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Rovio e sua máquina de fazer dinheiro, apresenta… Angry Birds Rio!

E não é que a a Rovio atacou novamente? Dessa vez com Angry Birds Rio. Devo confessar minha admiração por essa desenvolvedora, ela conseguiu um feito que todas as outras buscam, tornar seus jogos ícones mundialmente famosos e licenciar produtos para todas as idades a partir de seus personagens… o resultado disso pode ser traduzido pelo som da caixa registradora da empresa que não deve parar um instante. ;)

Em janeiro de 2011 a Rovio anunciou que lançaria Angry Birds Rio em março deste mesmo ano. Em uma parceria perfeita (e até certo ponto inédita) com a 20th Century Fox, ambas empresas conseguiram associar a marca de seus lançamentos de forma que parecesse um casamento perfeito. Enquanto em um trecho do filme há uma menção a Angry Birds divulgando ainda mais a marca dos “passáros raivosos”, o novo jogo dos passarinhos trás uma excelente forma de divulgação do novo filme, com os elementos originais do jogo modificados para se enquadrarem perfeitamente a sua história. Veja os dois vídeos abaixo:

 

 

Tenho certeza absoluta que esse tipo de ação será mais frequente daqui pra frente, mas o grande diferencial nesse caso é a natural adaptação entre as mídias que partiu do conceito original de suas histórias (jogo e filme) e com pequenas modificações no jogo original e uma ampla visão de mercado dos produtores, a possibilidade bateu a porta.

Falando um pouco sobre Angry Birds Rio, o jogo…

A mecânica do jogo é exatamente a mesma apresentada no Angry Birds original, porém como dito acima, alguns elementos foram adaptados e vão de encontro a temática do filme. A tela inicial já nos dá a nítida impressão da fusão entre as mídias…

Angry Birds Rio - iPhone - Tela inicial

O jogo foi dividido em uma série de níveis contendo cada um 60 fases diferentes que desafiam o jogador, a princípio apenas as duas primeiras fases estão disponíveis aos jogadores e como sugere a tela abaixo, as demais fases serão liberadas apenas no decorrer do ano, conforme a imagem abaixo.

Angry Birds Rio - iPhone - Futuras atualizações...

Com esse tipo de jogada a Rovio mantém os seus jogadores interessados em seu jogo durante um bom tempo. Essa é a fórmula dos games atuais, eles não precisam ser distribuídos 100% finalizados ao consumidor (mesmo que o jogo já esteja pronto), guarde surpresas e faça atualizações periódicas e com isso a cada nova atualização obtenha milhões de downloads e mídia espontânea gerada por todos os usuários a cada nova atualização. Taí o segredo da Rovio… manter o seu jogo na mídia o máximo de tempo possível.

A primeira fase trás de cara surpresas bem agradáveis aos fãs da série. Esqueçam os porcos e vejam pássaros engaiolados tão carismáticos quanto os personagens anteriores. Em tempos em que tudo é, de certa forma, tratado como politicamente correto, nada melhor do que ajudar os passarinhos a fugirem de suas gaiolas.

Angry Birds Rio - iPhone - Gráficos melhorados

Touché! Anote mais 3 estrelas para a Rovio por isso… :)

Angry Birds Rio - iPhone - Level completed!

A segunda fase que já está liberada é menos politicamente correta, ou melhor, nada politicamente correta com relação a anterior (me devolva aqui as 3 estrelas… rs). A idéia aqui é fazer os micos cairem de seus pedestais. Derrube-os e alcance a glória, simples assim… ;)

Angry Birds Rio - iPhone - Derrubando macacos...

E aqui a Rovio mostra que sabe o que é preciso para um jogo fazer sucesso. Os gráficos não são simplórios… o game precisa ser simples o suficiente para agradar o público de todas as idades, mas os gráficos e animações não precisam seguir essa linha. Pelo contrário, as caras e bocas que os micos fazem enquanto caem são simplesmente hilárias e com isso sentimos “prazer” em derrubar os lindos macaquinhos do topo das colunas. Claro que o som faz seu show a parte. E é esse um dos principais segredos desse jogo, personagens carismáticos, excelentes gráficos e som devidamente tratado como rei. Mais 3 estrelas aqui, por favor…

Angry Birds Rio - iPhone - Queda dos macacos...

Claro que o jogo não atingiria tantas pessoas se o mesmo não fosse disponibilizado para N plataformas e por enquanto o Angry Birds Rio pode ser encontrado nos seguintes locais e para as seguintes plataformas… iPhone/iPod touch (US$0,99), iPad (HD – US$3,99), Android (Free) e na Mac App Store (US$4,99).

Enquanto o filme não estréia oficialmente por aqui (a estréia brasileira está prevista para 08/04/2011 e a mundial para 15/04/2011), assistam ao trailer no vídeo abaixo e assim como eu, aguardem ansiosamente a estréia… ;)

 

Mais sobre RIO, o filme: http://www.rio-ofilme.com.br

Review: Domino Box (iPhone)

Sempre estou em busca de novos jogos e apps para iPhone e um dia desses um amigo me indicou o Domino Box. Como sempre faço antes de comprar algo, procuro vídeos e mais informações sobre os apps indicados. Gostei do que vi e principalmente gostei também da apresentação do game… gráficos simples, mas que logo de cara percebemos que tiveram cuidados especiais com os detalhes e  um bom site de divulgação e demonstração do app, coisa rara em apps nacionais.

Domino Box - Tela Inicial

Comprei… e não me arrependi. Já perdi algumas horas jogando-o, mas daí entra um dos principais problemas que encontrei, a falta de conexão com outros iPhones via Bluetooth. Para se jogar com mais pessoas é preciso dividir a tela de jogo, no caso do iPhone, é preciso trocar o aparelho de mãos sempre que finalizar uma jogada. Na imagem abaixo é mostrada a tela com a frase “Player 1 – Toque para jogar” aguardando a movimentação do próximo jogador. Não chega a ser ruim, mas confesso que fiquei mal acostumado com alguns jogos que me permitem jogar via Bluetooth. No site de apresentação do game, os desenvolvedores deixam claro que em um próximo update esse recurso será disponibilizado.

Domino Box - Exemplo de jogada

Como é o jogo

A mecânica do jogo é bem simples, não vou comentar aqui sobre as regras do jogo de dominó, pois a grande maioria já deve conhecer, vou focar na forma de jogar… e as 3 imagens abaixo ilustram bem como ocorre a movimentação no jogo.

Domino Box - Exemplo de jogada

Ao selecionar uma pedra, o próprio jogo já apresenta o posicionamento que ela pode ocupar, caso seja possível jogar a pedra nas duas pontas, ambas ficarão em destaque.

Domino Box - Exemplo de jogada

Após a jogada efetuada a pedra ocupa o espaço selecionado e a vez passa a ser do adversário.

Domino Box - Exemplo de jogada

Um ítem que acredito que poderia ser melhorado é justamente a disposição das pedras na tela conforme elas vão se encaixando. Diferentemente de um dominó real quando não há mais espaços na mesa e os jogadores mudam a direção de posicionamento das pedras, no jogo para o iPhone isso não é possível o que faz com que tenhamos de rolar a tela para a esquerda ou direita devido ao acúmulo de peças na mesa.

Domino Box - Interface

Acredito que poderia ser acrescentado um movimento a mais onde o jogador poderia escolher o direcionamento da pedra (para quem já jogou os games da Zynga no Facebook, deve lembrar do conceito de rotação de objetos, que ao meu ver poderia ser aplicado aqui), junto com essa funcionalidade poderia ser acrescentado o zoom (pinça) para uma melhor visualização das pedras quando muitas estiverem na mesa (e até facilitar a contagem, para quem faz isso… ;) ). Enfim, são apenas opiniões que poderiam melhorar esse ítem. Como não participei do desenvolvimento não sei se foram aplicados testes de usabilidade no aplicativo e com isso chegaram a solução atual.

Mas independentemente disso, a diversão não é prejudicada. Ao menos comigo o fator replay continua ativado desde a compra (2 semanas atrás) e sempre que posso retorno ao jogo em andamento… :)

Dificuldade do jogo

O jogo não tem níveis de dificuldade a escolher, ela é default. Há momentos em que você está com “muita sorte” e todas as pedras se encaixam perfeitamente e não há chances para o computador. Com a técnica de contagem das pedras, simulei várias situações onde eu “facilitava” a vida do computador, mas ele teimava em jogar no local “mais difícil para ele”. Mas isso não significava que eu ganharia em seguida, ou seja, “fazia parte da estratégia da máquina”… ;) Claro que assim como qualquer outro jogo, é muito mais divertido jogar contra um amigo, mas nem sempre isso é possível.

Um amigo me apontou um “erro”, mas ao ver do que ele estava falando percebi que não chegava a ser um erro devido as regras do jogo escolhido. O computador baixou todas as peças dele e sobrou uma peça branca “na mão” de meu amigo (0:0 – Zero pra quem está acostumado a jogar dominó “de verdade”), mas o jogo acusou empate. Na cabeça dele não deveria ter dado empate, afinal ele sobrou com uma pedra na mão (mesmo que ela tenha sido zero) e o computador baixou todas as suas, ou seja, o computador ganhou. Mas isso seria válido para partidas em que você ganha o jogo ao baixar todas as pedras (maioria dos jogos “de verdade”), porém o modelo de jogo no app é o de 100 pontos (mínimo), ou seja, ao baixar todas as peças, você ganha os pontos da soma de todas as peças que sobraram na mão do aversário e assim vai até alguém completar primeiro os tais 100 pontos. Nesse caso específico, ninguém ganhou pontos, ocasionando o tal empate para o computador.

Enfim, nessa questão creio que o app está bem avançado. Acredito que todas as possibilidades de “quebra de regras” foram pensadas. Ao menos, pelo que conheço das regras de dominó (e eu nunca dispenso uma partida de boteco) não consegui “enganar o computador” por muito tempo.

Conectividade

O jogo é compatível com o GameCenter do iPhone e você poderá comparar resultados com seus amigos, além disso é possível compartilhar os mesmos via Twitter e Facebook. Faltou apenas a jogatina online e/ou via Bluetooth como citei acima. Mas essa última está prometida pelos desenvolvedores para a próxima versão.

Domino Box - Vencendo o jogo

Por fim, novamente digo que o app é uma excelente aquisição ainda mais por custar apenas US$0,99 na iTunes.

O Domino Box foi produzido pela designer Larissa Herbst (@larissaherbst) em conjunto com o desenvolvedor Renato Pessanha (@renatopessanha). É bom saber que cada vez mais temos dev´s brazucas criando jogos de qualidade e aparecendo para o mundo através da App Store… fico no aguardo da próxima atualização! ;)

Photoshop Express… o seu Photoshop de “bolso”!

Diga aí quantas vezes você precisou de um editor de imagens decente e o máximo que tinha disponível no momento era o Paint? As possibilidades disso acontecer são remotas para grande parte das pessoas (que trabalham com edição de imagens), mas ainda assim há casos em que pode ocorrer.

Imagine-se na casa da namorada e o seu sogro, ao saber que você é o cara que “trabalha com computador”, lhe pede um favor para ajustar a foto do time de futebol do bairro do qual ele é o capitão. Você ávido em ganhar uns pontinhos com ele, corre pro micro da sala e diz que é moleza, até perceber que o melhor software disponível na máquina é o Paint. Ou em outra situação, você está viajando e tirou fotos bacanas com sua Cybershot, mas quando decide compartilhar as mesmas e as “carrega” no PC do hotel percebe o quanto as fotos ficaram “queimadas” e o filtro de redução de olhos vermelhos da câmera só piorou a situação deixando sua amada com cara de vampiro. Ou ainda em um caso de urgência na lanhouse perto de casa… bom, enfim, já deu pra perceber que as possibilidades são muitas e todos podem precisar um dia de um bom editor de imagens, mesmo que ele faça apenas o básico.

E é daí que entra o www.photoshop.com, muitas pessoas desconhecem a existência deste link (ou imaginam ser fake ou realmente não entendem como fuçar nele), mas ele é real e altamente útil, diga-se de passagem. Tá certo que não é a mesma coisa que um Photoshop “de verdade” instalado na máquina, mas em muitos casos ele supre a necessidade.

Começando a usar…

Primeiro, você precisa criar uma conta (gratuita) que te dá direito a acessar a ferramenta e oferece mais 2gb de espaço livre para montar sua galeria pessoal (que posteriormente pode ser compartilhada).

Mas o mais bacana é poder carregar suas fotos a partir de locais onde elas já estejam armazenadas, como o Facebook, Flickr, Photobucket e Picasa. Na foto abaixo (clique para ampliar), exibo um exemplo de uma galeria minha carregada a partir do Picasa.

Photoshop Express - Álbum de Fotos via Picasa
Você consegue carregar suas fotos a partir dos locais citados, editar e reenviá-las aos mesmos locais, com a opção de manter versões diferentes das fotos se quiser.

Nas próximas 2 fotos é possível conferir a interface de edição, onde é demonstrado o recurso Crop & Rotate e também o Resize.

Photoshop Express - Crop and Rotate
Photoshop Express - Resize
Além disso, ao clicar na aba DECORATE, como o próprio nome diz, passa a ser possível o “emperiquitamento” da foto, como no exemplo abaixo onde incluí um post-it e um texto qualquer.

Photoshop Express - Edição de textos...
Todas as alterações, após efetuadas podem ser salvas e compartilhadas. Ao tentar sair da tela de edição sem salvar, a ferramenta sempre exibe o box abaixo para evitar retrabalho aos desavisados.

Photoshop Express - Confirmar alterações...

Como podem ver, o Photoshop “Online” pode atender a demanda da grande maioria das pessoas com efeitos simples, fáceis de usar e com resultados satisfatórios, mas o que eu acho melhor mesmo é o fato de editar da “nuvem” para a “nuvem”… ;)

Para quem tem celulares com Android ou iPhone e iPad ainda tem uma opção de instalar um App com recursos tão simples quanto o site. É o poder da edição, literalmente ao alcance das mãos… apesar de pouco confortável, essa edição rápida costuma “salvar vidas”.

Recentemente a Adobe atualizou seu aplicativo para iPhone 4 e adaptou o mesmo para visualização em Retina Display, clique na imagem abaixo e veja a comparação que fiz do antes e depois dessa implementação. Compare os ícones (serrilhados na versão anterior) e a própria foto (perceba o veículo branco na parte inferior da imagem).

Photoshop Express - iPhone - Antes e depois do Retina Display

Não há nada melhor que Photoshop então?

Confesso que por usar o Photoshop desde a sua terceira versão (3.0) sou suspeito pra falar do assunto, sei que é um software referência de mercado e até hoje nunca me deixou na mão… há pessoas que não se adaptam e preferem trabalhar com concorrentes ou aqueles que não possuem “bala na agulha” mesmo e optam por opções open source como o Gimp, que diga-se de passagem, é de deixar qualquer um babando em seus recursos.

Mas como o assunto aqui é a edição online, então há sim outras opções, algumas bem poderosas por sinal. Temos o PicNik e o Splashup, por exemplo. Mas um dos melhores editores online que já usei e (precisei) é sem dúvida alguma o Pixlr!

Clicando na imagem abaixo você consegue ver em detalhes a interface do Pixlr. É bem semelhante (mesmo) ao Photoshop e possui recursos bem avançados pra uma ferramenta online. Estão lá a edição por layers, efeitos em cores, ajustes finos em níveis e curvas e muito mais que imaginar. Realmente impressiona.

Pixlr - Praticamente um Photoshop Online "de verdade"...

Além disso há uma série de recursos adicionais ao editor, como se fosse uma suíte de aplicativos mesmo. Precisa editar rapidamente uma imagem disponível em qualquer site na internet? Utilize o Pixlr Express. Precisa divulgar uma imagem a seus amigos, mas não tem onde publicar? Use o imm.io. Que acha de ter um plugin no browser que faz com que você edite qualquer imagem na web usando o Pixlr? Então instale o Pixlr Grabber em seu Firefox ou Chrome.

Tudo isso e ainda tem a possibilidade de importar fotos do Facebook, Picasa ou Flickr…

Agora você me deixou na dúvida… qual eu uso?

Hummm… Não sei te responder… até hoje eu convivo com os dois sem maiores problemas. Tanto o Photoshop quanto o Pixlr me atende de diversas maneiras. Sinceramente? Não encontrei o melhor entre eles… na dúvida, faça como eu, use ambos! ;)

Qwiki ou o quê esperar das buscas no futuro…

Quem assistiu Wall-E deve se lembrar da cena em que o capitão da nave quer saber mais informações sobre um planeta chamado “Terra” e ao perguntar para o computador de bordo, obtém a resposta através de um vídeo auto-explicativo com fotos referenciando cada comentário. É exatamente esse o exemplo demonstrado por Doug Imbruce, um dos criadores do Qwiki, em sua apresentação no último Techcrunch Disrupt, que a grosso modo, poderia ser definido como uma espécie de Oscar de Startups.

 

Tudo o que aparece no Qwiki não está armazenado em seus servidores, mas sim em fontes já presentes na web, como google, youtube, wikipedia, fotopedia e mais o que imaginar. Basicamente eles transformam as informações estáticas em conteúdo interativo e isso é feito automaticamente pelo sistema. Esse é o “gol” do Qwiki! Ter um algoritmo capaz de pesquisar o assunto procurado em diversas fontes, reunir esses dados, separar o que é mais relevante e montar um vídeo explicativo na hora (que é claro, pode ter referências diferentes ao assistir pela 2ª vez) e disponibilizar a informação ao usuário.

Mas o Qwiki só “fala” inglês? Daí complica…

Como estamos falando de uma ferramenta nova e ainda em estágio Alpha, é claro que ainda faltam uma série de recursos, mas respondendo a essa pergunta… não, ela não “fala” inglês. Na verdade ela usa e abusa de recursos para reconhecimento do texto e dessa forma, faz com que o sistema sintetize uma voz e leia a informação ao usuário ao mesmo tempo que sincroniza as palavras faladas com as imagens mostradas. Complicado? Sim. Mas nada impede que o recurso, seja adaptado a outras línguas.

Como exemplo, vale citar o excelente Voiceover patenteado pela Apple e existente em qualquer Mac, cuja sintetização de voz inclui até mesmo a simulação da respiração humana para facilitar o entendimento de textos longos e pausas (com vírgulas, etc). Ele é um recurso essencialmente criado para facilitar o acesso a deficientes visuais ao Mac OS. Esse sistema já está adaptado a diversas línguas com seus fonemas característicos e possibilita inclusive a escolha do tipo de voz (masculina, feminina, grossa, fina, etc).

Como é a interface?

Bem simples, como todos os buscadores deveriam ser. O exemplo abaixo representa o ambiente com o login efetuado, já que para ver sem estar logado, basta acessar o site do Qwiki. Há um campo para buscas, uma área para buscas em destaques ao centro e um campo para inclusão de e-mail para receber novidades e susgestões de busca (clique na imagem para ampliar).

Qwiki - Interface

Ao se iniciar uma busca no sistema, temos algo parecido com o Google Suggest, porém já com uma prévia do que pode aparecer no conteúdo:

Qwiki - Interface - Suggest

Já a tela de resultados, exibe em sua área principal, o vídeo informativo contendo todas as imagens que referenciam pontos citados no texto. Enquanto o vídeo começa o seu carregamento, algumas imagens ainda não foram carregados, ou seja, a busca pelas referências continua a acontecer enquanto o vídeo está em andamento. Ao se clicar nas imagens, a leitura do texto é pausada e obtemos mais informações sobre a imagem selecionada, incluindo a sua fonte. Fechando a imagem, a leitura do texto continua do ponto em que havia parado. Abaixo deste conteúdo principal, temos outros artigos relacionados com a busca principal. Ainda surgem artigos que pouco tem a ver coma busca principal, mas acredito ser um problema facilmente corrigido quando passarmos da fase Alpha do Qwiki.

Qwiki - Interface - Resultados da Busca

Além disso, há alguns botões acima da área principal com algumas funções bacanas. Para incluir conteúdo relacionado ao tema (um link para foto ou vídeo, por exemplo), clique no botão “Improve this Qwiki”. Já ao se clicar no botão “Contents”, temos uma série de detalhamentos sobre a busca efetuada, inclusive links relacionados para diversas informações não necessariamente apresentadas no vídeo, como na imagem abaixo.

Qwiki - Interface - Itens Relacionados

Enfim, a interface deve agradar a todos, mas ainda acho que deverá evoluir, conforme o Qwiki for recebendo os feedbacks dos usuários.

OBS: Citei acima que na tela inicial há um espaço em que podemos cadastrar nosso e-mail para recebermos sugestões de buscas ou informações. Vejam a susgestão BACANA EVER que o Qwiki me mandou ontem… ;)

Qwiki - Sugestão de busca por e-mail

Também há a expectativa por um App para o iPhone (ainda em desenvolvimento). Ter um despertador como o do vídeo abaixo, já não é um sonho futuro…

Será que vai vingar? E o google? Não vai comprar?

Não tenho dúvidas que o Google já está de olho no Qwiki, mas ainda não se manifestou (ao menos publicamente) sobre uma possível aquisição. Além disso, li essa semana no ReadWriteWeb que o Qwiki recebeu uma série de investimentos milionários e entre os principais investidores, está o brasileiro Eduardo Saverin. Ou seja, há interessados no negócio e tudo indica que a ferramenta não vem para apenas “fazer cócegas” nos grandes, mas sim para se tornar uma ótima forma de pesquisa para seus usuários e claro, arrecadar mais alguns milhões de outros investidores…

Ainda não troquei o google pelo Qwiki… na verdade acho que ninguém fará isso. Ele servirá mais para buscas específicas em determinados tópicos. E claro, uma excelente fonte de pesquisas acadêmicas. Impossível não dizer isso e relembrar meus tempos de Barsa e Enciclopédia Abril…

Mas quem sabe como será o futuro das buscas daqui pra frente? Eu, sinceramente, não arrisco palpite algum… ;)

PS: Assista uma compilação contendo todos os vídeos apresentados no último Techcrunch Disrupt e conheça todos os finalistas e vencedores em diversas categorias. Alguns dos serviços apresentados nós já conhecemos e se não conhecemos ainda, vamos ouvir falar bastante… ;)

Tenha mais informações no blog do Qwiki.

Review: Reckless Racing (iPhone)

Reckless Racing (iPhone)

Reckless Racing é um daqueles jogos que você baixa pro celular sem esperar muita coisa, mas se surpreende facilmente ao acessar um mero tutorial.

Antes de comentar qualquer coisa, preciso dizer que eu sou muito suspeito para falar desse tipo de jogo, pois sempre gostei desses “mundos miniaturizados” (talvez por isso goste tanto de jogos de estratégia e fotografias/animações tilt-shift). Isto posto, posso dizer com todas as palavras que esse jogo é extremamente viciante. Ao menos comigo o fator gameplay foi elevado ao máximo durante a jogatina e diria até que, atualmente, esse é o “meu jogo de cabeceira”.

Reckless Racing (iPhone)

Assim que começamos o jogo temos uma excelente surpresa por parte da desenvolvedora sueca Pixelbite. Há 5 modos diferentes de jogo, a saber: Standard (botões direcionais para esquerda e direita localizados a esquerda, mais acelerador e breque a direita), Tank (onde a aceleração é automática e você tem o botão de breque ao centro com os botão de direção um em cada lado da tela), Tilt (onde você tem apenas os botões de breque e acelerador, um em cada lado da tela e controla o veículo através do acelerômetro do iPhone), Half Wheel (meu preferido e é o que usei para os prints das telas nesse post, ao lado esquerdo você possui a metade de um volante e ao lado direito os botões de aceleração e breque) e por fim o Full Wheel (que como o nome diz é bem parecido com a versão anterior, mas com o volante por inteiro ao lado esquerdo. Mais fácil para dar cavalos-de-pau, mas na minha opinião mais difícil de controlar o carro).

Reckless Racing (iPhone)

Quanto aos modos de jogo, são basicamente 3 deles: Dirty Rally (onde você compete com outros 5 veículos), Hot Lap (em que você corre para tentar bater o seu próprio tempo) e Delivery (pra mim o mais bacana de todos… você tem um determinado tempo para pegar objetos em um ponto da pista e levá-los até outro ponto). Não são muitas opções de pistas, mas há bastante variação entre elas (asfalto, lama, neve, sentidos invertidos, etc.) e a princípio você pode escolher entre 6 veículos diferentes, podendo liberar novos carros com o decorrer das conquistas realizadas.

Reckless Racing (iPhone)

Os gráficos são bem detalhados e preparados para a Retina Display do iPhone 4 (não testei no Android ou iPad para saber como são), você percebe um certo serrilhamento, mas nenhum impeditivo para a jogatina. O jogo flui sem travamentos ou soquinhos.

Por fim, vale ressaltar um contra. Não gostei do multiplayer, pois ele possibilita apenas a jogatina via internet em servidores específicos. Não há a possibilidade de jogos locais, via Bluetooth, por exemplo.

Nota final? 9! Principalmente quando falamos de um jogo que sai por US$0,99 na iTunes Store.

PS: Assistam os vídeos abaixo e comparem o Reckless Racing pros celulares atuais com o lendário R.C. Pro Am do Nintendinho 8 bits… sempre que vejo isso, fico impressionado com o potencial que os devices atuais possuem e como éramos felizes com tão pouco naquela época… ;)

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