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Já tomou seu “Rickrolling” de hoje?

Se ainda não tomou o seu, saiba que nesse exato alguém em alguma parte do mundo está tomando um RickRoll.

Rick Rolled

Pra você que não tem a mínima idéia do que estou falando, ser “rickrolleado” nada mais é do que cair em uma pegadinha. Você recebe um e-mail ou lê um twitter com a seguinte frase: “Confira as fotos do 28º ensaio sensual da Sheila Carvalho na Playboy” e vai correndo pra ver se tem alguma pose nova nesse 28º ensaio… eis que no lugar das fotos, surge o “famoso” * clipe de Rick Astley com a música Never Gonna Give You Up.

* Ninguém me tira da cabeça que o clipe ficou famoso por causa dessa história… ;)

Tá, mas qual é a graça?

Como assim, cara-pálida??? Essa é a graça! ;) Na verdade a graça está em um assunto praticamente banal, se tornar um dos maiores memes da história da internet. E não tem jeito… mesmo que você conheça a história e se ache esperto o suficiente pra não cair nessa… você cai.

Mas se a história é velha por que está falando disso de novo?

Primeiro porque apesar de você conhecer, muita gente que está lendo esse blog agora não tem a mínima idéia dessa história e segundo e principal motivo, é que o Online MBA publicou a um tempinho atrás um puta infográfico bacana contando a história completa desse meme.

Veja o infográfico abaixo, se gostou do assunto e quiser conhecer outros memes famosos, dê uma passada no Ah Duvido! e veja uma lista com 100 memes famosos. Com toda certeza você conhecerá alguns…

The History of RickRolling

Fonte: OnlineMBA.com

Por que considero o Google Maps do iPhone/Android muito melhor que um GPS automotivo…

Que fique claro neste primeiro parágrafo que não sou contra o uso de GPS’s automotivos, muito pelo contrário, eles são bem úteis e práticos em muitos casos. O conteúdo abaixo relata a minha experiência de uso e o porquê de eu preferir usar o app Google Maps (nativo do iPhone/Android e que a partir de agora chamarei apenas de Maps) do que qualquer GPS automotivo (que daqui em diante será chamado apenas por GPS) em viagens por terras que desconheço.

Como alguns sabem, não possuo carro e nem pretendo possuir tão cedo (no meu caso por custos fixos completamente desnecessários, entre outros motivos que não convém citar agora). Sempre que vou a algum lugar um pouco mais distante e que normalmente envolve entretenimento, alugo um carro. Para quem nunca alugou um carro antes, saiba que entre os opcionais está sempre disponível um GPS por alguns reais a mais na diária do veículo, mas nunca fiz questão do aparelho por considerá-lo desnecessário no meu caso.

Vale ressaltar aqui que sempre tive facilidade em usar o Maps e nunca tive problemas com localização e/ou uso excessivo de dados (mesmo usando-o por muito tempo), logo nunca achei necessário pagar a mais por um recurso que eu já tinha em mãos.

Sempre vejo gente defendendo o uso do GPS por isso ou aquilo, assim como vejo gente defendendo o uso do Maps no iPhone, mas nunca vejo alguém demonstrando na prática o seu uso e o porquê de sua defesa. Então resolvi escrever esse post, com algumas informações, fotos e dados coletados em algumas viagens, explicando o meu ponto de vista e demonstrando na prática os motivos de minha escolha. Caso não concordem com algo ou achem que esqueci de algo, fiquem a vontade para usar o campo de comentários abaixo do post… ;)

OBS: Nas situações abaixo, sempre estarei falando em “nós”, pois estava em companhia da Ale (minha noiva-esposa).

Decidindo o destino ainda no hotel…

Aqui eu vejo a primeira vantagem em se utilizar o Maps. Ainda no hotel, na mesa do café, conseguimos decidir para onde ir, colhendo informações como a distância, tempo médio, cidades que passaremos no caminho e o que mais for relevante pra viagem “guiada”. Pra quem já usa o Maps cotidianamente no browser, fica fácil entender a facilidade e recursos disponíveis para encontrar e localizar determinados locais, pra quem ainda não tem familiaridade com o mesmo, visite esse overview da Apple e entenda melhor.

Google Maps - Localizando Pontos Tutísticos

Nesse caso, apesar da distância, decidimos por Canoa Quebrada, pois era um destino já definido ainda em São Paulo. Como vocês puderam notar na imagem acima, o Maps cumpriu bem o seu papel nos indicando a melhor rota disponível  para o destino que pesquisamos em ambos os casos (infelizmente, o Museu da Cachaça fica pra próxima viagem a Fortaleza :) ).

Fortaleza > Canoa Quebrada - Restando 46km

Dando um salto na viagem, na imagem acima exibo o print no Maps (sem zoom), com nossa localização (ponto azul) e o destino (ponto vermelho) com a indicação restante em 46,6km. A foto ilustra exatamente o local em que estávamos no mapa. E abaixo finalmente nossa chegada ao destino final. 2 horas e 40 minutos… 12 minutos depois do que previa o Maps quando ainda estávamos no hotel. No caminho, encontramos marcações exatas no mapa de alguns pontos como postos de gasolina (alguns desativados) e até mesmo feirinhas de artesanato locais.

Fortaleza - Canoa Quebrada

E na cidade? Como o Maps se comportou?

Na cidade o funcionamento do Maps foi tão bom quanto em locais afastados, além de um excelente guia ponto-a-ponto conforme já conhecemos e como é demonstrado na foto abaixo, cujo trajeto era o nosso hotel até a praia de Iracema (onde na orla há bons e reconhecidos restaurantes).

Maps - Centro de Fortaleza

Em um outro dia, enquanto estávamos a pé, resolvi fazer um teste com a busca de locais genéricos pela região, como “Pizzarias” e o resultado é mostrado na imagem abaixo, com destaque para a Coco Bambu que conhecemos e recomendamos.

Maps - Pizzarias no centro de Fortaleza

Mas e se você sair da rota? O Maps não vai te avisar e nem calcular o novo caminho, não é?

Eis um ponto que o GPS de fato trabalha melhor que o Maps, mas sinceramente? Não chega a ser um transtorno a falta desse recurso nativamente no Maps e no exemplo abaixo, acredite, até fomos ajudados pela falta do mesmo… ;) Foi um caso curioso onde no caminho para a Prainha havia uma placa adulterada que nos levava a Praia do Japão, ainda em desenvolvimento turístico e com uma série de caminhos sinuosos para chegar até lá. Na ocasião, tínhamos a rota da Prainha definida no Maps, mas ao encontrar a placa na estrada e como estávamos em movimento, não percebemos a adulteração (a foto abaixo foi tirada quando passamos novamente pelo local e parei no acostamento) e viramos seguindo a indicação na placa. Percebemos na hora, via Maps, que havíamos saído da rota. Se estivéssemos usando o GPS, ele faria o cálculo novamente e provavelmente não perceberíamos o erro. Mesmo assim resolvemos ir até a tal Praia do Japão no melhor espírito aventureiro. Chegando ao local e percebendo que apesar de uma estrutura inicial estar sendo construída, aquilo estava longe do que havíamos visto nos guias e sites de turismo falando sobre o local. Voltamos para o ponto de origem, tirei a foto e seguimos para a Prainha novamente… ;)

Placa adulterada sentido Prainha (Fortaleza)

Um outro recurso existente apenas no Maps e que não conseguimos na maioria dos GPS’s automotivos é a visualização aérea do local e a fácil manipulação do mapa com essa mesma visualização.

Maps - Fortaleza > Prainha - Vista Aérea

Não preciso dizer que esse recurso nos ajudou a identificar a “falsa” Prainha no exemplo acima, né? ;) O fato é que apesar do erro no caminho, 40 minutos após a saída do hotel estávamos em nosso destino… apenas 11 minutos depois do que o Maps nos informou no início da viagem e levando-se em consideração a mudança de rota no caminho…

Maps - Prainha - Vista Aérea e Local

Mas funciona em todos os lugares sem atualização ou inclusão de pacotes adicionais?

Sim. Exatamente isso, o que para alguns é uma desvantagem (ter o GPS atrelado ao Google Maps) para mim não só é uma vantagem como uma das principais vantagens com relação a um GPS.

Seguindo a idéia de usar casos de uso do Maps para exemplificar os motivos de achar melhor a sua utilização em detrimento ao GPS, abaixo incluo mais um exemplo, mas dessa vez em Santa Catarina, onde não tirei tantos prints como os acima, mas o Maps nos ajudou tanto quanto em Fortaleza e assim aconteceu também em outras cidades, como Natal e Floripa. Ou seja, em meu caso, até o momento não tive problemas com a não identificação dos locais via Google Maps que é normalmente usado como argumento a quem defente o GPS…

Ao visitar pela primeira vez Santa Catarina (cujo objetivo principal era ir ao Beto Carrero World e conhecer a Firewhip), ficamos em Itajaí que era próximo ao Aeroporto, porém passávamos quase todo o tempo em Balneário Camboriú. A situação aqui, se repetiu…

Google Maps - Itajaí > Balneário Camboriú

Em um determinado dia resolvemos ir a Blumenau e para isso também faríamos uso do Maps uma vez que não conhecíamos os caminhos. Além de nos ajudar a chegar em nosso destino, com o Maps, eu rapidamente conseguia consultar as cidades próximas e que estariam no caminho… com isso, fizemos um tour por cidades tão bacanas quando Blumenau, como Brusque, Gaspar e Ilhota.

Blumenau - Museu da Cerveja

Enfim…

Além dos exemplos acima, teria diversos outros pontos a favor do Maps:

- Bússola integrada ao Google Maps. Utilizando o acelerômetro do aparelho, basta girá-lo e identificarmos onde está o norte e qual é o sentido na rua que estamos seguindo;

- Nada de atualização de pacotes. Como cite acima, não dependemos de atualização de pacotes de cidades, pois as informações que ali estão são as mesmas presentes no Maps para desktop do Google.

- Utilização em qualquer local e não apenas no veículo. Dificilmente você levaria seu GPS para um passeio no ônibus, trem, metrô ou a pé… já o celular está sempre disponível para o seu uso, mesmo após estacionar o veículo.

E por aí vai… a lista vai longe para citar os pontos positivos que vejo para utilizar o Maps em detrimento do GPS.

Friso novamente que tudo o que citei acima é referente as minhas experiências de uso e como utilizo o recurso Maps do meu iPhone. Acredito que consegui demonstrar na prática o quanto me sinto familiarizado com o Maps e como um GPS não me faz falta alguma nas horas em que precisaria de um…

É bom lembrar também que cito o iPhone simplesmente por ser o aparelho que possuo, mas que muitos usuários de Android (e até alguns outros sistemas) também se sentem confortáveis com seus Google Maps nativamente instalados em seus aparelhos.

Espero que da próxima vez que resolver criticar o uso do Maps ao invés de um sistema de GPS automotivo, ao menos tenha passado pela experiência de uso do mesmo e caso o tenha feito, que tente entender que não existe apenas o seu umbigo no mundo e que as suas escolhas não necessariamente são as mesmas escolhas do outro, pois como demonstrei acima, SIM há pessoas que gostam e fazem uso constante do Maps sem qualquer problema ou “dor de cabeça”… :)

PS: Todas as fotos que ilustram nossas viagens foram tiradas com o próprio iPhone… duvido que seu GPS faria isso, ainda mais em HD… ;)

Qwiki ou o quê esperar das buscas no futuro…

Quem assistiu Wall-E deve se lembrar da cena em que o capitão da nave quer saber mais informações sobre um planeta chamado “Terra” e ao perguntar para o computador de bordo, obtém a resposta através de um vídeo auto-explicativo com fotos referenciando cada comentário. É exatamente esse o exemplo demonstrado por Doug Imbruce, um dos criadores do Qwiki, em sua apresentação no último Techcrunch Disrupt, que a grosso modo, poderia ser definido como uma espécie de Oscar de Startups.

 

Tudo o que aparece no Qwiki não está armazenado em seus servidores, mas sim em fontes já presentes na web, como google, youtube, wikipedia, fotopedia e mais o que imaginar. Basicamente eles transformam as informações estáticas em conteúdo interativo e isso é feito automaticamente pelo sistema. Esse é o “gol” do Qwiki! Ter um algoritmo capaz de pesquisar o assunto procurado em diversas fontes, reunir esses dados, separar o que é mais relevante e montar um vídeo explicativo na hora (que é claro, pode ter referências diferentes ao assistir pela 2ª vez) e disponibilizar a informação ao usuário.

Mas o Qwiki só “fala” inglês? Daí complica…

Como estamos falando de uma ferramenta nova e ainda em estágio Alpha, é claro que ainda faltam uma série de recursos, mas respondendo a essa pergunta… não, ela não “fala” inglês. Na verdade ela usa e abusa de recursos para reconhecimento do texto e dessa forma, faz com que o sistema sintetize uma voz e leia a informação ao usuário ao mesmo tempo que sincroniza as palavras faladas com as imagens mostradas. Complicado? Sim. Mas nada impede que o recurso, seja adaptado a outras línguas.

Como exemplo, vale citar o excelente Voiceover patenteado pela Apple e existente em qualquer Mac, cuja sintetização de voz inclui até mesmo a simulação da respiração humana para facilitar o entendimento de textos longos e pausas (com vírgulas, etc). Ele é um recurso essencialmente criado para facilitar o acesso a deficientes visuais ao Mac OS. Esse sistema já está adaptado a diversas línguas com seus fonemas característicos e possibilita inclusive a escolha do tipo de voz (masculina, feminina, grossa, fina, etc).

Como é a interface?

Bem simples, como todos os buscadores deveriam ser. O exemplo abaixo representa o ambiente com o login efetuado, já que para ver sem estar logado, basta acessar o site do Qwiki. Há um campo para buscas, uma área para buscas em destaques ao centro e um campo para inclusão de e-mail para receber novidades e susgestões de busca (clique na imagem para ampliar).

Qwiki - Interface

Ao se iniciar uma busca no sistema, temos algo parecido com o Google Suggest, porém já com uma prévia do que pode aparecer no conteúdo:

Qwiki - Interface - Suggest

Já a tela de resultados, exibe em sua área principal, o vídeo informativo contendo todas as imagens que referenciam pontos citados no texto. Enquanto o vídeo começa o seu carregamento, algumas imagens ainda não foram carregados, ou seja, a busca pelas referências continua a acontecer enquanto o vídeo está em andamento. Ao se clicar nas imagens, a leitura do texto é pausada e obtemos mais informações sobre a imagem selecionada, incluindo a sua fonte. Fechando a imagem, a leitura do texto continua do ponto em que havia parado. Abaixo deste conteúdo principal, temos outros artigos relacionados com a busca principal. Ainda surgem artigos que pouco tem a ver coma busca principal, mas acredito ser um problema facilmente corrigido quando passarmos da fase Alpha do Qwiki.

Qwiki - Interface - Resultados da Busca

Além disso, há alguns botões acima da área principal com algumas funções bacanas. Para incluir conteúdo relacionado ao tema (um link para foto ou vídeo, por exemplo), clique no botão “Improve this Qwiki”. Já ao se clicar no botão “Contents”, temos uma série de detalhamentos sobre a busca efetuada, inclusive links relacionados para diversas informações não necessariamente apresentadas no vídeo, como na imagem abaixo.

Qwiki - Interface - Itens Relacionados

Enfim, a interface deve agradar a todos, mas ainda acho que deverá evoluir, conforme o Qwiki for recebendo os feedbacks dos usuários.

OBS: Citei acima que na tela inicial há um espaço em que podemos cadastrar nosso e-mail para recebermos sugestões de buscas ou informações. Vejam a susgestão BACANA EVER que o Qwiki me mandou ontem… ;)

Qwiki - Sugestão de busca por e-mail

Também há a expectativa por um App para o iPhone (ainda em desenvolvimento). Ter um despertador como o do vídeo abaixo, já não é um sonho futuro…

Será que vai vingar? E o google? Não vai comprar?

Não tenho dúvidas que o Google já está de olho no Qwiki, mas ainda não se manifestou (ao menos publicamente) sobre uma possível aquisição. Além disso, li essa semana no ReadWriteWeb que o Qwiki recebeu uma série de investimentos milionários e entre os principais investidores, está o brasileiro Eduardo Saverin. Ou seja, há interessados no negócio e tudo indica que a ferramenta não vem para apenas “fazer cócegas” nos grandes, mas sim para se tornar uma ótima forma de pesquisa para seus usuários e claro, arrecadar mais alguns milhões de outros investidores…

Ainda não troquei o google pelo Qwiki… na verdade acho que ninguém fará isso. Ele servirá mais para buscas específicas em determinados tópicos. E claro, uma excelente fonte de pesquisas acadêmicas. Impossível não dizer isso e relembrar meus tempos de Barsa e Enciclopédia Abril…

Mas quem sabe como será o futuro das buscas daqui pra frente? Eu, sinceramente, não arrisco palpite algum… ;)

PS: Assista uma compilação contendo todos os vídeos apresentados no último Techcrunch Disrupt e conheça todos os finalistas e vencedores em diversas categorias. Alguns dos serviços apresentados nós já conhecemos e se não conhecemos ainda, vamos ouvir falar bastante… ;)

Tenha mais informações no blog do Qwiki.

Vídeo: Um Planeta Faminto e a Agricultura Brasileira

Como tornar um assunto que seria relativamente chato e maçante a boa parte da população, divertido e interessante?

BasfAgro - Vídeo: Um Planeta Faminto e a Agricultura Brasileira

Com o vídeo “Um Planeta Faminto e a Agricultura Brasileira” a divisão Agro brasileira da indústria química Basf tenta fazer com que os brasileiros se preocupem mais com a origem de seus produtos e consequentemente enalteçam a produção agrícola nacional. Além de fazerem uma bela homenagem ao agricultor brasileiro.

Usando a abusando de técnicas de data visualization a produtora ZAP Filmes em conjunto com agência e21 criaram um vídeo excepcional que demonstram a importância do agricultor em nossas vidas. Confesso que nunca me interessei tanto pelo assunto, mas com esse excelente vídeo é impossível não começar a se preocupar. Comigo, a idéia funcionou… ;)

 

Assista também a versão americana, produzida pela BASF nos EUA e que originou a versão brazuca, acima.

Wikipedia… 10 anos!

Wikipedia

Em 15 de Janeiro de 2001 nascia o que viria a se tornar uma das maiores referências atuais na web, sendo o 5º site mais acessado do mundo. Jimmy Wales e Larry Sanger criaram a Wikipedia a partir de um aperfeiçoamento da Nupedia (“falecida” em 2003).

Eu não me recordo exatamente quando acessei meu primeiro artigo na Wikipedia… só sei que a muitos anos ela serve como uma excelente base de pesquisa. Você não pode utilizá-la como a sua única fonte de pesquisa, mas pode e deve começar por ela. Muitos condenam alguns de seus artigos, pois os acham superficiais demais ou então “mentirosos” demais (o que não é verdade… experimente incluir um artigo sem relevância ou uma informação incorreta em um artigo já existente… em questão de minutos – as vezes, segundos – essas informações já não estarão online). O fato é que com cerca de 1 milhão de colaboradores/revisores (eu incluso), a Wikipedia se tornou sim uma fonte de peso na internet.

Vi diversos sites criando homenagens aos 10 anos da Wikipedia, inclusive a própria organizou eventos e festas em diversas partes do mundo. Jimmy Wales também não deixou de fazer o seu pronunciamento oficial ao evento. Mas sem dúvida alguma, o mais bacana que vi até agora foi a animação criada pelo estúdio Jess3 (que é especializado em mostrar números e fatos bacanas das empresas de uma forma lúdica e interativa), onde eles demonstram em uma excelente animação os mais de 17 milhões de artigos distribuídos em mais de 270 línguas pelo mundo na Wikipedia. Vale a pena ver o vídeo abaixo… com narração do próprio Jimmy Wales.

Update em 22-01-2011:

Caso o vídeo acima do Vimeo não abra, tente assistir no Youtube!

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