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8 de Fevereiro – Dia Mundial da Internet Segura

Dia da Internet Segura - 2011O que você entende por segurança na internet? Você está realmente em segurança acessando a internet de sua casa? E em lan houses? Sabe o risco que corre ao acessar sua conta bancária ou mesmo o seu webmail nestes locais? Já pensou que ao “achar” uma rede wireless “free” em locais públicos ela na verdade pode ser uma isca para pegar dados de usuários sem que eles saibam que estão sendo monitorados?

Mas a atenção não deve estar voltada somente a você, há também a preocupação com os filhos e/ou familiares com acesso ao computador de sua casa. Um simples clique em uma foto aparentemente inocente no orkut (para exemplificar) pode acarretar na instalação de um spyware.

O que dizer então dos milhares de e-mails que recebemos diariamente com mensagens “chamativas” ou mesmo links para páginas suspeitas se passando por uma página real e que um desavisado clica sem perceber que entre as letras do nome do seu banco há um caracter a mais “perdido” por ali e que faz com que ele abra uma página “exatamente igual” a do seu banco demonstrando toda a eficácia do phishing?

Todos os especialistas em segurança são unânimes em afirmar que 99% das consequências causadas por vírus e trojans em computadores são causadas pelo próprio usuário, pode ser um leigo e nesse caso demonstrar uma certa inocência quanto a utilização de recursos e sites na internet ou mesmo um usuário mais avançado que peca por achar estar imune aos riscos, o fato é que boa parte dos problemas relacionadas a segurança na internet estão diretamente ligados aos próprios usuários e o que eles fazem na rede.

O Dia Mundial da Internet Segura é uma ação que, neste ano, ocorre em 65 países diferentes e tem a intenção de conscientizar o usuário no que diz respeito a utilização responsável da internet.

A data é organizada pela INSAFE, orgão responsável pela conscientização do bom uso da internet na União Européia e tem o apoio no Brasil promovido pela Safernet que atua desde 2005 no combate a fraudes e crimes na internet e que são mais conhecidos através do domínio www.denuncie.org.br.

Faça a sua parte

O dia é simbólico, mas a causa é eternamente importante. Fazendo um bom uso da rede todos saem ganhando. Ajude e promova a discussão entre seus amigos e familiares, conscientize-os sobre o uso eficaz de todos os recursos da internet e não deixem eles aprenderem da pior forma. Todos os dias temos novas notícias de fraudes bancárias ocorrendo em todas as partes do mundo e os lesados quase sempre botam a culpa nas próprias instituições financeiras, o que nem sempre é verdade.

Há diversos sites na internet que podem ser usados como fonte de pesquisa e entender os riscos de uma navegação insegura. O CERT (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil), disponibiliza uma cartilha bem completa sobre segurança da informação. Em sites como o Linha Defensiva é possível entender como funciona uma fraude bancária ou caso já tenha ocorrido, saber como agir. Gilberto Teixeira (um amigo e ex-colega de trabalho e analista de segurança) escreveu no Monitor das Fraudes um excelente artigo falando em como identificar um programa malicioso em computadores com Windows.

Enfim, informações sobre o assunto não faltam na rede, é preciso saber procurar e como agir em determinadas situações. A internet agradece e a “saúde” de sua máquina (e de certa forma a sua) também. No vídeo abaixo, promovido pela Safernet, Marcelo Tas comenta sobre o assunto e a importância da conscientização dos usuários.

Photoshop Express… o seu Photoshop de “bolso”!

Diga aí quantas vezes você precisou de um editor de imagens decente e o máximo que tinha disponível no momento era o Paint? As possibilidades disso acontecer são remotas para grande parte das pessoas (que trabalham com edição de imagens), mas ainda assim há casos em que pode ocorrer.

Imagine-se na casa da namorada e o seu sogro, ao saber que você é o cara que “trabalha com computador”, lhe pede um favor para ajustar a foto do time de futebol do bairro do qual ele é o capitão. Você ávido em ganhar uns pontinhos com ele, corre pro micro da sala e diz que é moleza, até perceber que o melhor software disponível na máquina é o Paint. Ou em outra situação, você está viajando e tirou fotos bacanas com sua Cybershot, mas quando decide compartilhar as mesmas e as “carrega” no PC do hotel percebe o quanto as fotos ficaram “queimadas” e o filtro de redução de olhos vermelhos da câmera só piorou a situação deixando sua amada com cara de vampiro. Ou ainda em um caso de urgência na lanhouse perto de casa… bom, enfim, já deu pra perceber que as possibilidades são muitas e todos podem precisar um dia de um bom editor de imagens, mesmo que ele faça apenas o básico.

E é daí que entra o www.photoshop.com, muitas pessoas desconhecem a existência deste link (ou imaginam ser fake ou realmente não entendem como fuçar nele), mas ele é real e altamente útil, diga-se de passagem. Tá certo que não é a mesma coisa que um Photoshop “de verdade” instalado na máquina, mas em muitos casos ele supre a necessidade.

Começando a usar…

Primeiro, você precisa criar uma conta (gratuita) que te dá direito a acessar a ferramenta e oferece mais 2gb de espaço livre para montar sua galeria pessoal (que posteriormente pode ser compartilhada).

Mas o mais bacana é poder carregar suas fotos a partir de locais onde elas já estejam armazenadas, como o Facebook, Flickr, Photobucket e Picasa. Na foto abaixo (clique para ampliar), exibo um exemplo de uma galeria minha carregada a partir do Picasa.

Photoshop Express - Álbum de Fotos via Picasa
Você consegue carregar suas fotos a partir dos locais citados, editar e reenviá-las aos mesmos locais, com a opção de manter versões diferentes das fotos se quiser.

Nas próximas 2 fotos é possível conferir a interface de edição, onde é demonstrado o recurso Crop & Rotate e também o Resize.

Photoshop Express - Crop and Rotate
Photoshop Express - Resize
Além disso, ao clicar na aba DECORATE, como o próprio nome diz, passa a ser possível o “emperiquitamento” da foto, como no exemplo abaixo onde incluí um post-it e um texto qualquer.

Photoshop Express - Edição de textos...
Todas as alterações, após efetuadas podem ser salvas e compartilhadas. Ao tentar sair da tela de edição sem salvar, a ferramenta sempre exibe o box abaixo para evitar retrabalho aos desavisados.

Photoshop Express - Confirmar alterações...

Como podem ver, o Photoshop “Online” pode atender a demanda da grande maioria das pessoas com efeitos simples, fáceis de usar e com resultados satisfatórios, mas o que eu acho melhor mesmo é o fato de editar da “nuvem” para a “nuvem”… ;)

Para quem tem celulares com Android ou iPhone e iPad ainda tem uma opção de instalar um App com recursos tão simples quanto o site. É o poder da edição, literalmente ao alcance das mãos… apesar de pouco confortável, essa edição rápida costuma “salvar vidas”.

Recentemente a Adobe atualizou seu aplicativo para iPhone 4 e adaptou o mesmo para visualização em Retina Display, clique na imagem abaixo e veja a comparação que fiz do antes e depois dessa implementação. Compare os ícones (serrilhados na versão anterior) e a própria foto (perceba o veículo branco na parte inferior da imagem).

Photoshop Express - iPhone - Antes e depois do Retina Display

Não há nada melhor que Photoshop então?

Confesso que por usar o Photoshop desde a sua terceira versão (3.0) sou suspeito pra falar do assunto, sei que é um software referência de mercado e até hoje nunca me deixou na mão… há pessoas que não se adaptam e preferem trabalhar com concorrentes ou aqueles que não possuem “bala na agulha” mesmo e optam por opções open source como o Gimp, que diga-se de passagem, é de deixar qualquer um babando em seus recursos.

Mas como o assunto aqui é a edição online, então há sim outras opções, algumas bem poderosas por sinal. Temos o PicNik e o Splashup, por exemplo. Mas um dos melhores editores online que já usei e (precisei) é sem dúvida alguma o Pixlr!

Clicando na imagem abaixo você consegue ver em detalhes a interface do Pixlr. É bem semelhante (mesmo) ao Photoshop e possui recursos bem avançados pra uma ferramenta online. Estão lá a edição por layers, efeitos em cores, ajustes finos em níveis e curvas e muito mais que imaginar. Realmente impressiona.

Pixlr - Praticamente um Photoshop Online "de verdade"...

Além disso há uma série de recursos adicionais ao editor, como se fosse uma suíte de aplicativos mesmo. Precisa editar rapidamente uma imagem disponível em qualquer site na internet? Utilize o Pixlr Express. Precisa divulgar uma imagem a seus amigos, mas não tem onde publicar? Use o imm.io. Que acha de ter um plugin no browser que faz com que você edite qualquer imagem na web usando o Pixlr? Então instale o Pixlr Grabber em seu Firefox ou Chrome.

Tudo isso e ainda tem a possibilidade de importar fotos do Facebook, Picasa ou Flickr…

Agora você me deixou na dúvida… qual eu uso?

Hummm… Não sei te responder… até hoje eu convivo com os dois sem maiores problemas. Tanto o Photoshop quanto o Pixlr me atende de diversas maneiras. Sinceramente? Não encontrei o melhor entre eles… na dúvida, faça como eu, use ambos! ;)

Qwiki ou o quê esperar das buscas no futuro…

Quem assistiu Wall-E deve se lembrar da cena em que o capitão da nave quer saber mais informações sobre um planeta chamado “Terra” e ao perguntar para o computador de bordo, obtém a resposta através de um vídeo auto-explicativo com fotos referenciando cada comentário. É exatamente esse o exemplo demonstrado por Doug Imbruce, um dos criadores do Qwiki, em sua apresentação no último Techcrunch Disrupt, que a grosso modo, poderia ser definido como uma espécie de Oscar de Startups.

 

Tudo o que aparece no Qwiki não está armazenado em seus servidores, mas sim em fontes já presentes na web, como google, youtube, wikipedia, fotopedia e mais o que imaginar. Basicamente eles transformam as informações estáticas em conteúdo interativo e isso é feito automaticamente pelo sistema. Esse é o “gol” do Qwiki! Ter um algoritmo capaz de pesquisar o assunto procurado em diversas fontes, reunir esses dados, separar o que é mais relevante e montar um vídeo explicativo na hora (que é claro, pode ter referências diferentes ao assistir pela 2ª vez) e disponibilizar a informação ao usuário.

Mas o Qwiki só “fala” inglês? Daí complica…

Como estamos falando de uma ferramenta nova e ainda em estágio Alpha, é claro que ainda faltam uma série de recursos, mas respondendo a essa pergunta… não, ela não “fala” inglês. Na verdade ela usa e abusa de recursos para reconhecimento do texto e dessa forma, faz com que o sistema sintetize uma voz e leia a informação ao usuário ao mesmo tempo que sincroniza as palavras faladas com as imagens mostradas. Complicado? Sim. Mas nada impede que o recurso, seja adaptado a outras línguas.

Como exemplo, vale citar o excelente Voiceover patenteado pela Apple e existente em qualquer Mac, cuja sintetização de voz inclui até mesmo a simulação da respiração humana para facilitar o entendimento de textos longos e pausas (com vírgulas, etc). Ele é um recurso essencialmente criado para facilitar o acesso a deficientes visuais ao Mac OS. Esse sistema já está adaptado a diversas línguas com seus fonemas característicos e possibilita inclusive a escolha do tipo de voz (masculina, feminina, grossa, fina, etc).

Como é a interface?

Bem simples, como todos os buscadores deveriam ser. O exemplo abaixo representa o ambiente com o login efetuado, já que para ver sem estar logado, basta acessar o site do Qwiki. Há um campo para buscas, uma área para buscas em destaques ao centro e um campo para inclusão de e-mail para receber novidades e susgestões de busca (clique na imagem para ampliar).

Qwiki - Interface

Ao se iniciar uma busca no sistema, temos algo parecido com o Google Suggest, porém já com uma prévia do que pode aparecer no conteúdo:

Qwiki - Interface - Suggest

Já a tela de resultados, exibe em sua área principal, o vídeo informativo contendo todas as imagens que referenciam pontos citados no texto. Enquanto o vídeo começa o seu carregamento, algumas imagens ainda não foram carregados, ou seja, a busca pelas referências continua a acontecer enquanto o vídeo está em andamento. Ao se clicar nas imagens, a leitura do texto é pausada e obtemos mais informações sobre a imagem selecionada, incluindo a sua fonte. Fechando a imagem, a leitura do texto continua do ponto em que havia parado. Abaixo deste conteúdo principal, temos outros artigos relacionados com a busca principal. Ainda surgem artigos que pouco tem a ver coma busca principal, mas acredito ser um problema facilmente corrigido quando passarmos da fase Alpha do Qwiki.

Qwiki - Interface - Resultados da Busca

Além disso, há alguns botões acima da área principal com algumas funções bacanas. Para incluir conteúdo relacionado ao tema (um link para foto ou vídeo, por exemplo), clique no botão “Improve this Qwiki”. Já ao se clicar no botão “Contents”, temos uma série de detalhamentos sobre a busca efetuada, inclusive links relacionados para diversas informações não necessariamente apresentadas no vídeo, como na imagem abaixo.

Qwiki - Interface - Itens Relacionados

Enfim, a interface deve agradar a todos, mas ainda acho que deverá evoluir, conforme o Qwiki for recebendo os feedbacks dos usuários.

OBS: Citei acima que na tela inicial há um espaço em que podemos cadastrar nosso e-mail para recebermos sugestões de buscas ou informações. Vejam a susgestão BACANA EVER que o Qwiki me mandou ontem… ;)

Qwiki - Sugestão de busca por e-mail

Também há a expectativa por um App para o iPhone (ainda em desenvolvimento). Ter um despertador como o do vídeo abaixo, já não é um sonho futuro…

Será que vai vingar? E o google? Não vai comprar?

Não tenho dúvidas que o Google já está de olho no Qwiki, mas ainda não se manifestou (ao menos publicamente) sobre uma possível aquisição. Além disso, li essa semana no ReadWriteWeb que o Qwiki recebeu uma série de investimentos milionários e entre os principais investidores, está o brasileiro Eduardo Saverin. Ou seja, há interessados no negócio e tudo indica que a ferramenta não vem para apenas “fazer cócegas” nos grandes, mas sim para se tornar uma ótima forma de pesquisa para seus usuários e claro, arrecadar mais alguns milhões de outros investidores…

Ainda não troquei o google pelo Qwiki… na verdade acho que ninguém fará isso. Ele servirá mais para buscas específicas em determinados tópicos. E claro, uma excelente fonte de pesquisas acadêmicas. Impossível não dizer isso e relembrar meus tempos de Barsa e Enciclopédia Abril…

Mas quem sabe como será o futuro das buscas daqui pra frente? Eu, sinceramente, não arrisco palpite algum… ;)

PS: Assista uma compilação contendo todos os vídeos apresentados no último Techcrunch Disrupt e conheça todos os finalistas e vencedores em diversas categorias. Alguns dos serviços apresentados nós já conhecemos e se não conhecemos ainda, vamos ouvir falar bastante… ;)

Tenha mais informações no blog do Qwiki.

Que tal “humanizar” seu site com o humans.txt?

Qualquer um que esteja envolvido com SEO, SEM e Web Standards, já deve ter ouvido falar do robots.txt. Entre todas as técnicas utilizadas para um melhor posicionamento de seu site nos buscadores, ele é mais um dos recursos a serem utilizados.

Sempre que escrevemos um código semântico estamos visando máquinas (não estou levando em consideração a questão do legado) e a interpretação que as mesmas fazem do código. Da mesma forma, quando criamos um arquivo sitemap.xml ou robots.txt, estamos passando determinadas instruções para as máquinas.

Ok… mas e nós? Humanos? Metadados são tão importantes para nós quanto para as máquinas… foi pensando nisso que algumas pessoas resolveram criar o http://humanstxt.org. E com o slogan We Are People, Not Machines, eles demonstram claramente o propósito do projeto.

humans.txt - We are people. Not machines.

Que fique claro, o humans.txt não é mais uma técnica de SEO e não trará mais visitantes a sua página. Também não é uma brincadeira (apesar de muitos acharem isso). Trata-se apenas de uma tentativa de padronizar a forma como é apresentada os autores de um determinado site. E eu achei muito bacana isso, tanto que já fiz o humans.txt do designando;)

Não há regras para criação do arquivo. Você é livre para incluir toda e qualquer informação que achar útil ser apresentada, mas o Abel Cabans, um dos criadores do projeto, pensou em uma forma bem bacana de apresentar seus dados e todos os outros membros da equipe decidiram seguir o formato. Por sinal, é o formato que resolvi adotar também aqui para o blog.

Quer fazer o mesmo em seu site? Crie o arquivo (simplesmente um txt), salve-o na raiz e cite a tag author em seu código, como exemplificado abaixo:

<link rel=”author” type=”text/plain”  href=”http://seu_dominio/humans.txt” />

Para mais detalhes sobre o projeto humans.txt ou para conhecer a equipe envolvida, acesse http://humanstxt.org.

Wikipedia… 10 anos!

Wikipedia

Em 15 de Janeiro de 2001 nascia o que viria a se tornar uma das maiores referências atuais na web, sendo o 5º site mais acessado do mundo. Jimmy Wales e Larry Sanger criaram a Wikipedia a partir de um aperfeiçoamento da Nupedia (“falecida” em 2003).

Eu não me recordo exatamente quando acessei meu primeiro artigo na Wikipedia… só sei que a muitos anos ela serve como uma excelente base de pesquisa. Você não pode utilizá-la como a sua única fonte de pesquisa, mas pode e deve começar por ela. Muitos condenam alguns de seus artigos, pois os acham superficiais demais ou então “mentirosos” demais (o que não é verdade… experimente incluir um artigo sem relevância ou uma informação incorreta em um artigo já existente… em questão de minutos – as vezes, segundos – essas informações já não estarão online). O fato é que com cerca de 1 milhão de colaboradores/revisores (eu incluso), a Wikipedia se tornou sim uma fonte de peso na internet.

Vi diversos sites criando homenagens aos 10 anos da Wikipedia, inclusive a própria organizou eventos e festas em diversas partes do mundo. Jimmy Wales também não deixou de fazer o seu pronunciamento oficial ao evento. Mas sem dúvida alguma, o mais bacana que vi até agora foi a animação criada pelo estúdio Jess3 (que é especializado em mostrar números e fatos bacanas das empresas de uma forma lúdica e interativa), onde eles demonstram em uma excelente animação os mais de 17 milhões de artigos distribuídos em mais de 270 línguas pelo mundo na Wikipedia. Vale a pena ver o vídeo abaixo… com narração do próprio Jimmy Wales.

Update em 22-01-2011:

Caso o vídeo acima do Vimeo não abra, tente assistir no Youtube!

Clube de compras, Compras coletivas, Busca de Compras e agora… Organizadores de cupons!

Clubes de Compras e Compras Coletivas

Todos já devem ter visto ou ouvido falar ao menos uma vez de um clube de compras ou site de compras coletivas. É impressionante como tudo o que é relacionado a ofertas se prolifera no Brasil (na verdade, no mundo todo), até mesmo site de ofertas para Concurseiros (o link era http://www.concurseirourbano.com.br, mas aparentemente está fora do ar) já foi criado no Brasil.

Apesar deste post citar alguns sites relacionados com o título acima eles aparecem aqui no site apenas para ilustrar o conceito, a idéia principal é tentar entender como um serviço que aparentemente despertaria o interesse de poucas pessoas, cresce a tal ponto de valer bilhões de dólares no mercado e por consequência abrir as portas para vários outros nichos relacionados e com isso estabelecer um mercado que se torna referência para os consumidores.

Ao que tudo indica, tudo começou com o Gilt Group em 2007 (fundado por um co-fundador da Doubleclick, uma executiva do eBay e a pessoa que administrava o merchan da Louis Vuitton e da Bulgari, ou seja, pessoas conscientes e que sabiam onde iriam pisar) , ainda hoje um dos mais luxuosos Clubes de Compras. O conceito de um clube de compras é vender apenas aos associados (cadastrados no site) e a idéia original era ter como associados apenas pessoas que eram convidadas por outros sócios. Tais clubes costumam vender apenas produtos de grifes famosas, ou seja, eles são voltados a um determinado tipo de público e mesmo com os descontos oferecidos, muitas coisas ficam longe do poder de aquisição da maioria dos pobres mortais. Atualmente os clubes não são tão fechados e qualquer um pode fazer o seu cadastro (o que não significa que poderá comprar os produtos). Entre os mais conhecidos no mundo, além do Gilt nos EUA, estão também o Private Outlet na Europa e no Brasil temos o Privalia (pioneiro ao chegar por aqui em 2009) e o Brands Club.

Com a popularização dos Clubes de Compras era de se esperar que alguém no mundo tivesse a idéia de criar um outro tipo de categoria voltado as “massas populares”. Tal conceito surgiu, também nos EUA, com os sites de Compras Coletivas e o primeiro deles foi o GroupOn (que desembarcou aqui no Brasil, sabe-se lá porque com o nome de Clube Urbano – Hoje já trocado). Não dá pra dizer 100% que o GroupOn nasceu somente por conta de “nichos de mercado”, pois segundo esse infográfico publicado no The Wall o seu fundador, Andrew Mason, começou a pensar no conceito do site já em 2006, por conta de uma tentativa de cancelamento de contrato em uma operadora de celular (alguns problemas, não acontecem apenas no Brasil), mas pode-se dizer que uma coisa acabou levando a outra direta ou indiretamente.

O fato é que os sites de Compras Coletivas foram criados e milhares de pessoas deixam o seu suado e rico dinheirinho todos os dias nestes sites. Existem milhares destes sites pelo mundo, mas os mais conhecidos em terras tupiniquins são, o Peixe Urbano (o primeiro a trazer o conceito para o Brasil em Março de 2010 – Parece que foi a 5 anos já!), o ClickOn e o próprio GroupOn (ex-Clube Urbano). E pelo visto, deverá chegar em breve por aqui mais um concorrente de peso, pois o Living Social (segundo maior dos EUA), já possui a cidade de São Paulo entre suas escolhas, apesar de ainda não possuir nenhum oferta…

Ok, tudo muito bacana, mas como eu me acho nisso tudo?

Como mencionei, existem milhares de outros sites no Brasil e no mundo e foi pensando nisso que surgiram os buscadores de ofertas em sites de compras coletivas. Sim, afinal com tantos sites e ofertas espalhadas por aí, como você ia arrumar tempo pra entrar em um por um, peneirar ofertas e comprar somente “o necessário”? Não conheço todos e nem pretendo conhecer, pois surgem que nem praga… até o momento consegui catalogar 4 deles no Brasil e são eles: Aponta Ofertas, What’s Off (update em 22-01-2011: aparentemente foi desativado), Vale Junto e o Save Me (com tantos sites assim, não há quem salve o desperdício de grana…).

E aí? Acabou? Com tantos Clubes Fechados, Clubes Abertos e Coletivos e ainda Search Engines especializados em achar a melhor oferta pro seu bolso, o que falta nisso tudo?

O óbvio ululante, oras! Se tem tantos sites assim e eu compro em média 1 ou 2 ofertas por dia em sites diferentes, como faço pra guardar todos os cupons e não perder as datas dos descontos? É aí que entra o último grupo de serviços (até o momento) oferecidos a partir de uma idéia inicial que era a disponibilização de ofertas exclusivas a um grupo de consumidores… os Organizadores de Cupons!

Organizadores de CuponsNada melhor do que termos um local para armazenar todas aquelas compras “conscientes” que fizemos nas 4 últimas semanas. Aliás, você lembra o que comprou em algum destes sites na semana passada? Pois é… nem eu. E aqui está a cereja do bolo, ou as cerejas, pois coincidentemente enquanto escrevia o post recebi um spam com um novo organizador e até o momento são 2 que tenho catalogados: Organizaí e Junte Cupons.

Ou seja, se você não é o cara que teve aquela idéia inicial e criou um serviço que hoje vale bilhões de dólares, não se preocupe, pois ainda há espaço pra crescer e muito no mercado criando serviços relacionados, que sejam tão importantes quanto a idéia original.

PS: Agora que você já sabe onde comprar, onde pesquisar e onde armazenar as compras, não me responsabilizo por qualquer compra efetuada ou problema encontrado nos sites acima citados… apesar de eu não ter tido qualquer problema em sites de compras coletivas até o momento, não é difícil encontrar reclamações por aí. Gaste por sua conta e risco… ;)

Pra quê conversar na balada se você pode simplesmente exibir seu QR Code?

Lembra daquelas conversas em que você comentava com seu amigo que no futuro todos teriam um código de barras no pulso para um terceiro elemento “te escanear” e com isso saber sobre toda a sua vida? Pois bem, ainda não chegamos nesse nível, mas estamos caminhando a passos largos… bem largos, diga-se.

QR Code Designando

O designer português João Oliveira Simões, criou o site iD Shirt, como um projeto pessoal e o movimento se espalhou pelo mundo (uma rápida pesquisa pela tag “idshirt” no Flickr, mostra o quanto).

Ou seja, pra quê perguntar o nome da menina, seu msn, facebook ou qualquer outra coisa que te interesse se você pode simplesmente pegar seu celular, apontar a câmera e “zummm” obter todos os dados dela, acessar seu perfil em redes sociais na mesma hora, e claro, adicioná-la aos seus contatos, sem ao menos conhecê-la… ;)

Claro que o cenário ideal não é o do parágrafo acima, mas serve pra ilustrar uma das possíveis situações. A idéia é bacana e o projeto idem. Hoje em dia só veremos geeks usando tais camisetas (eu incluso, pois já pedi a minha), mas quem sabe como será no futuro? ;)

A camiseta sai por € 22,00 (para entrega em qualquer parte do mundo) e o pagamento pode ser via PayPal. Quer saber o que escrevi na minha? Use o seu leitor de QR Code no código abaixo:

QR Code Designando

Fonte: http://idshirt.net

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