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Seria o IE6, um câncer na internet?

Go home, IE6! - Créditos: momentile.com / robotjohnny.com

14/03 (hoje) deveria ser o dia em que todos os desenvolvedores e designers de sites pulariam de alegria, afinal será disponibilizado a todos os usuários a versão final, e tão aguardada, do IE9. Como sempre a Microsoft mostra uma série de firulas que realmente pouco importam, mas os desenvolvedores e designers não veem a hora de finalmente contar com um suporte decente a javascript e principalmente a html 5 no browser mais popular entre os usuários de internet pelo mundo.

Mas no começo do parágrafo acima eu disse “deveria”, pois para um sem número de devs e designers o pesadelo não acaba nesse dia. Isso por que ainda teremos de conviver com a sombra impiedosa e calculista do (com licença da palavra) IE6. O famigerado browser nascido em 2001 e que foi o responsável por jogar a última pá de cal no então “velhinho” Netscape chegou a ser usado por mais de 80% dos internautas do mundo (não vou entrar no mérito do truste promovido pela Microsoft e o fato dela embutir essa “praga” em seu sistema operacional).

O fato é que com 80% de domínio no mercado (início/meados da década passada) fica fácil e cômodo para empresas de diversos setores pensarem exclusivamente nesse browser ao produzirem sistemas e sites para a internet. Até hoje existem sistemas internos de empresas (grandes empresas) que simplesmente não funcionam em um ambiente diferente do IE6. Alguns, por incrível que pareça, não funcionam nem mesmo em IE7. Daí é fácil entender por que essa porcaria não morre! Pensando friamente, dá pra imaginar os custos que a empresa teria entre troca de máquinas, reformulação de sistemas e por que não, treinamento de funcionários, uma vez que os sistemas seriam renovados. Por experiência própria, sei como isso funciona e sofro na pele a cada hack (sim, não quebro a cabeça e uso hacks pra esse “browser”) que preciso implantar para adaptar sites ao IE6.

Em 01 de Março de 2010 o Aten Design Group promoveu o funeral oficial do IE6 com direito a uma coroa de flores enviada pela própria Microsoft. Não foi suficiente…

Há um bom tempo, uma campanha foi criada via Twibbon, onde mais de 18 mil pessoas aderiram e incluíram o selo “IE6 Must Die” em seus avatares no twitter. Ainda não foi suficiente…

Em meados de 2009 o Google começou uma campanha oficial e passou a exibir um aviso a todos os usuários que ainda acessavam o Youtube com o IE6. O aviso informava que o Google deixaria de dar suporte ao IE6 e solicitava aos usuários que fizessem o download de um browser “mais moderno” (incluindo links para Firefox, IE7 e Chrome). Até mesmo um site “for dummies” explicando o que é browser foi criado. Posteriormente o mesmo aviso surgiu no Orkut, Docs e demais serviços oferecidos pelo Google. Vale deixar claro que os usuários do IE6 não seriam proibidos de acessar os sites em questão, mas alguns (vários) recursos deixariam de funcionar para esse browser. Era o sonho de todos os devs e designers, afinal era o que se comentava por aí. Assim que os sites/serviços mais populares na web começassem a não mais funcionar no IE6, uma explosão de “downloads de IE7″ tomaria conta da internet. Não foi bem assim, afinal a grande massa de IE6 do mercado ainda estava/está dentro das empresas e é sabido que em sua grande maioria, sites de relacionamento e vídeos são bloqueados para a maior parte dos funcionários, ou seja, máquinas pessoais atualizadas, mas empresariais não.

Não dá pra botar “toda a culpa” no Google, mas o fato é que sua campanha (incluindo aí, o lançamento do Chrome) contribuiu e muito para a diminuição de uso do IE6 no mercado mundial. A última alta do IE6 foi em Agosto de 2008. De lá pra cá, sua utilização caiu de 29% para meros 4,6%, a causa está quase ganha, mas é incrível como 5% pode incomodar

O artigo “Kill IE6 to let CSS3 live” no CSS3.info foi escrito em Abril de 2007, mas impressiona o fato dele ainda estar atual. Cabe basicamente a todos nós a tarefa de educar os usuários para a importância em se utilizar um browser moderno. Se o usuário não entende questões semânticas, facilidade em desenvolver funcionalidades ou mesmo gráficos e efeitos “bonitinhos”, vale apelar para a segurança de seus dados transmitidos na web.

Mas e para o meu cliente que de jeito nenhum quer atualizar o seu browser e faz questão que o seu site funcione perfeitamente no IE6?

A melhor (e em alguns casos, única) solução para isso é falar a língua que o cliente mais entende… CUSTO e PRAZO! Se ele faz questão que o seu site/projeto funcione perfeitamente bem em todos os ambientes (incluindo aí aquele “background giratório” e o “logo saltitante” ;) ), mostre o quanto vai demorar a mais para adaptar o site a um browser ultrapassado e que não suporta sites como esses ou esses.

O Diego Eis da Visie escreveu um artigo com alguns pontos que você pode usar como argumentos para reforçar sua opinião perante o cliente com relação aos custos e prazos.

Se o cliente não acreditar em você ou no Diego, talvez acredite na própria Microsoft que recentemente lançou o ie6countdown.com, cujo objetivo é incentivar a diminuição do uso do IE6 a níveis menores que 1%, o que já foi atingido em alguns países.

Por fim, se nada disso adiantar, mostre esse gráfico criado pelo Alan Foreman para o poisonedminds.com, talvez funcione…

Time breakdown of modern Web Design - Créditos: poisonedminds.com

 

Quem sabe assim, acabamos de vez com esse câncer da internet… ;)

8 de Fevereiro – Dia Mundial da Internet Segura

Dia da Internet Segura - 2011O que você entende por segurança na internet? Você está realmente em segurança acessando a internet de sua casa? E em lan houses? Sabe o risco que corre ao acessar sua conta bancária ou mesmo o seu webmail nestes locais? Já pensou que ao “achar” uma rede wireless “free” em locais públicos ela na verdade pode ser uma isca para pegar dados de usuários sem que eles saibam que estão sendo monitorados?

Mas a atenção não deve estar voltada somente a você, há também a preocupação com os filhos e/ou familiares com acesso ao computador de sua casa. Um simples clique em uma foto aparentemente inocente no orkut (para exemplificar) pode acarretar na instalação de um spyware.

O que dizer então dos milhares de e-mails que recebemos diariamente com mensagens “chamativas” ou mesmo links para páginas suspeitas se passando por uma página real e que um desavisado clica sem perceber que entre as letras do nome do seu banco há um caracter a mais “perdido” por ali e que faz com que ele abra uma página “exatamente igual” a do seu banco demonstrando toda a eficácia do phishing?

Todos os especialistas em segurança são unânimes em afirmar que 99% das consequências causadas por vírus e trojans em computadores são causadas pelo próprio usuário, pode ser um leigo e nesse caso demonstrar uma certa inocência quanto a utilização de recursos e sites na internet ou mesmo um usuário mais avançado que peca por achar estar imune aos riscos, o fato é que boa parte dos problemas relacionadas a segurança na internet estão diretamente ligados aos próprios usuários e o que eles fazem na rede.

O Dia Mundial da Internet Segura é uma ação que, neste ano, ocorre em 65 países diferentes e tem a intenção de conscientizar o usuário no que diz respeito a utilização responsável da internet.

A data é organizada pela INSAFE, orgão responsável pela conscientização do bom uso da internet na União Européia e tem o apoio no Brasil promovido pela Safernet que atua desde 2005 no combate a fraudes e crimes na internet e que são mais conhecidos através do domínio www.denuncie.org.br.

Faça a sua parte

O dia é simbólico, mas a causa é eternamente importante. Fazendo um bom uso da rede todos saem ganhando. Ajude e promova a discussão entre seus amigos e familiares, conscientize-os sobre o uso eficaz de todos os recursos da internet e não deixem eles aprenderem da pior forma. Todos os dias temos novas notícias de fraudes bancárias ocorrendo em todas as partes do mundo e os lesados quase sempre botam a culpa nas próprias instituições financeiras, o que nem sempre é verdade.

Há diversos sites na internet que podem ser usados como fonte de pesquisa e entender os riscos de uma navegação insegura. O CERT (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil), disponibiliza uma cartilha bem completa sobre segurança da informação. Em sites como o Linha Defensiva é possível entender como funciona uma fraude bancária ou caso já tenha ocorrido, saber como agir. Gilberto Teixeira (um amigo e ex-colega de trabalho e analista de segurança) escreveu no Monitor das Fraudes um excelente artigo falando em como identificar um programa malicioso em computadores com Windows.

Enfim, informações sobre o assunto não faltam na rede, é preciso saber procurar e como agir em determinadas situações. A internet agradece e a “saúde” de sua máquina (e de certa forma a sua) também. No vídeo abaixo, promovido pela Safernet, Marcelo Tas comenta sobre o assunto e a importância da conscientização dos usuários.

Que tal “humanizar” seu site com o humans.txt?

Qualquer um que esteja envolvido com SEO, SEM e Web Standards, já deve ter ouvido falar do robots.txt. Entre todas as técnicas utilizadas para um melhor posicionamento de seu site nos buscadores, ele é mais um dos recursos a serem utilizados.

Sempre que escrevemos um código semântico estamos visando máquinas (não estou levando em consideração a questão do legado) e a interpretação que as mesmas fazem do código. Da mesma forma, quando criamos um arquivo sitemap.xml ou robots.txt, estamos passando determinadas instruções para as máquinas.

Ok… mas e nós? Humanos? Metadados são tão importantes para nós quanto para as máquinas… foi pensando nisso que algumas pessoas resolveram criar o http://humanstxt.org. E com o slogan We Are People, Not Machines, eles demonstram claramente o propósito do projeto.

humans.txt - We are people. Not machines.

Que fique claro, o humans.txt não é mais uma técnica de SEO e não trará mais visitantes a sua página. Também não é uma brincadeira (apesar de muitos acharem isso). Trata-se apenas de uma tentativa de padronizar a forma como é apresentada os autores de um determinado site. E eu achei muito bacana isso, tanto que já fiz o humans.txt do designando;)

Não há regras para criação do arquivo. Você é livre para incluir toda e qualquer informação que achar útil ser apresentada, mas o Abel Cabans, um dos criadores do projeto, pensou em uma forma bem bacana de apresentar seus dados e todos os outros membros da equipe decidiram seguir o formato. Por sinal, é o formato que resolvi adotar também aqui para o blog.

Quer fazer o mesmo em seu site? Crie o arquivo (simplesmente um txt), salve-o na raiz e cite a tag author em seu código, como exemplificado abaixo:

<link rel=”author” type=”text/plain”  href=”http://seu_dominio/humans.txt” />

Para mais detalhes sobre o projeto humans.txt ou para conhecer a equipe envolvida, acesse http://humanstxt.org.

Números interessantes nas 2 primeiras semanas de blog…

…2 semanas! 2 semanas! Parece que foi ontem que voltei a blogar… como o tempo “avoa”… 7 anos postergando a volta e quando volto tudo parece mais complicado. Sabia que seria assim, afinal não disponho do mesmo tempo que a alguns anos atrás, mas a volta não foi apenas por “querer” voltar a blogar, mas sim por necessidade de ter um espaço para experimentos (SEO principalmente), discussões e “desestressamento”, sim, escrever me acalma… ;)

E essas duas semanas me mostraram que eu não estava tão enferrujado assim, tive poucas visitas (considerando o que tinha a 7 anos atrás), mas muito mais do que eu esperava. Aos poucos vou reestabelecendo minha rede de contatos e nessas duas semanas que se passaram deu pra tirar alguns números interessantes referentes aos visitantes do blog.

Já sei que depois do Google e do tráfego direto, a maior parte de minhas visitas anda vindo do Facebook, seguido pelo Twitter, após isso o tráfego parte de outras redes de relacionamento e por fim em links de páginas que existem desde quando eu blogava a 7 anos atrás… ;)

Mas o mais bacana é analisar as preferências dos usuários…

Se pensarmos apenas em browsers… eu sei que 40% do meu tráfego vem do Firefox, 23% do Chrome e 19,33% do IE.

Blog Estatísticas - Browsers

Se pensarmos apenas em sistemas operacionais… eu vejo que, como era de se esperar, o Windows domina com 54%, seguido pelo Mac OS com 30%, mas daí vem uma baita surpresa… o 3º colocado é nada mais, nada menos que o iPhone com 10% de visitas. Confesso que realmente fiquei surpreso com esses dados…

Blog Estatísticas - Sistemas Operacionais

Daí ao misturarmos Browsers e Sistemas Operacionais… obtemos um empate técnico! Engraçado saber que os 40% de Firefox que visitam o blog, se dividem por igual entre Windows e Mac. Bom saber que ao menos em minha audiência o IE perde sua força consideravelmente… ;)

Blog Estatísticas - Sistemas Operacionais vs. Browsers

Por fim, a melhor das estatísticas em minha opinião, a Resolução de Tela… e com ela descobrimos que o 800×600 simplesmente morreu! Isso vai virar assunto de um post futuro, mas posso dizer com todas as letras que no meu quintal o 800×600 morreu! :)

Blog Estatísticas - Resolução de Tela

Estes são apenas números colhidos nas duas primeiras semanas de blog (entre 08/01/2011 e 21/01/2011), todas as informações acima podem (e vão) sofrer alterações, mas é bacana acompanhar o comportamento dos usuários e como anda indo (no seu quintal) a “guerra” entre browsers e sistemas… ;)

Os dados acima foram tirados via Google Analytics em conjunto com o plugin para WordPress WP Google Analytics.

HTML5, a marca!

Em tempos de branding, todos querem ocupar seu local ao sol e por que seria diferente com a linguagem (de marcação, diga-se) HTML5?

Atualmente é o que mais se fala entre os desenvolvedores. Para alguns já se tornou realidade, para muitos ainda está em um processo embrionário e distante, mas tanto a Opera, a Mozilla, a Google, a Apple e a Microsoft concordam: HTML5 é o futuro!

Então, já que o assunto está em voga e é o futuro, por que não aproveitar o momento de divulgação da marca e melhorar ainda mais a comunicação de suas diretrizes? Foi daí que surgiu a idéia de se criar uma marca para a linguagem de marcação, HTML5.

Marca do HTML 5

Pelo estudo realizado pela Ocupop, o escritório responsável pela criação da marca, todos falavam sobre o HTML5 (W3C, jornalistas, desenvolvedores, designers, estudantes e toda a comunidade através de blogs e fóruns), mas em nenhum momento havia algo que facilitasse a identificação por parte dos usuários quando o assunto tratado era esse. Cada livro ou artigo criado ou cada reportagem falando sobre o assunto, sempre apresentava marcas, “loguinhos bonitinhos” e ícones e afins sem qualquer ligação entre uns e outros, todos eram “criados por criar”, para ter algo a ilustrar naquele momento.

Foi então que o escritório foi procurado pela W3C para a criação da marca que representasse a linguagem. Após diversos estudos, eles acabaram optando por uma forma onde há rígidos padrões geométricos, porém que podem ser facilmente adaptado as suas necessidades, além de ser estável e elegante (padronização W3C e código semântico, lhes dizem algo?).

O HTML5 possui em sua essência 8 classes diferentes que descrevem a sua utilização, com isso a Ocupop também criou sub-marcas (ao estilo de Badges, assim como o próprio logo) que representam essas classes: Semântica / Acesso a dispositivos / Offline e Armazenamento / Conectividade / Multimídia / 3D, Imagens e Efeitos / Performance e Integração / CSS3.

Em uma página criada exclusivamente para falar da marca, a Ocupop comenta mais a respeito do processo criativo, incluindo aí a definição de conceitos, utilização de cores na marca e as diferenças entre as classes acima mencionadas.

O W3C também está fazendo a divulgação da marca em um hotsite específico para isso. Nesse hotsite você poderá conhecer mais sobre esses conceitos, fazer o download da marca e criar a sua (incluindo as badges específicas de cada classe acima) para incluir em seus projetos.

Por fim, você também pode dar a sua contribuição comprando a camiseta com a nova marca HTML5. Os lucros obtidos com a venda de camisetas serão destinados a complementação dos testes que estão sendo efetuados em diversas plataformas e browsers para uso do HTML5.

PS: Não esqueça de utilizar a hashtag #html5logo ao divulgar ou falar sobre a marca no Twitter.

Desafio Firefox 4: T-shirt Design Challenge

Firefox 4

Mozilla Creative Collective é um projeto criado pela Mozilla Foundation com o intuito de fazer com que artistas e designers se inspirem com os ideais de inovação, liberdade e participação que a Mozilla tenta transmitir em seus produtos.

Todos os meses eles promovem desafios (Design Challenges) que envolve a participação dessa comunidade. Não há prêmios parrudos em dinheiro, apenas o direito de divulgar o seu trabalho (e convenhamos… esse tipo de divulgação pode render muitos outros frutos, portanto está de bom tamanho!).

O desafio deste mês é a criação de uma ilustração de aproximadamente 25x25cm que capta a essência do Firefox 4. Ela será impressa na frente da camiseta, cuja cor, será escolhida baseada na cor de background da ilustração vencedora. Como trata-se do lançamento da nova versão do browser da Mozilla, a ilustração escolhida terá enorme destaque na comunidade, nos sites da Mozilla, em seu blog e sua página no Facebook.

Você tem até 13/03/2011 pra enviar o seu trabalho. Para ter acesso a um mini-briefing e mais detalhes, consulte a página do desafio.

Boa sorte!

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.