Como copiar um jogo (e lucrar com isso)…

A alguns dias comprei um jogo absurdamente viciante para iPhone. Era o Cut The Rope, desenvolvido pela ZeptoLab. Não recebi nenhuma indicação de amigo para baixar o jogo, apenas o vi entre os top 10 da App Store e cliquei para ver reviews e fotos. Na mesma hora fiz a compra, afinal não é sempre que temos praticamente uma unanimidade de 5 estrelas para mais de 100 mil opiniões… ;)

Como sempre faço com apps e games bacanas que compro, comecei a indicar para amigos e entre eles alguns que possuiam Androids apesar do jogo não ter sido lançado para a plataforma, disse para ficarem atentos, pois a Chillingo, publisher do jogo, já havia deixado o recado na página deles que uma versão Android estava a caminho (hoje não encontrei mais o aviso, talvez pelo motivo citado nesse post).

Semana passada, uma amiga do trabalho (que tem Android, gostou do jogo e estava aguardando o mesmo) veio me mostrar que finalmente o “Cut The Rope” havia sido lançado para o Android. Achei bacana e fui ver o app, mas ao acessar vi diversas diferenças e a princípio imaginei que a ZeptoLab havia deixado o jogo na mão de outra produtora pra fazer a portabilidade ao Android, mas voltei a tela inicial e peraí… Rope Cut???

Cut the Rope vs Rope Cut - Tela de Abertura

Acho que estou ficando velho demais e não consigo acompanhar a velocidade das coisas atualmente. Mas o fato é que em “tempo recorde” uma produtora chamada Feeling Touch fez uma cópia impressionante como eu nunca tinha visto até então. Todos os elementos estavam lá… O Doce, A corda, O sap… ops, “A cobra” ;) e até mesmo a física do jogo…

A única tela que é diferente é a tela de seleção de fases, onde no original há boxes que você rola para a direita diferenciando os elementos existentes em cada fase… mas o resto… bem, tirem suas próprias conclusões com as imagens abaixo… ;)

Cut the Rope vs Rope Cut - Seleção de Fases

Cut the Rope vs Rope Cut - Fases Completadas

Cut the Rope vs Rope Cut - Primeira Fase

Cut the Rope vs Rope Cut - Congratulations

Até a um tempo atrás era possível fazer o download no Android Market Place, mas a cópia o game aparentemente foi retirado, não sei se após alguma solicitação da Chillingo.

Tentei achar algumas informações sobre a tal Feeling Touch, mas o site deles é bem simples e sem muitas informações. No Twitter, vi que a empresa é chinesa…

Twitter da Feeling Touch

Ao acessar o link citado no Twitter, vemos que eles “copiaram” o próprio site… Na verdade, segundo a descrição no twitter eles trocaram o nome de Super Droid para Feeling Touch (será que por motivos de direitos autorais com o nome anterior?).

Mas e o lucro? Como eles podem lucrar tomando uma atitude dessas e distribuindo o jogo gratuitamente? Uma rápida googlada nos indica uma série de “reviews iscas” para o game e alguns deles indicando o número de downloads efetuados até o momento em lojas não oficiais de apps para Androids. Preciso mesmo comentar sobre a visibilidade que a empresa ganha ao fazer esse tipo de ação? O lucro não está exatamente no jogo propriamente dito… :)

Enfim, temos aqui um bom exemplo de empresa “toda errada”. Infelizmente esse tipo de empresa existe aos montes por aí… vivem as custas da criação dos outros (qualquer semelhança em todas as outras áreas da vida, não passa de mera coincidência) e na verdade, eles não estão muito preocupados em demonstrar que fazem isso o tempo todo. Se até a Microsoft pode, porque eles não poderiam.

Muitos sabem que a questão da cópia faz parte da cultura chinesa… mas não pense nisso de forma pejorativa. Pelo dito popular, quando um produto é chinês a maioria já imagina “é cópia mal-feita de algum produto americano”. A questão é que você já parou pra pensar no porque os chineses copiam tanto os “nossos” produtos? Em uma conversa com um amigo nesse último fim de semana falamos sobre isso e ele comentou o que uma professora de seu MBA disse a respeito da “cultura de cópia” dos chineses e como desde cedo eles “aprendem a aprender” com os melhores. A forma encontrada por eles pra suprir essa necessidade de conhecimento é se espelharem no que de melhor conhecem e ao conseguirem copiar aquilo que acham bom e funcional, conseguem entender o funcionamento e a partir daí se acham livres para chegar onde querem chegar. Certo ou não, o fato é que com esse pensamento a China já é a 2ª maior economia do mundo

Com o excelente artigo “Why does China Copy Designs?” do Design Sojourn, podemos ter uma visão melhor sobre o assunto tratado no parágráfo acima e com esse outro do China Law Blog entendemos como uma empresa pode se precaver ao terceirizar a fabricação de seus produtos para a China.

Mas independentemente da cultura chinesa, ainda assim estamos sujeitos ao mau-caratismo de algumas empresas… Lao Kin Chong, manda abraços… ;)

A alguns dias comprei um jogo absurdamente viciante para iPhone. Era o Cut The Rope

(http://itunes.apple.com/us/app/cut-the-rope/id380293530?mt=8), desenvolvido pela ZeptoLab

(http://www.zeptolab.com). Não recebi nenhuma indicação de amigo para baixar o jogo, apenas o vi entre os top

10 da App Store e cliquei para ver reviews e fotos. Na mesma hora fiz a compra, afinal não é sempre que temos

praticamente uma unanimidade de 5 estrelas para mais de 100 mil opiniões… ;)

Como sempre faço com apps e games bacanas que compro, comecei a indicar para amigos e entre eles alguns que

possuiam Androids, apesar do jogo não ter sido lançado para a plataforma, disse para ficarem atentos, pois a

Chillingo (http://www.chillingo.com/sku.htm?sid=344), publisher do jogo, já havia deixado o recado na página

deles que uma versão Android estava a caminho (hoje não encontrei mais o aviso, talvez pelo motivo citado

nesse post).

Semana passada, uma amiga do trabalho (que tem Android, gostou do jogo e estava aguardando o mesmo) veio me

mostrar que finalmente o “Cut The Rope” havia sido lançado para o Android. Achei bacana e fui ver o app, mas

ao acessar vi diversas diferenças e a princípio imaginei que a ZeptoLab havia deixado o jogo na mão de outra

produtora pra fazer a portabilidade ao Android, mas voltei a tela inicial e peraí… Rope Cut???


14 de Fevereiro – Valentine’s Day

Taí mais uma data que o comércio nacional está adotando como mundial/internacional para estimular as vendas entre os “propensos a gastar”.

Valentine's Day ou simplesmente, Novo Dia dos Namorados

Desde (aproximadamente) 1950 o Brasil comemora o Dia dos Namorados no dia 12 de Junho… antes disso a data era inexistente no Brasil e um dos principais responsáveis pelo início da comemoração dela no país foi o publicitário João Dória (sim, o pai do atual patrão de “O Aprendiz”). Tudo porque as lojas Clipper (criada em 1941 nos moldes dos grandes magazines e de propriedade de parte dos donos das lojas Garbo) queria uma campanha que alavancasse as vendas do setor no meio do ano. Aproveitando o fato de que em 13 de Junho é comemorado o dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro, João Doria “estipulou” que no dia anterior, 12 de Junho, seria comemorado o nosso Valentines’s Day ou o Dia dos Namorados.

E a campanha não poderia ser melhor… “Não é só de beijos que se prova o amor”. As lojas Clipper não conseguiram aproveitar por muito tempo a campanha criada e assim como outros grandes magazines da época, fechou as portas, mas sua invenção beneficiou todos os demais comerciantes no Brasil, fazendo com que o dia dos Namorados se tornasse o 3º feriado comercial mais lucrativo no Brasil, perdendo apenas para o Natal e o dia da Mães (esse último, também criação do Dória).

Daí pergunto… se temos o dia 12 de Junho como o 3º feriado comercial mais lucrativo no país, por que precisamos comemorar também o Valentine’s Day? A questão é que não precisamos, mas vai tentar convencer seu(ua) namorado(a) de que ele(a) não precisa ganhar mais chocolates e flores nesse dia? ;)

Valentine's Day - Giuliana Flores

Valentine's Day - Flores Online

O comércio já fez sua parte trazendo o Valentine’s Day com tudo para o Brasil e com isso criando mais uma necessidade consumista na cabeça de todAs. Mas diferentemente do que muitos pensam, esse não é um feriado criado nos EUA, eles com certeza são os que mais incentivam o comércio e troca de presentes nesse dia, mas originalmente o feriado é europeu. A data foi escolhida em homenagem a São Valentim e como não poderia ser diferente, o Valentine’s Day se originou a partir de uma história de amor.

Entre todas as formas de comemorações no mundo, de longe, a mais curiosa é o Dia dos Namorados no Japão, onde se comemoram em 2 datas… as mulheres dão presentes em 14/02 e os homens em 14/03, mas a curiosidade reside na questão do valor, onde os homens precisam retribuir com um presente de valor superior. Dar um presente de valor igual ou inferior ao recebido da mulher é considerado ofensa e é praticamente o mesmo que cortar relações… (consultei a esposa do amigo @wdoi que é japonesa e confirmou o fato). Coitados de nós, homens brasileiros, se essa prática fosse adotada por aqui… ;)

Bom, apesar de não achar bacana tantas datas consumistas, não sou eu que vou iniciar uma revolução contra elas. Dentro de algumas horas, a patroa deverá receber o seu presente (como sei que ela não vai ler isso aqui, não tem problema comentar a “surpresa”)… mas como retribuição, ela bem que poderia comprar esse gloss da Heineken… heim? ;)


Review: Domino Box (iPhone)

Sempre estou em busca de novos jogos e apps para iPhone e um dia desses um amigo me indicou o Domino Box. Como sempre faço antes de comprar algo, procuro vídeos e mais informações sobre os apps indicados. Gostei do que vi e principalmente gostei também da apresentação do game… gráficos simples, mas que logo de cara percebemos que tiveram cuidados especiais com os detalhes e  um bom site de divulgação e demonstração do app, coisa rara em apps nacionais.

Domino Box - Tela Inicial

Comprei… e não me arrependi. Já perdi algumas horas jogando-o, mas daí entra um dos principais problemas que encontrei, a falta de conexão com outros iPhones via Bluetooth. Para se jogar com mais pessoas é preciso dividir a tela de jogo, no caso do iPhone, é preciso trocar o aparelho de mãos sempre que finalizar uma jogada. Na imagem abaixo é mostrada a tela com a frase “Player 1 – Toque para jogar” aguardando a movimentação do próximo jogador. Não chega a ser ruim, mas confesso que fiquei mal acostumado com alguns jogos que me permitem jogar via Bluetooth. No site de apresentação do game, os desenvolvedores deixam claro que em um próximo update esse recurso será disponibilizado.

Domino Box - Exemplo de jogada

Como é o jogo

A mecânica do jogo é bem simples, não vou comentar aqui sobre as regras do jogo de dominó, pois a grande maioria já deve conhecer, vou focar na forma de jogar… e as 3 imagens abaixo ilustram bem como ocorre a movimentação no jogo.

Domino Box - Exemplo de jogada

Ao selecionar uma pedra, o próprio jogo já apresenta o posicionamento que ela pode ocupar, caso seja possível jogar a pedra nas duas pontas, ambas ficarão em destaque.

Domino Box - Exemplo de jogada

Após a jogada efetuada a pedra ocupa o espaço selecionado e a vez passa a ser do adversário.

Domino Box - Exemplo de jogada

Um ítem que acredito que poderia ser melhorado é justamente a disposição das pedras na tela conforme elas vão se encaixando. Diferentemente de um dominó real quando não há mais espaços na mesa e os jogadores mudam a direção de posicionamento das pedras, no jogo para o iPhone isso não é possível o que faz com que tenhamos de rolar a tela para a esquerda ou direita devido ao acúmulo de peças na mesa.

Domino Box - Interface

Acredito que poderia ser acrescentado um movimento a mais onde o jogador poderia escolher o direcionamento da pedra (para quem já jogou os games da Zynga no Facebook, deve lembrar do conceito de rotação de objetos, que ao meu ver poderia ser aplicado aqui), junto com essa funcionalidade poderia ser acrescentado o zoom (pinça) para uma melhor visualização das pedras quando muitas estiverem na mesa (e até facilitar a contagem, para quem faz isso… ;) ). Enfim, são apenas opiniões que poderiam melhorar esse ítem. Como não participei do desenvolvimento não sei se foram aplicados testes de usabilidade no aplicativo e com isso chegaram a solução atual.

Mas independentemente disso, a diversão não é prejudicada. Ao menos comigo o fator replay continua ativado desde a compra (2 semanas atrás) e sempre que posso retorno ao jogo em andamento… :)

Dificuldade do jogo

O jogo não tem níveis de dificuldade a escolher, ela é default. Há momentos em que você está com “muita sorte” e todas as pedras se encaixam perfeitamente e não há chances para o computador. Com a técnica de contagem das pedras, simulei várias situações onde eu “facilitava” a vida do computador, mas ele teimava em jogar no local “mais difícil para ele”. Mas isso não significava que eu ganharia em seguida, ou seja, “fazia parte da estratégia da máquina”… ;) Claro que assim como qualquer outro jogo, é muito mais divertido jogar contra um amigo, mas nem sempre isso é possível.

Um amigo me apontou um “erro”, mas ao ver do que ele estava falando percebi que não chegava a ser um erro devido as regras do jogo escolhido. O computador baixou todas as peças dele e sobrou uma peça branca “na mão” de meu amigo (0:0 – Zero pra quem está acostumado a jogar dominó “de verdade”), mas o jogo acusou empate. Na cabeça dele não deveria ter dado empate, afinal ele sobrou com uma pedra na mão (mesmo que ela tenha sido zero) e o computador baixou todas as suas, ou seja, o computador ganhou. Mas isso seria válido para partidas em que você ganha o jogo ao baixar todas as pedras (maioria dos jogos “de verdade”), porém o modelo de jogo no app é o de 100 pontos (mínimo), ou seja, ao baixar todas as peças, você ganha os pontos da soma de todas as peças que sobraram na mão do aversário e assim vai até alguém completar primeiro os tais 100 pontos. Nesse caso específico, ninguém ganhou pontos, ocasionando o tal empate para o computador.

Enfim, nessa questão creio que o app está bem avançado. Acredito que todas as possibilidades de “quebra de regras” foram pensadas. Ao menos, pelo que conheço das regras de dominó (e eu nunca dispenso uma partida de boteco) não consegui “enganar o computador” por muito tempo.

Conectividade

O jogo é compatível com o GameCenter do iPhone e você poderá comparar resultados com seus amigos, além disso é possível compartilhar os mesmos via Twitter e Facebook. Faltou apenas a jogatina online e/ou via Bluetooth como citei acima. Mas essa última está prometida pelos desenvolvedores para a próxima versão.

Domino Box - Vencendo o jogo

Por fim, novamente digo que o app é uma excelente aquisição ainda mais por custar apenas US$0,99 na iTunes.

O Domino Box foi produzido pela designer Larissa Herbst (@larissaherbst) em conjunto com o desenvolvedor Renato Pessanha (@renatopessanha). É bom saber que cada vez mais temos dev´s brazucas criando jogos de qualidade e aparecendo para o mundo através da App Store… fico no aguardo da próxima atualização! ;)

8 de Fevereiro – Dia Mundial da Internet Segura

Dia da Internet Segura - 2011O que você entende por segurança na internet? Você está realmente em segurança acessando a internet de sua casa? E em lan houses? Sabe o risco que corre ao acessar sua conta bancária ou mesmo o seu webmail nestes locais? Já pensou que ao “achar” uma rede wireless “free” em locais públicos ela na verdade pode ser uma isca para pegar dados de usuários sem que eles saibam que estão sendo monitorados?

Mas a atenção não deve estar voltada somente a você, há também a preocupação com os filhos e/ou familiares com acesso ao computador de sua casa. Um simples clique em uma foto aparentemente inocente no orkut (para exemplificar) pode acarretar na instalação de um spyware.

O que dizer então dos milhares de e-mails que recebemos diariamente com mensagens “chamativas” ou mesmo links para páginas suspeitas se passando por uma página real e que um desavisado clica sem perceber que entre as letras do nome do seu banco há um caracter a mais “perdido” por ali e que faz com que ele abra uma página “exatamente igual” a do seu banco demonstrando toda a eficácia do phishing?

Todos os especialistas em segurança são unânimes em afirmar que 99% das consequências causadas por vírus e trojans em computadores são causadas pelo próprio usuário, pode ser um leigo e nesse caso demonstrar uma certa inocência quanto a utilização de recursos e sites na internet ou mesmo um usuário mais avançado que peca por achar estar imune aos riscos, o fato é que boa parte dos problemas relacionadas a segurança na internet estão diretamente ligados aos próprios usuários e o que eles fazem na rede.

O Dia Mundial da Internet Segura é uma ação que, neste ano, ocorre em 65 países diferentes e tem a intenção de conscientizar o usuário no que diz respeito a utilização responsável da internet.

A data é organizada pela INSAFE, orgão responsável pela conscientização do bom uso da internet na União Européia e tem o apoio no Brasil promovido pela Safernet que atua desde 2005 no combate a fraudes e crimes na internet e que são mais conhecidos através do domínio www.denuncie.org.br.

Faça a sua parte

O dia é simbólico, mas a causa é eternamente importante. Fazendo um bom uso da rede todos saem ganhando. Ajude e promova a discussão entre seus amigos e familiares, conscientize-os sobre o uso eficaz de todos os recursos da internet e não deixem eles aprenderem da pior forma. Todos os dias temos novas notícias de fraudes bancárias ocorrendo em todas as partes do mundo e os lesados quase sempre botam a culpa nas próprias instituições financeiras, o que nem sempre é verdade.

Há diversos sites na internet que podem ser usados como fonte de pesquisa e entender os riscos de uma navegação insegura. O CERT (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil), disponibiliza uma cartilha bem completa sobre segurança da informação. Em sites como o Linha Defensiva é possível entender como funciona uma fraude bancária ou caso já tenha ocorrido, saber como agir. Gilberto Teixeira (um amigo e ex-colega de trabalho e analista de segurança) escreveu no Monitor das Fraudes um excelente artigo falando em como identificar um programa malicioso em computadores com Windows.

Enfim, informações sobre o assunto não faltam na rede, é preciso saber procurar e como agir em determinadas situações. A internet agradece e a “saúde” de sua máquina (e de certa forma a sua) também. No vídeo abaixo, promovido pela Safernet, Marcelo Tas comenta sobre o assunto e a importância da conscientização dos usuários.


Os comerciais do Super Bowl XLV

Agora pouco, mais precisamente entre a madrugada de ontem e hoje, os Packers mostraram aos Steelers, como se ganha um Super Bowl. Estou falando da 45ª finalíssima do futebol americano que este ano contou com a presença do Green Bay Packers e do Pittsburgh Steelers, onde os Packers levaram a melhor por 31 a 25.

O fato é que o mundo PARA para ver o Super Bowl (eu incluso) e até o foursquare entrou na brincadeira desta vez com uma badge exclusiva a todos que dessem Check In no Super Bowl Sunday (que estava liberado para o mundo todo)…

Foursquare no Super Bowl - Go Packers!

Bom… mas o Super Bowl não é o único atrativo… pessoas no mundo inteiro aguardam os tão tradicionais comerciais que muitas vezes só passam durante o intervalo do Super Bowl. Cifras milionárias são gastas pelas empresas na criação de comercials exclusivos para exibição durante o minuto mais caro da TV e este ano tivemos vários deles. Abaixo eu mostro o meu Top 5 (+ um bônus) com os comerciais deste ano… além disso, deixo aqui também o spot mais esperado entre todos os filmes mostrados, contendo as primeiras cenas do novo filme do Capitão América.

Meu TOP 5 entre os comerciais…

Volkswagen – The Force

 

Bridgestone – Carma

 

Pepsi Max – Love Hurts

 

Doritos – The Best Part

 

Coca-Cola Siege

 

Esse comercial da Chrysler + Eminem, merece um destaque também…

Chrysler – Imported From Detroit

 

Ok… tiveram muitos outros comerciais bacanas, mas estes acima em minha opinião, se destacaram. Se quiser ver todos os demais (incluindo todos os spots de filmes), acesse o canal do Super Bowl no Youtube.

E o novo filme do Capitão América…


Social Media Week

A partir de amanhã, mais precisamente entre 07 e 11 de Fevereiro acontece a Social Media Week em São Paulo… e também em Nova York, São Francisco, Roma, Paris, Toronto, Londres, Hong Kong e Istambul.Social Media WeekTrata-se de um dos maiores eventos de mídias sociais do mundo, ocorrendo simultaneamente nas capitais citadas acima. Em São Paulo o evento acontecerá no Centro de Convenções da FAAP.

A proposta do evento é apresentar assuntos relacionados as mídias sociais de uma forma que promova a discussão entre os presentes ainda durante as apresentações (que nunca ocorrerão com apenas uma pessoa no palco). Entre as apresentações, destaquei algumas que prometem ser bem interessantes:

  • O Social nas Mídias Sociais
    O papel social nas mídias sociais…
  • Gestão de Marcas em Tempos de Mídias Sociais
    Como alguns do principais executivos de comunicação do mercado encaram as mídias sociais…
  • Mídias Sociais Somos Nós, Pessoas
    Sistemas e serviços online não seriam nada sem nós mesmos…
  • Don’t feed the Trolls (or Do It)OBS: Essa eu não perco por nada!
    Eu já trollei e fui trollado… tenho certeza que você também… essa será boa, principalmente pelos participantes…
  • Social Games – Quem está jogando este jogo?
    Farm Ville, Mafia Wars, Car Town e afins…
  • Canal Direto: Empresa x Consumidores
    João Ciaro (Dir. de Marketing da Fiat) sendo sabatinado por 3 consumidores…
  • Voz e visão do presidente
    Mídias sociais ssendo observadas por quem está no topo da hierarquia empresarial. Fábio Barbosa, presidente do Conselho do Santander.
  • Mídias Sociais Como Negócio
    Investimentos em mídias sociais

Tem muito mais… é uma semana inteira de evento. Confira toda a programação, agenda e palestrantes aqui (página excluída).

Apesar do evento ser gratuito (na verdade por esse motivo) as inscrições já se encerraram. Mas será possível acompanhar o Livre Stream do evento que será disponibilizado a todos que não conseguiram convites.

Além disso, como não poderia faltar, acompanhe também no twitter através da hashtag #smwsp (liguem seus filtros, pois os spammers prometem agir fortemente dessa vez… ;) )

Crocs, um caso de amor e ÓDIO…

Sempre achei Crocs um calçado (ok… não é calçado, na verdade nem sei o que é, mas pra facilitar o entendimento, fica calçado mesmo) de extremo mal gosto e nunca entendi muito bem como isso virou moda no mundo todo.

Esse é um "Crocs", bonito né?

Crocs é mais um daqueles produtos que começam a ser fabricados com um objetivo pré-definido, mas que devido a N fatores esses objetivos fogem ao controle e quando menos se espera, o produto cai nas graças (ou em desgraça) da população mundial. Excelente para o criador, ótimo para o investidor, mas péssimo para os “bons costumes”.

O negócio não é bonito, #Fato, então por que diabos vende que nem água? Assim, como as Havaianas “que não soltam as tiras”, a tal da Crocs também tem algumas “verdades” a seu favor… segundo a fabricante o custo de manutenção é baixo (oi?!?), seu solado é criado de forma a proporcionar uma melhor circulção de sangue nos pés, ergonomicamente certificada (segundo eles, uma palavra grande para “Ahhh!”) e o melhor de todos em minha opinião, resistência a odores, ou seja, NÃO DÁ CHULÉ!

Quando pergunto a amigos que usam, o único argumento que faz sentido é: “São confortáveis!”. Pode ser, mas são feias e não vale o esforço… Olhando de fora do quadrado compartilho da mesma opinião que a Ana Freitas do Olhômetro, quando ela diz que “elas fazem você parecer alguém que tá de brincadeira”… ;)

No primeiro parágrafo comentei que não entendia muito bem como isso virou moda, mas o fato é que ao saber que gente do calibre de Al Pacino, Jack Nicholson, Heidi Klum, Mario Lemieux – o Hockey nunca mais será o mesmo depois disso -, Ana Maria Braga e até o Jô usam, dá pra entender um pouco como isso virou moda, principalmente após a Exame informar a porcentagem de influenciáveis consumidores que as celebridades atingem. Claro que o depto. de Marketing fez a sua parte também.

 

Só que tem algo que o marketing não fala a não ser que você questione após descobrir. E hoje ao retuitar um link do @errosdemkt, onde se falavam dos problemas com esse tipo de calçado em uma matéria do O Globo, vi que além de feias as Crocs eram também perigosas, principalmente para as crianças. Me espantei mais ainda ao verificar a data da matéria (04/2008), ou seja tais problemas não são de agora e o mais engraçado é que visitando os sites da marca pelo mundo, aparentemente percebi que houve um redesign no produto apenas em outros países, no Brasil o modelo clássico (causador dos fatos) continua com o mesmo.

Depois do retuíte, alguns amigos também postaram comentários, entre eles o Rogério Sato (@rsato) que mandou esse vídeo de 2009 com uma matéria sobre o assunto…

 

Procurei por outros vídeos e achei muitos, mas o que achei mais intrigante é esse em que uma mulher observa alguns técnicos consertando uma escada rolante e pede para eles lhe mostrarem o que aconteceu com o pobre sapato e ao ter seu pedido atendido, lança um “Weauuuuu!”…

 

Muitas pessoas no mundo adoram, usam e recomendam Crocs, afinal se não fosse assim ela não seria um fenômeno de vendas, mas está longe de ser uma unanimidade. Sites como o I hate crocs fazem tanto sucesso como a própria marca em si. Há até uma loja de camisetas, bottons e acessórios com a estampa “I Hate Crocs”.

Steve Tuttle da Newsweek escreveu o artigo Make. It. Stop. onde ele praticamente implora para a américa parar de usar Crocs…isso foi antes do verão de 2008. Infelizmente ele não conseguiu…

Devido a todas essas circunstâncias, eu apenas torço para que a Crocs não invada os escritórios pelo mundo, como sugere esse excelente vídeo-paródia.

E tudo isso porque os criadores só queriam um sapato antiderrapante pra ser usado em barcos… ;)

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.