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Rovio e sua máquina de fazer dinheiro, apresenta… Angry Birds Rio!

E não é que a a Rovio atacou novamente? Dessa vez com Angry Birds Rio. Devo confessar minha admiração por essa desenvolvedora, ela conseguiu um feito que todas as outras buscam, tornar seus jogos ícones mundialmente famosos e licenciar produtos para todas as idades a partir de seus personagens… o resultado disso pode ser traduzido pelo som da caixa registradora da empresa que não deve parar um instante. ;)

Em janeiro de 2011 a Rovio anunciou que lançaria Angry Birds Rio em março deste mesmo ano. Em uma parceria perfeita (e até certo ponto inédita) com a 20th Century Fox, ambas empresas conseguiram associar a marca de seus lançamentos de forma que parecesse um casamento perfeito. Enquanto em um trecho do filme há uma menção a Angry Birds divulgando ainda mais a marca dos “passáros raivosos”, o novo jogo dos passarinhos trás uma excelente forma de divulgação do novo filme, com os elementos originais do jogo modificados para se enquadrarem perfeitamente a sua história. Veja os dois vídeos abaixo:

 

 

Tenho certeza absoluta que esse tipo de ação será mais frequente daqui pra frente, mas o grande diferencial nesse caso é a natural adaptação entre as mídias que partiu do conceito original de suas histórias (jogo e filme) e com pequenas modificações no jogo original e uma ampla visão de mercado dos produtores, a possibilidade bateu a porta.

Falando um pouco sobre Angry Birds Rio, o jogo…

A mecânica do jogo é exatamente a mesma apresentada no Angry Birds original, porém como dito acima, alguns elementos foram adaptados e vão de encontro a temática do filme. A tela inicial já nos dá a nítida impressão da fusão entre as mídias…

Angry Birds Rio - iPhone - Tela inicial

O jogo foi dividido em uma série de níveis contendo cada um 60 fases diferentes que desafiam o jogador, a princípio apenas as duas primeiras fases estão disponíveis aos jogadores e como sugere a tela abaixo, as demais fases serão liberadas apenas no decorrer do ano, conforme a imagem abaixo.

Angry Birds Rio - iPhone - Futuras atualizações...

Com esse tipo de jogada a Rovio mantém os seus jogadores interessados em seu jogo durante um bom tempo. Essa é a fórmula dos games atuais, eles não precisam ser distribuídos 100% finalizados ao consumidor (mesmo que o jogo já esteja pronto), guarde surpresas e faça atualizações periódicas e com isso a cada nova atualização obtenha milhões de downloads e mídia espontânea gerada por todos os usuários a cada nova atualização. Taí o segredo da Rovio… manter o seu jogo na mídia o máximo de tempo possível.

A primeira fase trás de cara surpresas bem agradáveis aos fãs da série. Esqueçam os porcos e vejam pássaros engaiolados tão carismáticos quanto os personagens anteriores. Em tempos em que tudo é, de certa forma, tratado como politicamente correto, nada melhor do que ajudar os passarinhos a fugirem de suas gaiolas.

Angry Birds Rio - iPhone - Gráficos melhorados

Touché! Anote mais 3 estrelas para a Rovio por isso… :)

Angry Birds Rio - iPhone - Level completed!

A segunda fase que já está liberada é menos politicamente correta, ou melhor, nada politicamente correta com relação a anterior (me devolva aqui as 3 estrelas… rs). A idéia aqui é fazer os micos cairem de seus pedestais. Derrube-os e alcance a glória, simples assim… ;)

Angry Birds Rio - iPhone - Derrubando macacos...

E aqui a Rovio mostra que sabe o que é preciso para um jogo fazer sucesso. Os gráficos não são simplórios… o game precisa ser simples o suficiente para agradar o público de todas as idades, mas os gráficos e animações não precisam seguir essa linha. Pelo contrário, as caras e bocas que os micos fazem enquanto caem são simplesmente hilárias e com isso sentimos “prazer” em derrubar os lindos macaquinhos do topo das colunas. Claro que o som faz seu show a parte. E é esse um dos principais segredos desse jogo, personagens carismáticos, excelentes gráficos e som devidamente tratado como rei. Mais 3 estrelas aqui, por favor…

Angry Birds Rio - iPhone - Queda dos macacos...

Claro que o jogo não atingiria tantas pessoas se o mesmo não fosse disponibilizado para N plataformas e por enquanto o Angry Birds Rio pode ser encontrado nos seguintes locais e para as seguintes plataformas… iPhone/iPod touch (US$0,99), iPad (HD – US$3,99), Android (Free) e na Mac App Store (US$4,99).

Enquanto o filme não estréia oficialmente por aqui (a estréia brasileira está prevista para 08/04/2011 e a mundial para 15/04/2011), assistam ao trailer no vídeo abaixo e assim como eu, aguardem ansiosamente a estréia… ;)

 

Mais sobre RIO, o filme: http://www.rio-ofilme.com.br

Crocs, um caso de amor e ÓDIO…

Sempre achei Crocs um calçado (ok… não é calçado, na verdade nem sei o que é, mas pra facilitar o entendimento, fica calçado mesmo) de extremo mal gosto e nunca entendi muito bem como isso virou moda no mundo todo.

Esse é um "Crocs", bonito né?

Crocs é mais um daqueles produtos que começam a ser fabricados com um objetivo pré-definido, mas que devido a N fatores esses objetivos fogem ao controle e quando menos se espera, o produto cai nas graças (ou em desgraça) da população mundial. Excelente para o criador, ótimo para o investidor, mas péssimo para os “bons costumes”.

O negócio não é bonito, #Fato, então por que diabos vende que nem água? Assim, como as Havaianas “que não soltam as tiras”, a tal da Crocs também tem algumas “verdades” a seu favor… segundo a fabricante o custo de manutenção é baixo (oi?!?), seu solado é criado de forma a proporcionar uma melhor circulção de sangue nos pés, ergonomicamente certificada (segundo eles, uma palavra grande para “Ahhh!”) e o melhor de todos em minha opinião, resistência a odores, ou seja, NÃO DÁ CHULÉ!

Quando pergunto a amigos que usam, o único argumento que faz sentido é: “São confortáveis!”. Pode ser, mas são feias e não vale o esforço… Olhando de fora do quadrado compartilho da mesma opinião que a Ana Freitas do Olhômetro, quando ela diz que “elas fazem você parecer alguém que tá de brincadeira”… ;)

No primeiro parágrafo comentei que não entendia muito bem como isso virou moda, mas o fato é que ao saber que gente do calibre de Al Pacino, Jack Nicholson, Heidi Klum, Mario Lemieux – o Hockey nunca mais será o mesmo depois disso -, Ana Maria Braga e até o Jô usam, dá pra entender um pouco como isso virou moda, principalmente após a Exame informar a porcentagem de influenciáveis consumidores que as celebridades atingem. Claro que o depto. de Marketing fez a sua parte também.

 

Só que tem algo que o marketing não fala a não ser que você questione após descobrir. E hoje ao retuitar um link do @errosdemkt, onde se falavam dos problemas com esse tipo de calçado em uma matéria do O Globo, vi que além de feias as Crocs eram também perigosas, principalmente para as crianças. Me espantei mais ainda ao verificar a data da matéria (04/2008), ou seja tais problemas não são de agora e o mais engraçado é que visitando os sites da marca pelo mundo, aparentemente percebi que houve um redesign no produto apenas em outros países, no Brasil o modelo clássico (causador dos fatos) continua com o mesmo.

Depois do retuíte, alguns amigos também postaram comentários, entre eles o Rogério Sato (@rsato) que mandou esse vídeo de 2009 com uma matéria sobre o assunto…

 

Procurei por outros vídeos e achei muitos, mas o que achei mais intrigante é esse em que uma mulher observa alguns técnicos consertando uma escada rolante e pede para eles lhe mostrarem o que aconteceu com o pobre sapato e ao ter seu pedido atendido, lança um “Weauuuuu!”…

 

Muitas pessoas no mundo adoram, usam e recomendam Crocs, afinal se não fosse assim ela não seria um fenômeno de vendas, mas está longe de ser uma unanimidade. Sites como o I hate crocs fazem tanto sucesso como a própria marca em si. Há até uma loja de camisetas, bottons e acessórios com a estampa “I Hate Crocs”.

Steve Tuttle da Newsweek escreveu o artigo Make. It. Stop. onde ele praticamente implora para a américa parar de usar Crocs…isso foi antes do verão de 2008. Infelizmente ele não conseguiu…

Devido a todas essas circunstâncias, eu apenas torço para que a Crocs não invada os escritórios pelo mundo, como sugere esse excelente vídeo-paródia.

E tudo isso porque os criadores só queriam um sapato antiderrapante pra ser usado em barcos… ;)

Vídeo: Um Planeta Faminto e a Agricultura Brasileira

Como tornar um assunto que seria relativamente chato e maçante a boa parte da população, divertido e interessante?

BasfAgro - Vídeo: Um Planeta Faminto e a Agricultura Brasileira

Com o vídeo “Um Planeta Faminto e a Agricultura Brasileira” a divisão Agro brasileira da indústria química Basf tenta fazer com que os brasileiros se preocupem mais com a origem de seus produtos e consequentemente enalteçam a produção agrícola nacional. Além de fazerem uma bela homenagem ao agricultor brasileiro.

Usando a abusando de técnicas de data visualization a produtora ZAP Filmes em conjunto com agência e21 criaram um vídeo excepcional que demonstram a importância do agricultor em nossas vidas. Confesso que nunca me interessei tanto pelo assunto, mas com esse excelente vídeo é impossível não começar a se preocupar. Comigo, a idéia funcionou… ;)

 

Assista também a versão americana, produzida pela BASF nos EUA e que originou a versão brazuca, acima.

HTML5, a marca!

Em tempos de branding, todos querem ocupar seu local ao sol e por que seria diferente com a linguagem (de marcação, diga-se) HTML5?

Atualmente é o que mais se fala entre os desenvolvedores. Para alguns já se tornou realidade, para muitos ainda está em um processo embrionário e distante, mas tanto a Opera, a Mozilla, a Google, a Apple e a Microsoft concordam: HTML5 é o futuro!

Então, já que o assunto está em voga e é o futuro, por que não aproveitar o momento de divulgação da marca e melhorar ainda mais a comunicação de suas diretrizes? Foi daí que surgiu a idéia de se criar uma marca para a linguagem de marcação, HTML5.

Marca do HTML 5

Pelo estudo realizado pela Ocupop, o escritório responsável pela criação da marca, todos falavam sobre o HTML5 (W3C, jornalistas, desenvolvedores, designers, estudantes e toda a comunidade através de blogs e fóruns), mas em nenhum momento havia algo que facilitasse a identificação por parte dos usuários quando o assunto tratado era esse. Cada livro ou artigo criado ou cada reportagem falando sobre o assunto, sempre apresentava marcas, “loguinhos bonitinhos” e ícones e afins sem qualquer ligação entre uns e outros, todos eram “criados por criar”, para ter algo a ilustrar naquele momento.

Foi então que o escritório foi procurado pela W3C para a criação da marca que representasse a linguagem. Após diversos estudos, eles acabaram optando por uma forma onde há rígidos padrões geométricos, porém que podem ser facilmente adaptado as suas necessidades, além de ser estável e elegante (padronização W3C e código semântico, lhes dizem algo?).

O HTML5 possui em sua essência 8 classes diferentes que descrevem a sua utilização, com isso a Ocupop também criou sub-marcas (ao estilo de Badges, assim como o próprio logo) que representam essas classes: Semântica / Acesso a dispositivos / Offline e Armazenamento / Conectividade / Multimídia / 3D, Imagens e Efeitos / Performance e Integração / CSS3.

Em uma página criada exclusivamente para falar da marca, a Ocupop comenta mais a respeito do processo criativo, incluindo aí a definição de conceitos, utilização de cores na marca e as diferenças entre as classes acima mencionadas.

O W3C também está fazendo a divulgação da marca em um hotsite específico para isso. Nesse hotsite você poderá conhecer mais sobre esses conceitos, fazer o download da marca e criar a sua (incluindo as badges específicas de cada classe acima) para incluir em seus projetos.

Por fim, você também pode dar a sua contribuição comprando a camiseta com a nova marca HTML5. Os lucros obtidos com a venda de camisetas serão destinados a complementação dos testes que estão sendo efetuados em diversas plataformas e browsers para uso do HTML5.

PS: Não esqueça de utilizar a hashtag #html5logo ao divulgar ou falar sobre a marca no Twitter.

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