aplicativo que faz parte da história (2001 manda lembranças). Muito antes dele ser o software oficial e obrigatório para a sincronização de arquivos entre iPod’s, iPad’s e iPhone’s. Para estes usuários, o rumo tomado pelo iTunes foi natural ao longo do tempo e ele pode ser considerado o ponto-chave da estratégia da Apple em tornar o computador pessoal em um “hub digital”, mas esse assunto fica para outro post, o foco agora é organização de arquivos no iTunes e a importância disso para uma correta visualização em seus devices, como por exemplo, a AppleTV.

Boa parte dos usuários Windows reclamam do fato de que para se ter um “iDevice” é necessário também a instalação do aplicativo iTunes na máquina, afinal ele será o centralizador de tudo a partir de sua aquisição. E essa mesma maioria reclama do software justamente por já estar acostumado a usar algum outro player, e ao migrar de software encontra algumas dificuldades comuns a todos os usuários que efetuam uma troca do gênero.

Antes de qualquer explicação, vamos entender o conceito do iTunes. A maioria absoluta dos players no mercado (desde os tempos do winamp) organiza seus arquivos de acordo com o nome dado ao arquivo (Banda ABC – Música XYZ.mp3, por exemplo), mas o iTunes não leva em consideração o nome de seus arquivos. Para ele, o mais importante é o tagueamento ID3. Isso exige um maior grau de organização do usuário. Caso você esteja importando um CD, talvez você não tenha problemas com o ID3 das músicas, pois o iTunes atualiza automaticamente as informações baseadas no CDDB, mas se está organizando sua biblioteca antiga recentemente importada ao iTunes, pode sim, ter alguns problemas devido a ausência ou preenchimento incorreto dos ID3 das músicas.

Uma vírgula incorreta pode significar a separação de músicas do mesmo álbum em pastas diferentes. Por exemplo, imagine que você tenha diversos álbuns da banda AC/DC em sua biblioteca, mas alguns arquivos possuem o nome AC-DC (com hífen) e outro AC/DC (com barra). O iTunes organizará o conteúdo em pastas diferentes. Ou então quando você baixa arquivos de diferentes fontes. Supondo que baixou alguns álbuns da cantora Alanis Morissette e em algumas dessas fontes o nome dela veio como Alanis Morissete (Morissette com apenas 1T). Nesse caso você também terá pastas diferentes para a mesma cantora. Ao corrigir o ID3 das músicas, o iTunes automaticamente realocará os arquivos em suas pastas corretas.

Em tempo: O preenchimento correto do ID3 é fundamental não apenas para o iTunes. Uma vez efetuado o preenchimento, as informações se tornam um metadado universal de seu arquivo MP3. Em qualquer local ou dispositivo ele será reconhecido e lido da forma como originalmente foi escrito e você sempre terá uma biblioteca limpa e atualizada.

Felizmente essa edição pode ser feita no próprio software, selecionando a música, clicando com o botão direito e indo em Obter Informações (aba Informações). Os principais ítens a serem preenchidos são: Nome da Música, Artista e Álbum, os demais ítens são importantes quando a música faz parte de uma coletânea, por exemplo. Você pode organizar múltiplos arquivos de uma vez, para isso basta selecioná-los e efetuar o mesmo processo citado acima. A inclusão de uma capa também é bem simples (para um ou vários arquivos), bastando que você arraste o arquivo de imagem para o campo CAPA, caso tenha selecionado apenas uma música, haverá uma aba CAPA para ser escolhida. Eu particularmente prefiro editar diretamente no iTunes usando o método mencionado, mas há quem prefira outras alternativas. Como não utilizo nenhum software no Mac, então não tenho nenhum para recomendar, mas alguns amigos que utilizam Windows, recomendam um chamado ID3 TagIT.

Há também uma decisão importante ao organizar a sua biblioteca. Como você deseja organizar suas pastas de arquivos? (aquelas onde ficarão seus arquivos .MP3). Entrando no menu Preferências > Avançado você deve ver algumas opções como na imagem abaixo.

iTunes - Preferências de Organização de Arquivos

Há duas opções importantes a serem selecionadas. A primeira é se deseja “Manter a pasta iTunes Media organizada” e a segunda é se deseja “Copiar arquivos para a pasta iTunes Media ao adicioná-los à biblioteca“. RECOMENDO manter ambos selecionados. Dessa forma, sempre que você arrastar qualquer música (de qualquer origem) para a janela do iTunes, ele automaticamente fará uma cópia do arquivo para a pasta iTunes Media e organizará o mesmo de acordo com as indicações ID3 presentes no arquivo.

Com relação a organização da pasta iTunes Media pelo iTunes, essa é a estrutura de arquivos gerada por ele:

Estrutura de arquivos da pasta iTunes Media

Desde a versão 9 do iTunes as pastas dentro de iTunes Media são organizadas como na imagem acima. Veja no site da Apple mais algumas informações relevantes sobre a organização de arquivos da pasta iTunes Media.

Eu sou particularmente chato com relação aos meus ID3′s. Ainda não tenho todos os meus arquivos tagueados corretamente, mas a maioria deles estão como a representação abaixo. Tirei um print do mesmo arquivo selecionado tanto no iTunes, quanto na estrutura de pastas (que o próprio iTunes organizou). Clique nas imagens abaixo para ampliar.

Print - iTunes Library   Print - iTunes Library - Organização de Arquivos

Se você não tiver seus ID3 preenchidos em seus arquivos, trabalhar com o iTunes pode se tornar um verdadeiro caos. Originalmente o iTunes prioriza quem faz a compra de seus arquivos musicais através da iTunes Store (algo absolutamente normal quando 70% de todas as músicas compradas online no mundo, provém a partir de sua própria loja) ou então ripa seus próprios CD’s de música. Isso não significa que você não pode baixar seus MP3 “pirateados” de algum outro site, é que apenas através destas duas formas, seus ID3 estarão corretamente preenchidos. Ao baixar qualquer música da internet, você está a mercê de como o cara que criou estes arquivos preencheu os ID3 e dessa forma, você poderá ter N variações e preenchimentos incorretos, fazendo com que você tenha ao menos o trabalho de preencher o ID3 corretamente, caso queira visualizar sua biblioteca de forma organizada.

O iTunes é um software bem completo no que diz respeito a suas funcionalidades de player e organizador de arquivos. Observando a página de A a Z da Apple sobre o iTunes é difícil encontrar alguma funcionalidade que o aplicativo já não faça nativamente. De qualquer forma sempre vai existir algo que um determinado usuário precisa (e que pode não ser tão importante para outro usuário), mas que não está presente no aplicativo. Como a maioria absoluta dos aplicativos para Mac permitem o acréscimo de funções via AppleScripts, o iTunes não fica de fora dessa lista. Sendo assim, recomendo uma pesquisa no Doug’s AppleScripts for iTunes, onde é possível baixar uma série de extensões (até o momento, quase 500 funcionalidades extras) para o iTunes for Mac (se você for um usuário Windows, também há uma sessão específica com algumas funcionalidades extras, mas infelizmente não conheço quem já tenha usado alguma, se você já utilizou, deixe seu feedback nos comentários abaixo).

E se você continua com problemas para organizar seus arquivos, saiba que não é o único no mundo. Antes de “descer o malho” no software “por que ele não faz aquilo que EU gostaria da forma como EU gostaria“, tente entender o que pode estar sendo feito de errado ou então peça ajuda como foi feito aqui ou aqui, sempre haverá alguém disposto a ajudar (sinta-se a vontade com os comentários abaixo). :)

Veja o vídeo abaixo que demonstra na prática como eu organizo meus arquivos e como o iTunes me ajuda neste processo:

 

 

Visualizando seus arquivos no AppleTV…

Falamos de organização de arquivos, mas e a visualização de tudo isso no AppleTV, como fica? O vídeo apresentado abaixo é a continuação do exibido acima. Há uma explicação sucinta sobre o que é exatamente o AppleTV para quem não o conhece ainda, mas o destaque fica por conta da exibição da biblioteca de arquivos, cuja organização está diretamente ligada ao que falamos logo acima.

 

 

Enfim, a organização de seus arquivos é de importância vital para a correta visualização dos mesmos em seus diversos “iDevices”. Sem a correta organização dos ID3, não é apenas o que aparece no iTunes que ficará desorganizado, tudo o que for visualizado no iPod, no iPad, no iPhone e na AppleTV e que dependa de sua biblioteca do iTunes ficará também desorganizado. Usuários Windows podem até reclamar que o iTunes é lento em suas máquinas (no Windows, de fato ele é lento), mas em termos de organização de conteúdo, justamente devido ao conceito de ID3, ele é imbatível. Basta ser organizado.

Então mãos a obra. Está esperando o quê para começar a organizar decentemente seus ID3? ;)

Rovio e sua máquina de fazer dinheiro, apresenta… Angry Birds Rio!

E não é que a a Rovio atacou novamente? Dessa vez com Angry Birds Rio. Devo confessar minha admiração por essa desenvolvedora, ela conseguiu um feito que todas as outras buscam, tornar seus jogos ícones mundialmente famosos e licenciar produtos para todas as idades a partir de seus personagens… o resultado disso pode ser traduzido pelo som da caixa registradora da empresa que não deve parar um instante. ;)

Em janeiro de 2011 a Rovio anunciou que lançaria Angry Birds Rio em março deste mesmo ano. Em uma parceria perfeita (e até certo ponto inédita) com a 20th Century Fox, ambas empresas conseguiram associar a marca de seus lançamentos de forma que parecesse um casamento perfeito. Enquanto em um trecho do filme há uma menção a Angry Birds divulgando ainda mais a marca dos “passáros raivosos”, o novo jogo dos passarinhos trás uma excelente forma de divulgação do novo filme, com os elementos originais do jogo modificados para se enquadrarem perfeitamente a sua história. Veja os dois vídeos abaixo:

 

 

Tenho certeza absoluta que esse tipo de ação será mais frequente daqui pra frente, mas o grande diferencial nesse caso é a natural adaptação entre as mídias que partiu do conceito original de suas histórias (jogo e filme) e com pequenas modificações no jogo original e uma ampla visão de mercado dos produtores, a possibilidade bateu a porta.

Falando um pouco sobre Angry Birds Rio, o jogo…

A mecânica do jogo é exatamente a mesma apresentada no Angry Birds original, porém como dito acima, alguns elementos foram adaptados e vão de encontro a temática do filme. A tela inicial já nos dá a nítida impressão da fusão entre as mídias…

Angry Birds Rio - iPhone - Tela inicial

O jogo foi dividido em uma série de níveis contendo cada um 60 fases diferentes que desafiam o jogador, a princípio apenas as duas primeiras fases estão disponíveis aos jogadores e como sugere a tela abaixo, as demais fases serão liberadas apenas no decorrer do ano, conforme a imagem abaixo.

Angry Birds Rio - iPhone - Futuras atualizações...

Com esse tipo de jogada a Rovio mantém os seus jogadores interessados em seu jogo durante um bom tempo. Essa é a fórmula dos games atuais, eles não precisam ser distribuídos 100% finalizados ao consumidor (mesmo que o jogo já esteja pronto), guarde surpresas e faça atualizações periódicas e com isso a cada nova atualização obtenha milhões de downloads e mídia espontânea gerada por todos os usuários a cada nova atualização. Taí o segredo da Rovio… manter o seu jogo na mídia o máximo de tempo possível.

A primeira fase trás de cara surpresas bem agradáveis aos fãs da série. Esqueçam os porcos e vejam pássaros engaiolados tão carismáticos quanto os personagens anteriores. Em tempos em que tudo é, de certa forma, tratado como politicamente correto, nada melhor do que ajudar os passarinhos a fugirem de suas gaiolas.

Angry Birds Rio - iPhone - Gráficos melhorados

Touché! Anote mais 3 estrelas para a Rovio por isso… :)

Angry Birds Rio - iPhone - Level completed!

A segunda fase que já está liberada é menos politicamente correta, ou melhor, nada politicamente correta com relação a anterior (me devolva aqui as 3 estrelas… rs). A idéia aqui é fazer os micos cairem de seus pedestais. Derrube-os e alcance a glória, simples assim… ;)

Angry Birds Rio - iPhone - Derrubando macacos...

E aqui a Rovio mostra que sabe o que é preciso para um jogo fazer sucesso. Os gráficos não são simplórios… o game precisa ser simples o suficiente para agradar o público de todas as idades, mas os gráficos e animações não precisam seguir essa linha. Pelo contrário, as caras e bocas que os micos fazem enquanto caem são simplesmente hilárias e com isso sentimos “prazer” em derrubar os lindos macaquinhos do topo das colunas. Claro que o som faz seu show a parte. E é esse um dos principais segredos desse jogo, personagens carismáticos, excelentes gráficos e som devidamente tratado como rei. Mais 3 estrelas aqui, por favor…

Angry Birds Rio - iPhone - Queda dos macacos...

Claro que o jogo não atingiria tantas pessoas se o mesmo não fosse disponibilizado para N plataformas e por enquanto o Angry Birds Rio pode ser encontrado nos seguintes locais e para as seguintes plataformas… iPhone/iPod touch (US$0,99), iPad (HD – US$3,99), Android (Free) e na Mac App Store (US$4,99).

Enquanto o filme não estréia oficialmente por aqui (a estréia brasileira está prevista para 08/04/2011 e a mundial para 15/04/2011), assistam ao trailer no vídeo abaixo e assim como eu, aguardem ansiosamente a estréia… ;)

 

Mais sobre RIO, o filme: http://www.rio-ofilme.com.br

Seria o IE6, um câncer na internet?

Go home, IE6! - Créditos: momentile.com / robotjohnny.com

14/03 (hoje) deveria ser o dia em que todos os desenvolvedores e designers de sites pulariam de alegria, afinal será disponibilizado a todos os usuários a versão final, e tão aguardada, do IE9. Como sempre a Microsoft mostra uma série de firulas que realmente pouco importam, mas os desenvolvedores e designers não veem a hora de finalmente contar com um suporte decente a javascript e principalmente a html 5 no browser mais popular entre os usuários de internet pelo mundo.

Mas no começo do parágrafo acima eu disse “deveria”, pois para um sem número de devs e designers o pesadelo não acaba nesse dia. Isso por que ainda teremos de conviver com a sombra impiedosa e calculista do (com licença da palavra) IE6. O famigerado browser nascido em 2001 e que foi o responsável por jogar a última pá de cal no então “velhinho” Netscape chegou a ser usado por mais de 80% dos internautas do mundo (não vou entrar no mérito do truste promovido pela Microsoft e o fato dela embutir essa “praga” em seu sistema operacional).

O fato é que com 80% de domínio no mercado (início/meados da década passada) fica fácil e cômodo para empresas de diversos setores pensarem exclusivamente nesse browser ao produzirem sistemas e sites para a internet. Até hoje existem sistemas internos de empresas (grandes empresas) que simplesmente não funcionam em um ambiente diferente do IE6. Alguns, por incrível que pareça, não funcionam nem mesmo em IE7. Daí é fácil entender por que essa porcaria não morre! Pensando friamente, dá pra imaginar os custos que a empresa teria entre troca de máquinas, reformulação de sistemas e por que não, treinamento de funcionários, uma vez que os sistemas seriam renovados. Por experiência própria, sei como isso funciona e sofro na pele a cada hack (sim, não quebro a cabeça e uso hacks pra esse “browser”) que preciso implantar para adaptar sites ao IE6.

Em 01 de Março de 2010 o Aten Design Group promoveu o funeral oficial do IE6 com direito a uma coroa de flores enviada pela própria Microsoft. Não foi suficiente…

Há um bom tempo, uma campanha foi criada via Twibbon, onde mais de 18 mil pessoas aderiram e incluíram o selo “IE6 Must Die” em seus avatares no twitter. Ainda não foi suficiente…

Em meados de 2009 o Google começou uma campanha oficial e passou a exibir um aviso a todos os usuários que ainda acessavam o Youtube com o IE6. O aviso informava que o Google deixaria de dar suporte ao IE6 e solicitava aos usuários que fizessem o download de um browser “mais moderno” (incluindo links para Firefox, IE7 e Chrome). Até mesmo um site “for dummies” explicando o que é browser foi criado. Posteriormente o mesmo aviso surgiu no Orkut, Docs e demais serviços oferecidos pelo Google. Vale deixar claro que os usuários do IE6 não seriam proibidos de acessar os sites em questão, mas alguns (vários) recursos deixariam de funcionar para esse browser. Era o sonho de todos os devs e designers, afinal era o que se comentava por aí. Assim que os sites/serviços mais populares na web começassem a não mais funcionar no IE6, uma explosão de “downloads de IE7″ tomaria conta da internet. Não foi bem assim, afinal a grande massa de IE6 do mercado ainda estava/está dentro das empresas e é sabido que em sua grande maioria, sites de relacionamento e vídeos são bloqueados para a maior parte dos funcionários, ou seja, máquinas pessoais atualizadas, mas empresariais não.

Não dá pra botar “toda a culpa” no Google, mas o fato é que sua campanha (incluindo aí, o lançamento do Chrome) contribuiu e muito para a diminuição de uso do IE6 no mercado mundial. A última alta do IE6 foi em Agosto de 2008. De lá pra cá, sua utilização caiu de 29% para meros 4,6%, a causa está quase ganha, mas é incrível como 5% pode incomodar

O artigo “Kill IE6 to let CSS3 live” no CSS3.info foi escrito em Abril de 2007, mas impressiona o fato dele ainda estar atual. Cabe basicamente a todos nós a tarefa de educar os usuários para a importância em se utilizar um browser moderno. Se o usuário não entende questões semânticas, facilidade em desenvolver funcionalidades ou mesmo gráficos e efeitos “bonitinhos”, vale apelar para a segurança de seus dados transmitidos na web.

Mas e para o meu cliente que de jeito nenhum quer atualizar o seu browser e faz questão que o seu site funcione perfeitamente no IE6?

A melhor (e em alguns casos, única) solução para isso é falar a língua que o cliente mais entende… CUSTO e PRAZO! Se ele faz questão que o seu site/projeto funcione perfeitamente bem em todos os ambientes (incluindo aí aquele “background giratório” e o “logo saltitante” ;) ), mostre o quanto vai demorar a mais para adaptar o site a um browser ultrapassado e que não suporta sites como esses ou esses.

O Diego Eis da Visie escreveu um artigo com alguns pontos que você pode usar como argumentos para reforçar sua opinião perante o cliente com relação aos custos e prazos.

Se o cliente não acreditar em você ou no Diego, talvez acredite na própria Microsoft que recentemente lançou o ie6countdown.com, cujo objetivo é incentivar a diminuição do uso do IE6 a níveis menores que 1%, o que já foi atingido em alguns países.

Por fim, se nada disso adiantar, mostre esse gráfico criado pelo Alan Foreman para o poisonedminds.com, talvez funcione…

Time breakdown of modern Web Design - Créditos: poisonedminds.com

 

Quem sabe assim, acabamos de vez com esse câncer da internet… ;)

Review: Domino Box (iPhone)

Sempre estou em busca de novos jogos e apps para iPhone e um dia desses um amigo me indicou o Domino Box. Como sempre faço antes de comprar algo, procuro vídeos e mais informações sobre os apps indicados. Gostei do que vi e principalmente gostei também da apresentação do game… gráficos simples, mas que logo de cara percebemos que tiveram cuidados especiais com os detalhes e  um bom site de divulgação e demonstração do app, coisa rara em apps nacionais.

Domino Box - Tela Inicial

Comprei… e não me arrependi. Já perdi algumas horas jogando-o, mas daí entra um dos principais problemas que encontrei, a falta de conexão com outros iPhones via Bluetooth. Para se jogar com mais pessoas é preciso dividir a tela de jogo, no caso do iPhone, é preciso trocar o aparelho de mãos sempre que finalizar uma jogada. Na imagem abaixo é mostrada a tela com a frase “Player 1 – Toque para jogar” aguardando a movimentação do próximo jogador. Não chega a ser ruim, mas confesso que fiquei mal acostumado com alguns jogos que me permitem jogar via Bluetooth. No site de apresentação do game, os desenvolvedores deixam claro que em um próximo update esse recurso será disponibilizado.

Domino Box - Exemplo de jogada

Como é o jogo

A mecânica do jogo é bem simples, não vou comentar aqui sobre as regras do jogo de dominó, pois a grande maioria já deve conhecer, vou focar na forma de jogar… e as 3 imagens abaixo ilustram bem como ocorre a movimentação no jogo.

Domino Box - Exemplo de jogada

Ao selecionar uma pedra, o próprio jogo já apresenta o posicionamento que ela pode ocupar, caso seja possível jogar a pedra nas duas pontas, ambas ficarão em destaque.

Domino Box - Exemplo de jogada

Após a jogada efetuada a pedra ocupa o espaço selecionado e a vez passa a ser do adversário.

Domino Box - Exemplo de jogada

Um ítem que acredito que poderia ser melhorado é justamente a disposição das pedras na tela conforme elas vão se encaixando. Diferentemente de um dominó real quando não há mais espaços na mesa e os jogadores mudam a direção de posicionamento das pedras, no jogo para o iPhone isso não é possível o que faz com que tenhamos de rolar a tela para a esquerda ou direita devido ao acúmulo de peças na mesa.

Domino Box - Interface

Acredito que poderia ser acrescentado um movimento a mais onde o jogador poderia escolher o direcionamento da pedra (para quem já jogou os games da Zynga no Facebook, deve lembrar do conceito de rotação de objetos, que ao meu ver poderia ser aplicado aqui), junto com essa funcionalidade poderia ser acrescentado o zoom (pinça) para uma melhor visualização das pedras quando muitas estiverem na mesa (e até facilitar a contagem, para quem faz isso… ;) ). Enfim, são apenas opiniões que poderiam melhorar esse ítem. Como não participei do desenvolvimento não sei se foram aplicados testes de usabilidade no aplicativo e com isso chegaram a solução atual.

Mas independentemente disso, a diversão não é prejudicada. Ao menos comigo o fator replay continua ativado desde a compra (2 semanas atrás) e sempre que posso retorno ao jogo em andamento… :)

Dificuldade do jogo

O jogo não tem níveis de dificuldade a escolher, ela é default. Há momentos em que você está com “muita sorte” e todas as pedras se encaixam perfeitamente e não há chances para o computador. Com a técnica de contagem das pedras, simulei várias situações onde eu “facilitava” a vida do computador, mas ele teimava em jogar no local “mais difícil para ele”. Mas isso não significava que eu ganharia em seguida, ou seja, “fazia parte da estratégia da máquina”… ;) Claro que assim como qualquer outro jogo, é muito mais divertido jogar contra um amigo, mas nem sempre isso é possível.

Um amigo me apontou um “erro”, mas ao ver do que ele estava falando percebi que não chegava a ser um erro devido as regras do jogo escolhido. O computador baixou todas as peças dele e sobrou uma peça branca “na mão” de meu amigo (0:0 – Zero pra quem está acostumado a jogar dominó “de verdade”), mas o jogo acusou empate. Na cabeça dele não deveria ter dado empate, afinal ele sobrou com uma pedra na mão (mesmo que ela tenha sido zero) e o computador baixou todas as suas, ou seja, o computador ganhou. Mas isso seria válido para partidas em que você ganha o jogo ao baixar todas as pedras (maioria dos jogos “de verdade”), porém o modelo de jogo no app é o de 100 pontos (mínimo), ou seja, ao baixar todas as peças, você ganha os pontos da soma de todas as peças que sobraram na mão do aversário e assim vai até alguém completar primeiro os tais 100 pontos. Nesse caso específico, ninguém ganhou pontos, ocasionando o tal empate para o computador.

Enfim, nessa questão creio que o app está bem avançado. Acredito que todas as possibilidades de “quebra de regras” foram pensadas. Ao menos, pelo que conheço das regras de dominó (e eu nunca dispenso uma partida de boteco) não consegui “enganar o computador” por muito tempo.

Conectividade

O jogo é compatível com o GameCenter do iPhone e você poderá comparar resultados com seus amigos, além disso é possível compartilhar os mesmos via Twitter e Facebook. Faltou apenas a jogatina online e/ou via Bluetooth como citei acima. Mas essa última está prometida pelos desenvolvedores para a próxima versão.

Domino Box - Vencendo o jogo

Por fim, novamente digo que o app é uma excelente aquisição ainda mais por custar apenas US$0,99 na iTunes.

O Domino Box foi produzido pela designer Larissa Herbst (@larissaherbst) em conjunto com o desenvolvedor Renato Pessanha (@renatopessanha). É bom saber que cada vez mais temos dev´s brazucas criando jogos de qualidade e aparecendo para o mundo através da App Store… fico no aguardo da próxima atualização! ;)

8 de Fevereiro – Dia Mundial da Internet Segura

Dia da Internet Segura - 2011O que você entende por segurança na internet? Você está realmente em segurança acessando a internet de sua casa? E em lan houses? Sabe o risco que corre ao acessar sua conta bancária ou mesmo o seu webmail nestes locais? Já pensou que ao “achar” uma rede wireless “free” em locais públicos ela na verdade pode ser uma isca para pegar dados de usuários sem que eles saibam que estão sendo monitorados?

Mas a atenção não deve estar voltada somente a você, há também a preocupação com os filhos e/ou familiares com acesso ao computador de sua casa. Um simples clique em uma foto aparentemente inocente no orkut (para exemplificar) pode acarretar na instalação de um spyware.

O que dizer então dos milhares de e-mails que recebemos diariamente com mensagens “chamativas” ou mesmo links para páginas suspeitas se passando por uma página real e que um desavisado clica sem perceber que entre as letras do nome do seu banco há um caracter a mais “perdido” por ali e que faz com que ele abra uma página “exatamente igual” a do seu banco demonstrando toda a eficácia do phishing?

Todos os especialistas em segurança são unânimes em afirmar que 99% das consequências causadas por vírus e trojans em computadores são causadas pelo próprio usuário, pode ser um leigo e nesse caso demonstrar uma certa inocência quanto a utilização de recursos e sites na internet ou mesmo um usuário mais avançado que peca por achar estar imune aos riscos, o fato é que boa parte dos problemas relacionadas a segurança na internet estão diretamente ligados aos próprios usuários e o que eles fazem na rede.

O Dia Mundial da Internet Segura é uma ação que, neste ano, ocorre em 65 países diferentes e tem a intenção de conscientizar o usuário no que diz respeito a utilização responsável da internet.

A data é organizada pela INSAFE, orgão responsável pela conscientização do bom uso da internet na União Européia e tem o apoio no Brasil promovido pela Safernet que atua desde 2005 no combate a fraudes e crimes na internet e que são mais conhecidos através do domínio www.denuncie.org.br.

Faça a sua parte

O dia é simbólico, mas a causa é eternamente importante. Fazendo um bom uso da rede todos saem ganhando. Ajude e promova a discussão entre seus amigos e familiares, conscientize-os sobre o uso eficaz de todos os recursos da internet e não deixem eles aprenderem da pior forma. Todos os dias temos novas notícias de fraudes bancárias ocorrendo em todas as partes do mundo e os lesados quase sempre botam a culpa nas próprias instituições financeiras, o que nem sempre é verdade.

Há diversos sites na internet que podem ser usados como fonte de pesquisa e entender os riscos de uma navegação insegura. O CERT (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil), disponibiliza uma cartilha bem completa sobre segurança da informação. Em sites como o Linha Defensiva é possível entender como funciona uma fraude bancária ou caso já tenha ocorrido, saber como agir. Gilberto Teixeira (um amigo e ex-colega de trabalho e analista de segurança) escreveu no Monitor das Fraudes um excelente artigo falando em como identificar um programa malicioso em computadores com Windows.

Enfim, informações sobre o assunto não faltam na rede, é preciso saber procurar e como agir em determinadas situações. A internet agradece e a “saúde” de sua máquina (e de certa forma a sua) também. No vídeo abaixo, promovido pela Safernet, Marcelo Tas comenta sobre o assunto e a importância da conscientização dos usuários.

Social Media Week

A partir de amanhã, mais precisamente entre 07 e 11 de Fevereiro acontece a Social Media Week em São Paulo… e também em Nova York, São Francisco, Roma, Paris, Toronto, Londres, Hong Kong e Istambul.Social Media WeekTrata-se de um dos maiores eventos de mídias sociais do mundo, ocorrendo simultaneamente nas capitais citadas acima. Em São Paulo o evento acontecerá no Centro de Convenções da FAAP.

A proposta do evento é apresentar assuntos relacionados as mídias sociais de uma forma que promova a discussão entre os presentes ainda durante as apresentações (que nunca ocorrerão com apenas uma pessoa no palco). Entre as apresentações, destaquei algumas que prometem ser bem interessantes:

  • O Social nas Mídias Sociais
    O papel social nas mídias sociais…
  • Gestão de Marcas em Tempos de Mídias Sociais
    Como alguns do principais executivos de comunicação do mercado encaram as mídias sociais…
  • Mídias Sociais Somos Nós, Pessoas
    Sistemas e serviços online não seriam nada sem nós mesmos…
  • Don’t feed the Trolls (or Do It)OBS: Essa eu não perco por nada!
    Eu já trollei e fui trollado… tenho certeza que você também… essa será boa, principalmente pelos participantes…
  • Social Games – Quem está jogando este jogo?
    Farm Ville, Mafia Wars, Car Town e afins…
  • Canal Direto: Empresa x Consumidores
    João Ciaro (Dir. de Marketing da Fiat) sendo sabatinado por 3 consumidores…
  • Voz e visão do presidente
    Mídias sociais ssendo observadas por quem está no topo da hierarquia empresarial. Fábio Barbosa, presidente do Conselho do Santander.
  • Mídias Sociais Como Negócio
    Investimentos em mídias sociais

Tem muito mais… é uma semana inteira de evento. Confira toda a programação, agenda e palestrantes aqui (página excluída).

Apesar do evento ser gratuito (na verdade por esse motivo) as inscrições já se encerraram. Mas será possível acompanhar o Livre Stream do evento que será disponibilizado a todos que não conseguiram convites.

Além disso, como não poderia faltar, acompanhe também no twitter através da hashtag #smwsp (liguem seus filtros, pois os spammers prometem agir fortemente dessa vez… ;) )

Já tomou seu “Rickrolling” de hoje?

Se ainda não tomou o seu, saiba que nesse exato alguém em alguma parte do mundo está tomando um RickRoll.

Rick Rolled

Pra você que não tem a mínima idéia do que estou falando, ser “rickrolleado” nada mais é do que cair em uma pegadinha. Você recebe um e-mail ou lê um twitter com a seguinte frase: “Confira as fotos do 28º ensaio sensual da Sheila Carvalho na Playboy” e vai correndo pra ver se tem alguma pose nova nesse 28º ensaio… eis que no lugar das fotos, surge o “famoso” * clipe de Rick Astley com a música Never Gonna Give You Up.

* Ninguém me tira da cabeça que o clipe ficou famoso por causa dessa história… ;)

Tá, mas qual é a graça?

Como assim, cara-pálida??? Essa é a graça! ;) Na verdade a graça está em um assunto praticamente banal, se tornar um dos maiores memes da história da internet. E não tem jeito… mesmo que você conheça a história e se ache esperto o suficiente pra não cair nessa… você cai.

Mas se a história é velha por que está falando disso de novo?

Primeiro porque apesar de você conhecer, muita gente que está lendo esse blog agora não tem a mínima idéia dessa história e segundo e principal motivo, é que o Online MBA publicou a um tempinho atrás um puta infográfico bacana contando a história completa desse meme.

Veja o infográfico abaixo, se gostou do assunto e quiser conhecer outros memes famosos, dê uma passada no Ah Duvido! e veja uma lista com 100 memes famosos. Com toda certeza você conhecerá alguns…

The History of RickRolling

Fonte: OnlineMBA.com

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